Viagem com o pet

Por Paula Miranda, adestradora e franqueada da Cão Cidadão

dicas_interna-viagem-com-o-petAs férias estão chegando e, com ela, as viagens também. E é claro que se pudermos levar nossos companheiros, os pets, a jornada de descanso será melhor ainda. Mas para que realmente seja um passeio divertido é necessário que os tutores tomem algumas precauções.

Primeiramente, faça uma consulta ao veterinário e verifique se a saúde do seu animalzinho está em dia, se as vacinas e vermífugo foram dados corretamente, bem como a vacina antirrábica, que deve ser aplicada com, no mínimo, 30 dias de antecedência.

De carro

Se a viagem for de carro é importante utilizar uma caixa de transporte para a segurança do seu amigo e da família. Além de ser lei, dentro da caixa o bichinho não tentará pular pela janela ou em você enquanto estiver dirigindo.

Neste caso, é importante acostumar o pet com a caixa de transporte antes da viagem, caso ele ainda não seja habituado a ela.

Também existem cintos de segurança próprios para os peludos, que são facilmente encontrados no mercado pet.

Para garantir uma viagem tranquila faça treinos com passeios curtos de automóvel, dessa forma, ele se acostumará a permanecer por um período maior dentro do carro.

Caso a intenção seja transportá-lo na caixa de transporte, acostume-o a usá-la pouco a pouco, assim, ele sentirá segurança em ficar por horas dentro dela. Uma dica é deixar, neste local, um brinquedo para que o amigo possa morder e se sentir relaxado.

Durante o trajeto, faça paradas, saia com o seu animal do carro para que ele relaxe, e deixe-o fazer suas necessidades e farejar um pouco. Essa atitude simples evitará qualquer tipo de estresse. Ah, não se esqueça de oferecer água fresca nas paradas.

De avião

Se a viagem for de avião, é importante verificar com a companhia aérea quais os requisitos exigidos para transportar um pet, como o local que ele ficará durante o trajeto, quais as documentações necessárias para o embarque do peludo, se sua saúde e vacinas estão em dia e principalmente se ele está devidamente identificado.

Em viagens aéreas, alimente seu pet seis horas antes do embarque para evitar que ele sinta enjoo.

Se o animal for transportado em caixa, coloque um cobertor com o seu cheiro dentro dela e os brinquedos preferidos do amigo, para que ele fique mais tranquilo. Se ele puder ir com você na cabine leve petiscos, um pote de água, cobertor e brinquedinhos. Atualmente, as companhias rodoviárias também estão autorizando o transporte de animais.

É importante ressaltar que viagens para o exterior requerem cuidados detalhados e burocráticos, por isso, faça os devidos preparos com antecedência, pois eles envolvem exigências inclusive com o Ministério da Agricultura e Centro de Zoonoses, além das exigências estipuladas pelo país visitado. Para não correr riscos, tome todas as precauções com, no mínimo, 120 dias de antecedência.

Seguindo os passos acima, curta a viagem com seu melhor amigo. Certamente histórias e aventuras não faltarão.

Fonte: Balaio de Bichos.

Cachorros perdidos: o que fazer para evitar a fuga de cães

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A fuga de cães é, sem dúvida, um dos momentos mais tristes da vida dos tutores. Infelizmente, ninguém está imune a esse problema, pois, prever quando o pet vai escapar pela frestinha do portão ou pular o muro de casa é praticamente impossível.

Apesar disso, como diz o ditado, a prevenção é o melhor remédio. Para evitar que esse problema ocorra, é fundamental que alguns cuidados sejam tomados. Abaixo, você confere algumas dicas.

1. Adestramento

O adestramento é uma ferramenta importantíssima para o bom relacionamento entre o pet e o seu dono, pois, além de facilitar a comunicação, fará com que o cão saiba o que pode ou não fazer. Quando o pet obedece aos comandos (SENTA, FICA, VEM), é muito mais fácil impedir que ele corra em direção a um portão aberto ou saia sozinho na rua.

2. Limites

Ensinar ao seu cãozinho que não deve sair pelo portão sem a sua autorização é um limite que pode salvá-lo de acidentes, que podem custar a vida dele. Para isso, é necessário paciência e muita dedicação, porém, o resultado final valerá a pena.

Comece a treiná-lo com a guia. Aproxime-se do portão, brinque com o seu cãozinho e saia para a rua. O pet naturalmente o seguirá, porém, com a guia, você deve impedi-lo de sair e, ao mesmo tempo, dizer “não”.

Esse exercício deve ser repetido até que o cão compreenda que ele não deve ultrapassar o portão e se recuse a ir para a rua. Quando ele te obedecer, elogie-o, faça muita festa e ofereça um petisco gostoso, pois isso fará com que ele associe coisas, que ele gosta, à obediência, facilitando o aprendizado.

É importante ressaltar que não se deve permitir que o cão saia para rua, para, só então, repreendê-lo. A correção deve acontecer sem que ele saia de casa. Mantenha os itens de segurança, como a coleira e a guia durante o treinamento, para evitar qualquer problema ou mesmo acidentes.

3. Plaquinha de identificação

A plaquinha de identificação é indispensável para a segurança do pet e todos os animais de estimação devem ter uma que contenha um telefone para contato. Caso o cão fuja e seja encontrado por alguém, será mais fácil devolver o pet para a sua família.

Infelizmente, mesmo com todas as precauções, fugas ainda acontecem. Caso tenha alguma informação sobre os cães abaixo, entre em contato com a ONG Cachorros Perdidos, parceira da Cão Cidadão.

Gostou desta dica? Se quiser contratar os profissionais em comportamento animal para realizar o adestramento, fale com a Central de Atendimento da Cão Cidadão, pelos telefones: 11 3571-8138 (São Paulo) e 11 4003-1410 (demais localidades).

Passeando com o cachorro: como evitar problemas

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Levar o pet para um passeio é divertido para o dono e para o animal. Saiba como aproveitar ao máximo o momento e evitar qualquer problema

O momento de passear com cachorro é extremamente importante: ele se exercita, faz as necessidades, cheira e se socializa com outros animais da mesma espécie e também com seres humanos.

Para o tutor, também há benefícios ao passear com cachorro: além de ser uma oportunidade de se movimentar, passear com o cão é uma ótima chance para conhecer pessoas novas. Estudos já demonstraram que os passeios com os cães funcionam como verdadeiros facilitadores sociais para os humanos.

Por outro lado, a experiência pode levar a situações difíceis, com o condutor sendo praticamente derrubado no chão quando o cão vê algo mais interessante à frente. Essa é uma situação comum, que pode acontecer tanto com cachorros grandes, quanto com os pequenos. Mas é possível solucionar o problema e, com treinamento, tornar o passeio agradável para todos.

O que fazer?

Antes de sair com o cão, é muito importante que tudo seja feito de forma calma e até “sem graça”, especialmente se estamos falando de um cão que fica ansioso só de ver a guia e a coleira.

Se o grau de ansiedade for muito alto, é indicado ir primeiro a locais não tão estimulantes, como a garagem do prédio, e dar voltas por ali mesmo até que ele se acalme. Essa providência serve para evitar que o cachorro saia direto de casa para a rua muito agitado, comportamento que tende a durar ao longo do passeio.

No início, esse treino pode parecer impossível, mas, com paciência e consistência, a saída passará a ser um evento não tão excitante e o cão tende a sair mais calmo.

E se ele puxar muito?

Já na rua, para evitar um passeio com puxões o tempo todo, algumas coleiras de treinamento são indicadas. A chamada “cabresto” é colocada no focinho do cão e fechada atrás das orelhas. É muito útil, pois permite um controle da cabeça, sendo recomendado, antes de começar a ser usada, fazer alguns treinos de associações positivas, pois o cachorro pode não se adaptar tão rápido a um objeto em seu focinho.

A coleira de treinamento com clipe frontal se assemelha a uma peitoral comum, mas a guia é acoplada em um clipe localizado no peito do cão. Assim, de forma mecânica, é possível controlar o cachorro quando ele faz pressão para frente.

É muito importante recompensar o cão toda a vez que ele se portar de forma tranquila ou focar sua atenção no tutor. Vale levar um petisco ou o brinquedo preferido dele para, depois de elogiar um momento de atenção, sem puxões, ele seja logo recompensado. Uma dica bacana: recompensar o cão andando, deixando-o chegar aonde quer. Com o tempo, eles passam a perceber que não precisam arrastar as pessoas para ir cheirar um arbusto, por exemplo.

Finalmente, vale lembrar um detalhe fundamental: em qualquer situação de passeio, é importante que o cão esteja identificado, para o caso de ele se perder acidentalmente. E a condução deve ser sempre com a utilização de guia, para evitar acidentes.

Se a situação estiver muito difícil, vale consultar um adestrador para facilitar a hora de passear com cachorro e para que os treinos possam ser planejados de forma adequada à realidade de cada cão e tutor.

Fonte: Canal do Pet – iG

Gostou da dica? Se quiser contratar os profissionais para realizar o adestramento, fale com a Central de Atendimento da Cão Cidadão, pelos telefones: (11) 3571-8138 (São Paulo) e (11) 4003-1410 (demais localidades).

Hipertermia: o super aquecimento do corpo dos cães no calor

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Os cães possuem uma dificuldade maior de manter a temperatura corporal em dias quentes, por isso muitos deles sofrem com a hipertermia

Vocês sabem o que é hipertermia? É uma condição grave que provoca um aquecimento exagerado do corpo dos cães. Dias bem quentes já estão a caminho. Por isso, acho muito importante falar desde já sobre a hipertermia e todos os cuidados de prevenção que devem ser tomados pelos donos.

Razões para se com a hipertermia

Os cachorros não possuem muitas glândulas sudoríparas. Há algumas nas “almofadinhas” das patas (coxins) e nas narinas, mas, a regulação térmica corporal é feita, basicamente, através da respiração. Esse sistema costuma não dar conta quando o animal fica exposto a temperaturas muito altas.

Raças com focinho achatado (braquicefálicas), como Pugs, Bulldogues e Shih Tzus, têm maior dificuldade para fazer essa regulação de temperatura. Isso porque o “canal” nasal é mais curto, o que torna a respiração mais difícil, já que a passagem do ar apresenta maior resistência.

Vale lembrar que não são somente cães com essa característica anatômica que podem sofrer os efeitos do calor excessivo. Animais obesos e idosos também estão mais predispostos a hipertermia. Mas o problema pode atingir qualquer animal.

O que é hipertermia?

A temperatura corporal normal dos cães gira em torno de 38 e 39ºC. Quando expostos a situações de calor excessivo, associadas ou não ao exercício físico intenso, seu organismo pode não conseguir fazer a regulação térmica, a temperatura aumenta e se inicia um quadro de hipertermia. Algo como se fosse um “hiperaquecimento” do corpo, que vai comprometendo o funcionamento dos órgãos, podendo causar a morte do animal se não for tratado a tempo.

Sintomas

Um cão que em quadro de hipertermia pode apresentar os seguintes sintomas:
– salivação excessiva (em geral, a saliva tem aparência de “espuma”);
– mostra-se extremamente ofegante, mesmo quando já tirado da situação de calor;
– cianose de mucosas (língua azul);
– mucosas hipercrômicas (muito coradas);
– gengivas cor de tijolo;
– andar cambaleante e desorientado;
– apresenta vômitos e diarreia;
– pode ter convulsões e perda de consciência.

Um sintoma comportamental seria puxar a guia em direção a sombras e querer parar de andar.

O que fazer

Caso o cão apresente alguns dos sintomas de hipertermia, medidas simples podem ser tomadas para salvar a sua vida:
– tirar o cão da situação de calor;
– colocar sobre ele uma toalha molhada e mantê-la úmida, para que a temperatura corpórea vá diminuindo;
– levar o cão imediatamente ao veterinário, para as providências médicas necessárias.

Como prevenir

Não é necessário deixar de fazer caminhadas com o cão em dias quentes, mas é importante sair em horários com temperaturas mais amenas: bem cedo pela manhã e no final da tarde.
É importante também lembrar que o cão fica mais perto do solo. Uma boa maneira de conferir se o chão está muito quente é verificar o asfalto com a sola do pé: se estiver tão quente que seja impossível caminhar descalço, está quente demais para o animal também.

Tome cuidado ao deixar um cachorro dentro do carro, mesmo que rapidamente, especialmente em locais onde o veículo possa estar debaixo do sol. A temperatura interna de um automóvel pode chegar rapidamente a 70ºC.
Em dias muitos quentes, pode-se oferecer pedras de gelo para o cachorro ou mesmo verduras (como cenoura) congeladas. Além de refrescantes, o pet vai adorar o brinquedo comestível gelado. E, finalmente, para evitar a hipertermia, nunca se esqueça de deixar água fresca e à disposição durante todo o dia, em mais de um local dentro de casa.

Fonte: Canal do Pet – iG

Tudo o que você precisa saber na hora de viajar com o pet

viagem_com_petO feriado está chegando e você já está quebrando a cabeça tentando lembrar de tudo o que precisa levar na malinha do seu pet? Não se preocupe, a Cão Cidadão te ajuda com isso!

Reunimos uma série de dicas para você realizar uma viagem tranquila e prazerosa ao lado do pet.

O que levar na mala?

Tenha certeza de que está levando tudo o que seu pet precisa, mesmo que você ache que não vai precisar.

O que é indispensável: ração, petiscos, água e caminha, que são as necessidades básicas do seu cão – além da carteirinha de vacinação Você também pode levar brinquedos, sacolinha para o recolhimento das necessidades do amigo etc.

O que você achar necessário para garantir o conforto e a felicidade do seu pet, coloque na malinha!

Transporte

É muito importante que o seu pet esteja seguro. No carro, nunca o deixe solto. Isso pode causar acidentes, não só com o mascote, mas com você também. Mantenha-o preso com um cinto de segurança próprio para cachorro ou confortável dentro de uma caixa de transporte.

E lembre-se: nada de deixar o mascote colocar a cabeça para fora da janela! Isso pode ser muito prejudicial a ele, uma vez que fragmentos podem atingir e ferir os olhinhos dele.

Paradas

Se você fica desconfortável estando dentro de um espaço fechado por muito tempo, imagina o seu cãozinho! Lembre-se de fazer paradas estratégicas, para que ele faça as necessidades, estique um pouco as perninhas, se refresque ou coma alguma coisinha.

O tempo ideal de parada é a cada duas em duas horas. Você pode até colocar um alarme no seu celular para evitar perder a noção do tempo.

Os cães precisam um descanso, tanto quanto nós, humanos. Por isso, não se esqueça de fazer essas paradas, para que ele possa estar confortável até o fim da viagem!

Dica

• Se estiver muito calor, leve uma toalhinha e molhe com água, para que você possa refrescar o cachorro.

Boa viagem pessoal!

Gostou da dica? Se quiser contratar os profissionais para realizar o adestramento, fale com a Central de Atendimento da Cão Cidadão, pelos telefones: (11) 3571-8138 (São Paulo) e (11) 4003-1410 (demais localidades).

Dicas para cuidar do seu pet no verão

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Por Malu Araújo, adestradora e consultora comportamental da equipe Cão Cidadão.

Durante o verão, evite passear com seu cachorro nos horários em que o sol está mais intenso. O asfalto e as calçadas quentes podem provocar lesões nas patas. Algumas raças, principalmente os cães de focinho mais curto, podem ter problemas respiratórios devido ao vapor quente.

O horário ideal é realizar o passeio durante as primeiras horas da manhã e no final da tarde, depois das 17h. Se o seu cachorro precisa usar a focinheira durante o passeio, prefira as de grade, que permitem que ele abra a boca e consiga arfar.

É muito importante manter o pet hidratado, por isso, certifique-se de que ele tenha sempre água disponível. No verão, você pode aumentar a quantidade de vasilhas e colocar uma pedrinha de gelo também é uma boa dica para manter a temperatura fresca. A água e a comida devem ficar em um local na sombra, arejado, evitando exposição ao sol.

Algumas raças de pelo curto e pelagem clara precisam usar protetor solar, indicado pelo médico veterinário, em algumas áreas, como orelha e perto do focinho.

Essa época também é a preferida dos parasitas. O medicamento preventivo contra pulgas e carrapatos deve estar em dia!

Vai passear ou viajar de carro e o seu cão ou gato vai com você? Nunca deixe seu amigo dentro do carro, nem por alguns minutinhos, mesmo que você deixe um pouco da janela aberta. A temperatura do carro se eleva com muita rapidez e o pet não consegue respirar e pode sofrer um aumento grande da temperatura corporal, o que pode levá-lo a óbito.

Fonte: Mercearia do Animal.

Você sabia que não é natural para o cão usar a guia?

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É fato que, para a segurança do próprio pet, é necessário que ele sempre utilize a coleira e a guia principalmente durante aquelas voltinhas no bairro. Esses acessórios são necessários, pois ajudam a manter o animal seguro e controlado.

Infelizmente, não são todos os pets que aceitam utilizar os utensílios de segurança facilmente, pois, para eles, não é natural ter algo acoplado ao seu corpo. “As pessoas percebem isso quando colocam pela primeira vez coleira e a guia em um cachorro e vão tentar levá-lo para passear. Por não compreender o que está acontecendo, o animal acaba fazendo força para o sentido oposto”, comenta o zootecnista e especialista em comportamento animal, Alexandre Rossi.

Se o tutor se deixar levar pelo sentido proposto pelo cão, é possível que ele passe a ter essa atitude ruim sempre, já que, na cabeça dele, você permite que ele te puxe. O resultado pode ser bastante prejudicial: o pet pode se tornar cada vez mais rebelde na hora dos passeios.

Para evitar esse problema, é necessário ensiná-lo que vocês podem, sim, sair para passear, desde que ele ande ao seu lado. “A melhor forma de educar um cachorro, é ter algo que ele goste e queira muito”, aconselha Alexandre. “Pode ser uma brincadeira, um carinho ou um petisco. Esse é o momento de mostrar a ele que não há problema nenhum com a guia”, finaliza.

O importante é sempre manter o animal seguro. Lembre-se de que a responsabilidade pela vida do bichinho é sua.

Gostou desta dica? Se quiser contratar os profissionais em comportamento animal para realizar o adestramento, fale com a Central de Atendimento da Cão Cidadão, pelos telefones: 11 3571-8138 (São Paulo) e 11 4003-1410 (demais localidades).

Passeio com o pet pela primeira vez: dicas e cuidados

Photo credit: mrhayata / Foter / CC BY-SA
Photo credit: mrhayata / Foter / CC BY-SA

A hora do passeio para o seu cãozinho é a melhor parte do dia. Nada como ar fresco e uma voltinha divertida, na qual ele pode conhecer outros animais, sentir cheiros e texturas diferentes, ver lugares e pessoas novas.

Esse momento divertido é essencial para a saúde do seu pet. Além dos estímulos psicológicos, é uma maneira de manter o peludo saudável e exercitado, incentivando-o a gastar a energia acumulada durante as horas de descanso.

Se você acabou de adotar seu peludo e ainda não sabe a melhor forma de lidar com o passeio, é preciso compreender que alguns cuidados devem ser tomados. Confira as dicas!

Duração

Como diz o ditado, cada caso é um caso. Os cães de maior porte precisam de mais exercício e tempo de passeio do que os cachorrinhos menores.

Além disso, as peculiaridades de cada raça devem ser levadas em consideração. Um Beagle, que é uma raça que já foi utilizada como cão de caça, tem muito mais energia para gastar do que um Chow Chow, que era usado como um cão de guarda.

Por isso, é preciso considerar a raça, o temperamento e o porte do cão ao calcular a duração do passeio.

Idade

Se o seu novo cão é um filhote, é preciso tomar algumas precauções. Antes de levá-lo para passear, realize alguns treinos, para que ele se acostume e saiba o que pode ou não fazer. Para mais dicas sobre o assunto, confira este artigo.

Filhotes precisam de passeios mais curtos no início. Aumente esse tempo gradativamente, para que ele se acostume.

Cuidado com o período de vacinas! Consulte sempre o médico veterinário e saiba quando o pequeno já está liberado para das as voltinhas na rua.

Já os cães mais velhos não possuem tanto pique quando os filhotes, além da probabilidade de apresentarem problemas de saúde. Por isso, os passeios devem ser mais curtos e tranquilos.

Horário

O horário do passeio varia de acordo com o dia a dia do tutor, porém, é preciso ter em mente algumas coisas antes de sair com o seu cãozinho.

Em dias quentes, o seu cão pode queimar as patas no asfalto, ficar desidratado, entre outros. Por isso, dê preferência aos horários em que o sol esteja mais ameno, pois os animais também sofrem com o calor. Leve água fresca para mantê-lo sempre hidratado.

Regras

Apesar de o passeio ser um momento de lazer para o seu bichinho, ensine a ele que existem regras a serem seguidas.

Antes de sair, acostume o cão a ser contido com a coleira e a caminhar ao seu lado o tempo todo, acompanhando o seu ritmo, para que ele entenda que você está no comando.

Esse treinamento deve ser realizado dentro de casa, antes do passeio, assim o seu cachorro entenderá que não deve sair correndo por aí.

Equipamento

É muito importante que o dono tenha em mãos equipamentos nos quais ele pode confiar. É perigoso comprar guias ou coleiras que possam rasgar, pois o cão pode sair correndo e sofrer um acidente. Para evitar isso, procure adquirir produtos de qualidade, que sejam seguros tanto para o cão, quanto para você.

Depois, é só curtir com o pet! Bom passeio!

Dicas para participar de cãominhada

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O passeio é uma atividade que a maioria dos pets adora, pois é uma das melhores formas de interação entre ele e o dono, além de ser um momento em que ele exercita o corpo e a mente, sente cheiros diferentes e conhece outros animais. O ideal é que ela seja realizada todos os dias, pois proporciona uma rotina saudável e prazerosa para o cão.

As cãominhadas são ótimas pedidas tanto para os pets, que se divertem muito durante esses eventos, quanto para os donos. Se você nunca participou de um encontro como esse junto com o seu cãozinho e ficou com vontade de ver como é, no dia 4 de outubro, será realizada a 8ª Cãominhada de Santo André (SP) e a Cão Cidadão marcará presença, com profissionais para tirar dúvidas e dar dicas e orientações aos participantes. Quer saber mais? Clique aqui.

Para tornar a participação na cãominhada divertida tanto para donos, quanto para pets, listamos abaixo algumas orientações.

É a primeira vez?

“Se você estiver participando de uma cãominhada pela primeira vez, é importante levar os seus cães sempre de coleira, de preferência, com uma que seja confortável e confiável. A vacinação deve estar em dia também”, informa a adestradora da equipe Cão Cidadão, Egle Della Paschoa. “Além disso, você deve levar água para os cachorrinhos, saquinho para recolher fezes e, se o cão for agressivo, é muito importante usar a focinheira”, acrescenta.

Sociabilização

A caminhada em si é uma forma de melhorar a sociabilização do pet. “O passeio aprimora o desenvolvimento psicossocial, combate o estresse, faz bem para a saúde do pet, libera serotonina e ainda traz benefícios à saúde do dono também!”, comenta a adestradora.

Para os animais que não tiveram uma boa sociabilização, Egle orienta começar  o treinamento antes do evento, de preferência, com o auxílio de um adestrador. “Temos que analisar o nível de estresse que esse cão terá na cãominhada, pois uma exposição extrema de um animal que não foi bem sociabilizado, pode piorar o quadro de ansiedade e até causar agressividade”, explica.

Puxa demais a guia?

Infelizmente, alguns donos evitam participar desse tipo de evento porque seus cães puxam demais a guia ou ficam muito ansiosos, entre outros problemas de comportamento. Mas, com algumas dicas, paciência e treinamento, é possível mostrar ao bichinho o que espera dele. Falamos sobre problemas durante o passeio neste artigo. Confira!

E aí, quem vai participar da cãominhada em Santo André? Esperamos por vocês!

 

Por que a caixa de transporte é importante para os pets?

Photo credit: Bukowsky18 / Foter / CC BY-SA
Photo credit: Bukowsky18 / Foter / CC BY-SA

As caixas de transporte podem facilitar, e muito, a sua vida com o cão, principalmente durante viagens ou apenas nos passeios de carro do dia a dia.

Cães são animais de “toca”, por isso, se usada da maneira certa, a caixa de transporte pode ser um local onde o seu pet se sentirá seguro e protegido. Ela não deve ser uma tortura para o cãozinho, muito menos uma forma de castigo!

1º passo: escolhendo a caixa de transporte

É crucial que você escolha uma caixa que o seu bichinho se sinta confortável e que tenha espaço o bastante para que ele possa deitar, ficar de pé e virar.

2º passo: como acostumar meu cachorro a ficar dentro dela?

Quando você precisar viajar e tiver que levar o pet junto, a caixa de contenção será a sua melhor amiga. Para que ele não estranhe logo de cara, procure acostumar o cão com a toca no dia a dia.

Deixe-a aberta dentro de casa, para que ele possa entrar e sair dela quando quiser. Nunca o prenda lá, como forma de castigo. A caixa de transporte deve ser um lugar que ele associa com coisas boas.

Para fazer o pet se acostumar, procure deixar uma roupa com seu cheiro, para que o cão comece a se familiarizar com o local, deixe petiscos e brinquedos lá dentro, para que ele possa se entreter e aprenda a gostar de estar ali.

É importante reforçar que, no começo, você deve deixar a portinha aberta, para que o cão possa entrar e sair quando quiser. Aos poucos, comece a fechar a porta por alguns segundos e recompense o pet. Isso fará com que ele associe a contenção com algo gostoso. Quanto mais familiar e aconchegante a caixa parecer para ele, menos problemas o pet terá.

Para quem gosta de viajar ou anda de carro com o pet constantemente, é importante realizar esse treino com o pet, pois, a caixa de transporte é, acima de tudo, algo que mantém seu pet seguro e que evita acidentes durante as viagens.

Dicas

• Nunca associe a caixa de transporte a coisas ruins. Ela deve ser o local favorito do cão.
• A caixa deve ter o tamanho correto para que o pet possa deitar, levantar e virar, sem problema nenhum.
• Mantenha a caixa em um lugar arejado dentro de casa, de preferência próximo ao local onde tenha movimento dos moradores, pois o cão gosta de ficar perto de seu grupo e isso fará com que o pet se adapte mais facilmente à caixinha.
• Jamais deixe o cão preso por muito tempo, sem supervisão. Ele só deve ficar lá dentro pelo tempo da viagem e se for longa demais, procure fazer paradas para que o cão possa se aliviar e esticar as pernas.

Fonte: Livro Adestramento Inteligente, de Alexandre Rossi.

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