Cão grande pode viver em um apartamento?

SIM! É possível criar um cão grande num apartamento, desde que seja respeitada a sua natureza para que ele tenha qualidade de vida nesse ambiente. Por isso, separamos algumas dicas para ajudar:

➡ Antes de tudo, é preciso conhecer as regras do condomínio. Por lei, não se pode proibir a permanência de animais dentro da unidade, contudo, podem existir limitações nas áreas sociais (alguns prédios só permitem que sejam carregados no colo).

➡ Cada cão tem um nível de energia diferente, de acordo com raça, porte, histórico e personalidade. Muitas vezes, um pet pequeno pode precisar de um gasto calórico maior do que um grandão, por isso, é importante investigar essa necessidade antes de tomar a decisão.

➡ Telas em todas as janelas, portõezinhos em algum ambiente (como a cozinha) e pisos antiderrapantes são algumas das adaptações necessárias para tornar o local mais seguro..

➡ Manter uma rotina de exercícios diários é essencial para o bem-estar do pet. Recomendamos dois passeios de no mínimo 30 minutos por dia. Além disso, em dias chuvosos, invista em brincadeiras como esconde-esconde, caça ao tesouro e corrida de obstáculos.

➡ Não se esqueça de levá-lo sempre que possível para socializar com outros cachorros e pessoas.

➡Enriqueça o ambiente com brinquedos para que ele possa expressar comportamentos naturais como roer, farejar, destruir e “caçar” o próprio alimento.

➡ Ensinar comandos básicos de limite e obediência pode garantir uma convivência mais harmoniosa, assim como gastar energia física e mental do pet.

Os petiscos ideais para treinar

Não existe um petisco mágico para o treino! Cada cachorro responde de uma forma às variadas guloseimas disponíveis no mercado. Pensando em treinos básicos feitos dentro de casa, o ideal é treinar o pet com a sua própria ração, para não desbalancear a dieta. Para isso, é importante fazer um bom controle alimentar para oferecer uma quantidade exata de alimento em horários fixos. Dessa forma, ele sempre estará com apetite e você pode aproveitar os momentos das refeições para o treino.

Já quando forem evoluir para um lugar com mais estímulos como a rua, talvez a ração não seja suficiente. Nesse caso, algumas opções são frango desfiado sem tempero e alguns petiscos comerciais. Mas é essencial consultar o veterinário para descobrir as opções mais indicadas e a forma correta de incluí-las na dieta do seu cão.

Outro ponto importante é que os petiscos oferecidos só podem representar até 10% da dieta do cachorro, uma vez que não são alimentos completos. Dessa forma, é preciso subtrair esses 10% da quantidade total de ração indicada. Exemplificando: uma dieta de 100g de ração cai para 90g se o pet come 10g de petiscos no dia!

Nesse contexto, para não desbalancear a alimentação do pet, é importante treinar e usar brinquedos interativos com a própria ração o máximo possível. Além disso, dê preferência a petiscos (naturais ou comerciais) que possam ser cortados em pequenos pedaços para, assim, não ultrapassar a quantidade diária recomendada.

O que fazer quando meu pet não brinca?

Muitos tutores relatam que seus pets, mesmo os mais novos, não gostam de brincar. Mas será mesmo que eles não gostam ou simplesmente não foram estimulados da forma correta? A seguir, separamos algumas dicas de como encorajar o seu peludo a brincar:

➡ Escolha um local arejado, coberto e com piso que não escorrega para a hora da diversão.

➡ Descubra os horários em que o pet tem mais energia, geralmente perto da hora de comer e em momentos mais frescos.

➡ Entenda a funcionalidade de cada brinquedo. Por exemplo: dificilmente um cão vai brincar sozinho com uma bolinha ou dar atenção a um Kong se não estiver recheado.

➡ Teste brinquedos de várias texturas, funções e cores diferentes. Experimente também os com barulhos e feitos de embalagens recicladas.

➡ Da mesma forma, é importante testar brincadeiras variadas: perseguição, cabo-de-guerra, bolinha, caça ao tesouro…

➡ Torne a brincadeira (com brinquedo ou sem) mais interessante: faça movimentos variados, use palavras de incentivo, música…

➡ Experimente levá-lo para um cachorródromo ou convide um amigo peludo para a sua casa e coloque novamente as dicas em prática.

➡ Recompense bastante com elogios e carinho quando o pet engajar na brincadeira. Evite petiscos para não distraí-lo.

➡ Melhore a comunicação com seu peludo: treine comandos e observe mais sua linguagem corporal.

Como acalmar cachorros com medo de fogos de artifício?

Em épocas festivas é muito comum o uso de fogos e rojões durante comemorações. Porém, alguns cachorros mais sensíveis e medrosos acabam se estressando muito nessas situações, e em alguns casos, o pânico é tão grande que, ao tentarem se proteger, os bichinhos podem se machucar, fugir ou até mesmo terem sérios problemas de saúde.

Para evitar esse tipo de problema, algumas dicas podem ajudar seu cãozinho a passar por esse período de uma forma muito mais tranquila.

Por que eles têm medo de fogos de artifício e rojões?
Cães têm a audição muito mais sensível que a de humanos e barulhos muito altos costumam incomodá-los.

Além disso, para eles, sons altos podem significar perigo. Estrondos, como os de um rojão ou fogos, passam a ideia de que algo grande se aproxima. Na natureza, sons desse tipo podem representar uma árvore caindo, uma tempestade muito forte se aproximando ou até mesmo um desmoronamento. Faz parte do instinto de sobrevivência do animal fugir ou se esconder quando ouvem esses barulhos, pois, assim, eles teriam mais chances de sobreviver caso algum desastre acontecesse.

O que fazer para diminuir esse medo nos cachorros?

1. Sociabilização e dessensibilização

Em primeiro lugar, devemos lembrar da importância de realizar uma boa sociabilização dos filhotes para que eles não cresçam com medo de pessoas, outros animais, barulhos ou situações do dia a dia.

Mas, se o seu cachorro já não é mais filhotinho e ele tem muito medo de fogos de artifício, rojões ou outros sons, você também pode treiná-lo para que, aos poucos, ele se acostume com esse tipo de barulho. Para isso, você irá precisar de um gravação do ruído que causa medo no cão para realizar a dessensibilização.

Em um dia tranquilo, com o cachorro bem relaxado e calmo, coloque o som do barulho do qual seu bichinho tem medo para tocar, em volume baixo, e brinque com ele normalmente, faça bastante carinho, dê petiscos. Com o tempo, vá aumentando o volume devagar e continue agradando o e mostrando que aquele barulho não representa perigo nenhum.

É muito importante respeitar sempre o limite do animal. Caso ele se assuste, volte a abaixar o volume e comece de novo.

Caso sinta necessidade, você pode contratar um adestrador profissional para lhe ajudar com esse treinamento.

2. Prepare um espaço seguro para o cachorro

Se o seu cachorro já procura um lugar específico em sua casa para se abrigar quando está com medo, permita que ele fique lá enquanto tiver barulho de fogos e rojões. Um ambiente associado a uma pessoa que ele tem mais afinidade, que tenha bastante o cheiro das pessoas da casa, também pode ajudá-lo a se sentir mais seguro.

Crie um espaço no qual ele possa ficar tranquilo, com janelas e portas fechadas para minimizar o som externo e impedir que o cãozinho fuja para a rua. Você pode, ainda, colocar uma música ou deixar a TV ligada para mascarar ainda mais os ruídos que o assustam.

É importe que quando sabemos que haverá barulhos que podem assustar o bichinho, que eles fiquem de coleira com identificação. Assim, caso ele escape de sua casa por estar assustado, ficará mais fácil dele ser localizado e levado de volta para você.

3. Mude a sua reação

Quando seu cachorro ouvir um barulho que o assuste, ao invés de se abaixar e ficar preocupado com ele, mude a sua reação. Esse comportamento aflito passa para o seu cão a sensação de que você também está com medo do barulho e isso pode piorar a situação.

Ao invés disso, tente mostrar que está tudo bem. Comemore o barulho com ele, faça carinho, jogue uma bolinha para ele, dê um petisco. Com isso, aos poucos ele passará a associar o barulho que o assustava com uma situação mais prazerosa.

4. Procure um veterinário

Em alguns casos, o medo de fogos de artifício é tão grande que o cachorro baba, treme, fica extremamente agitado, podendo se colocar em risco e até mesmo desenvolver algum tipo de doença. Nesses casos, é possível utilizar uma medicação para acalmar o animal durante os períodos nos quais ele ficará exposto aos sons que tem medo.

Entretanto, somente um veterinário é capaz de avaliar a necessidade e prescrever algum medicamento para esse fim. Nunca dê remédios aos cachorros sem a prescrição médica.

Além disso, caso seu veterinário considere melhor que o seu cãozinho tome medicação para se acalmar, é preciso testar o efeito do remédio antes do dia no qual o cachorro ficará exposto aos fogos e rojões. Dessa forma é possível avaliar sua reação e evitar complicações inesperadas na hora da utilização.

Seguindo essas dicas com certeza você e seu amiguinho poderão curtir as comemorações muito mais tranquilos e sossegados.

Se você seguiu estas orientações e ainda assim o pet não melhorou, procure a ajuda de um especialista em comportamento animal para minimizar o estresse do seu bichinho. Fale conosco!

Coronavírus (Covid-19) e pets: o que você precisa saber

Coronavírus (Covid-19) e pets: o que você precisa saber

Com a pandemia do novo coronavírus, muita gente está preocupada em como isso afeta os hábitos com os pets. Confira as respostas para as perguntas mais frequentes.

Nos últimos dias não houve quem não tivesse a rotina alterada em função do avanço do novo coronavírus (Covid-19), inclusive já com casos de transmissão comunitária no Brasil. Tendo em vista a preocupação geral sobre o tema, trazemos este artigo para esclarecer algumas das principais dúvidas levantadas até agora, indicar as orientações de acordo com o atual cenário e reforçar que estamos acompanhando as pesquisas e novidades das autoridades de saúde a respeito do tema, uma vez que o vírus é novo e muitas investigações ainda estão em andamento.

Vale ressaltar que a Cão Cidadão segue as diretrizes de instituições de referência para o meio veterinário, tais como a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e a World Small Animal Veterinary Association (WSAVA).

Cachorros e gatos podem transmitir o novo coronavírus?

Até o momento, não há evidências de transmissão do Covid-19 por cães e gatos nem para humanos, nem para a própria espécie. Houve um caso em Hong Kong de um cachorro com material genético do vírus que faleceu. No entanto, a Organização Mundial de Saúde aponta que não há evidência que sustente que pets transmitam o vírus ou mesmo fiquem doentes em função dele.

Vale lembrar que a família do coronavírus é imensa e que os tipos de vírus que afetam a saúde de cães e de gatos não têm nenhuma relação com o tipo de vírus que está causando essa pandemia.

Se eu estiver contaminado ou com sintomas de gripe, posso ter contato com meus pets?

A orientação nesses casos é para evitar ao máximo o contato direto com os pets por medida de segurança, tendo em vista que o vírus é novo e informações novas vão surgindo ao longo do tempo. Evite principalmente o contato com secreções, como lambidas no rosto.

Os estudos mais recentes mostram que o vírus tem um tempo de sobrevivência alto em contato com superfícies, ou seja, se você estiver contaminado e passar a mão no seu pet, outra pessoa passar a mão nele também e depois levar a mão no rosto, essa pessoa pode se contaminar.

Posso passear com meus pets?

O mais indicado é passear com os animais em locais ao ar livre e com pouca aglomeração de pessoas. Parques e praças cheios devem ser evitados, por exemplo. Também não é aconselhável deixar que outros humanos acariciem o pet, justamente para evitar que as pessoas transmitam o vírus entre si.

Contratei adestramento e serviço de passeio para os meus pets. Quais cuidados devo adotar?

Vamos frisar aqui as medidas que a Cão Cidadão vem adotando com os adestradores – e que podem servir de orientação também para passeadores.

Caso você pertença ao grupo de risco, ou seja, tem mais de 60 anos, possui alguma doença respiratória, renal ou crônica, é hipertenso ou diabético, recomendamos que evite o contato com outras pessoas. Entretanto, é muito importante que a rotina do pet seja mantida, até mesmo para que o trabalho realizado até o momento não deixe de evoluir. Sendo assim, todos os nossos franqueados estão preparados e foram orientados a seguir com as aulas de forma remota, realizando chamadas de vídeo pelo computador ou celular.

Aos demais clientes, as aulas também serão oferecidas de forma remota, e assim que o governo e Ministério da Saúde emitir novas orientações, retomaremos à rotina normal.

Para os que queiram manter as aulas, elas deverão ser feitas em locais ao ar livre e sem aglomerações. Os adestradores estão instruídos a não deixar que outras pessoas entrem em contato direto com os pets. Ao chegar em casa, também indicamos que os tutores higienizem as patinhas dos pets com álcool em gel.

Todos os nossos franqueados que estiverem apresentando sintomas que podem ser associados ao Covid-19 estão orientados a permanecer de quarentena. Essa também é a nossa indicação para tutores.

Acompanhem nossas redes sociais e as redes diretas do Alexandre Rossi, iremos postar informações e atualizações de relevância para vocês. Lavem bem as suas mãos, procurem ficar em casa o máximo possível e permaneçam firmes, vamos vencer esse momento difícil com muita informação de qualidade e consciência coletiva!

 

Por que é importante ensinar comandos aos cachorros?

O Brasil é o segundo maior mercado pet do mundo. Com uma posição tão relevante neste segmento, não é sem motivo que cada vez mais profissionais demonstrem interesse em trabalhar diretamente com animais. Dentre as profissões, destaca-se a de adestrador. E se você tem interesse em trabalhar com adestramento ou é tutor de pet e quer saber sobre a importância de ensinar comandos inteligentes aos seus animais, esse texto é para você!

Vamos abordar alguns aspectos sobre situações em que o adestramento inteligente pode ser adotado e trazer resultados expressivos.

Em quais situações devo adestrar um cachorro?

Houve um período em que as pessoas associavam o adestramento somente a situações específicas, como é o caso de treinamento voltado para cães de guarda e cães farejadores. No entanto, não é somente nesses casos que o adestramento é indicado.

Antes de mais nada, é preciso pensar na linguagem de comandos como uma forma de aprimorar a sua comunicação com o cachorro. Muitas vezes, o cão desenvolve alguns hábitos e comportamentos em uma tentativa de passar uma mensagem ao dono, mas muitos tutores não compreendem o desejo do animal.

Aprofundar os conhecimentos sobre adestramento também te ajuda a entender mais a fundo sobre comportamento animal. Aqui, é importante pensar no adestramento não somente como forma de comandar o cachorro, mas como uma troca. Encare o adestramento como uma oportunidade de conhecer melhor os cães e o que eles querem comunicar em suas interações.

O adestramento pode ser muito produtivo para sanar situações como:

  • cachorros agressivos e temperamentais;
  • cães que latem demais;
  • cachorros que sofrem muito com a ausência do dono e destroem muitos objetos em casa;
  • cachorros com dificuldade de adaptação a outros animais na família;
  • cachorros com dificuldade de socialização com humanos;
  • educação de filhotes.

Esses são apenas alguns exemplos de situações em que o adestramento pode ser extremamente útil.

Quais os benefícios de adestrar um cachorro?

O adestramento inteligente é uma forma de educar o cão de um modo positivo. Alguns dos benefícios são o estímulo cognitivo do animal, a realização de atividades físicas de treinamento que são divertidas e que deixam o cão ativo, facilidade na socialização do animal, melhoria na comunicação entre tutor e cachorro – o que significa bem-estar para ambos -, redução de estresse e ansiedade no animal.

Por consequência, o adestramento também facilita as consultas veterinárias, que frequentemente simbolizam um momento de desconforto para o cachorro. De um modo geral, não se trata apenas de uma forma de ensinar comandos ao cão. O adestramento é uma forma de dar a ele uma rotina mais feliz!

Aos profissionais que desejam aprender ou aprimorar suas técnicas de adestramento, e também para tutores que querem aprender como adestrar seus cães, a Cão Cidadão oferece uma série de cursos presenciais para ensinar fundamentos do adestramento inteligente. Clique aqui para conferir os cursos disponíveis e faça sua inscrição!

Como adestrar um cachorro filhote?

Como adestrar um cachorro filhote?

A casa que antes só tinha objetos de humanos agora tem uma caminha na sala, tapetes higiênicos e muitos brinquedos espalhados pelos cômodos. A família agora tem um novo membro: um filhote de cachorro que espera viver momentos de muita felicidade com você, seus familiares e amigos. Filhotes mexem completamente com a nossa rotina e chegam cheios de energia para se adaptarem ao novo lar. Neste momento, o adestramento é importante para que vocês tenham uma comunicação mais fluida desde cedo e também para o bem-estar do seu pet.

Há quem pense em adestramento somente na fase adulta, mas essa é uma concepção equivocada. Na verdade, quanto mais cedo você começar a ensinar comandos ao seu cão, melhor para vocês dois. Até os três meses de idade, seu cachorro está mais aberto a absorver novas experiências. Se você acabou de adotar um filhote e quer entender os benefícios de adestrá-lo desde já, a gente te conta tudo que você precisa saber.

Entendendo a personalidade do seu cão

De um modo geral, filhotes gostam muito de explorar novos lugares, são curiosos e cheios de energia. Mas já nessa primeira etapa da vida é possível entender alguns traços da personalidade dele: se é agitado ou não, o quanto é dócil, se é mais agressivo, entre outros detalhes. Essas características vão ganhando mais força ao longo da vida, mas reconhecer alguns desses traços mais significativos durante o adestramento é importante para entender o tipo de treinamento mais adequado para ele.

Socialização

A socialização faz parte da vida do animal, mas muitos tutores não se atentam para a importância desse momento na rotina do cachorro. Um cão que não se acostuma a situações sociais pode crescer com medo de barulhos fortes (como de moto, secador ligado ou mesmo os ruídos de pessoas em locais abertos). Isso pode ter reflexos diretos na personalidade dele: seu cão pode tornar-se medroso ou mesmo agressivo em determinadas situações, justamente por um mecanismo de defesa. Todos esses são fatores de estresse que acabam prejudicando o dia a dia tanto do cão quanto do tutor – e neste momento o adestramento pode ser uma ótima forma de auxiliar a socialização.

Interagindo com pessoas

Quando falamos de pessoas, procure manter seu filhote por perto em situações em que há muitas pessoas, obviamente observando de perto as reações dele e não deixando-o exposto a contextos em que ele pareça estar se sentindo estressado. Se ele estiver demonstrando felicidade, deixe que ele aproveite bastante esse momento: cheire as visitas que você recebe em casa, brinque com elas, receba carinho. Tudo isso ajuda a fazer com que ele entenda que pode se sentir confortável perto daquelas pessoas.

Se tiver crianças ao redor, redobre a atenção. Infelizmente são situações em que tanto os filhotes quanto as crianças acabam ficando mais expostos a incidentes. Mesmo que não façam por mal, as crianças muitas vezes podem fazer brincadeiras ou tomar atitudes que são agressivas ou até mesmo traumáticas para os filhotes. Puxões de rabo, orelha, tapas, enfim, uma série de ações que os pequenos podem tomar se não estiverem sob a vigilância de um adulto. Converse com as crianças para que elas entendam a importância de interações carinhosas e vigie de perto as brincadeiras.

Interagindo com outros animais

O treinamento do adestramento inteligente também é uma forma de facilitar a socialização do seu filhote com outros animais. Ao entender os comandos, você consegue fazer essa aproximação com mais segurança e de um modo que não provoque estresse ou ansiedade no seu filhote.

E por falar em socialização, atente-se ao calendário de vacinas antes de sair com ele para os primeiros passeios. Lembre-se de que nesse período ele ainda está mais frágil, começando a adquirir imunidade, ou seja, é preciso redobrar os cuidados para que ele não fique tão exposto à contração de doenças.

Tem vontade de aprender como adestrar o seu filhote? Quer entender quais os comandos são mais adequados para o treinamento dele? Clique aqui e inscreva-se em nossos cursos presenciais de adestramento inteligente!

Comportamento animal: seu cachorro precisa de adestramento?

seu cachorro precisa de adestramento

Sapatos destruídos, vizinhos reclamando sobre latidos e comportamentos instáveis toda vez que você sai de casa? Reconhece essas situações na sua rotina com o seu cachorro? Talvez seja o momento de procurar adestramento para o seu pet. E se você acha que contratar esse tipo de serviço significa que você falhou ao educar o seu amiguinho, tire essa ideia da cabeça! O adestramento nada mais é do que uma demonstração de amor ao seu cachorro, uma forma de melhorar a qualidade do relacionamento entre vocês.

Histórico do cachorro

Especialmente em casos de adoção, é possível que seu amiguinho traga reflexos comportamentais de uma série de situações pelas quais ele já passou. Sabemos que infelizmente esses cachorros muitas vezes passam por situações de abusos e maus tratos na mãos de outras pessoas – ou mesmo lutando pela sobrevivência nas ruas. Com você sendo um tutor responsável e carinhoso, ele aos poucos vai aprendendo a se soltar e ficando à vontade. Ainda assim, é possível que ele mantenha alguns hábitos nocivos como reflexo dos traumas passados.

Estranhar visitas na sua casa ou esconder-se quando alguém chega; fazer xixi ou cocô quando alguém o pega no colo, distúrbios alimentares. Esses são alguns exemplos de comportamentos que refletem traumas. Sendo assim, o adestramento é um meio de ir muito além do que simplesmente ensinar comandos para o seu cachorro. É uma forma de você entender mais a fundo a personalidade dele e encontrar o melhor caminho para lidar com seus medos, anseios e características gerais.

Há quem pense que o adestramento só funcione quando os cachorros ainda estão filhotes, mas isso não é verdade. Ele pode ser adestrado em qualquer idade, desde que tenha o acompanhamento de um profissional bem preparado.

Encare o adestramento como uma terapia canina

Quando você procura um terapeuta, com certeza pesquisa sobre ele, busca indicações e analisa o tipo de metodologia que ele adota no trabalho, certo? Afinal, você só vai se abrir para dividir suas questões existenciais se houver uma relação de sintonia e confiança. Para o adestramento do seu cachorro a lógica é a mesma.

Para que o processo seja produtivo, é fundamental que haja confiança. Por isso a Cão Cidadão preza tanto por um treinamento completo e rigoroso a todos os franqueados da rede. Nós só garantimos a certificação de profissionais que temos segurança de que estão realmente seguros e muito bem preparados para lidar com situações diversas durante o processo de adestramento.

Além disso, adotamos o método de adestramento inteligente, desenvolvido pelo zootecnista Alexandre Rossi e reconhecido cientificamente. O método é baseado no reforço positivo de comportamentos desejáveis – o que garante um aprendizado mais tranquilo e gostoso para o seu cachorro.

Quer entender mais a fundo os benefícios que o adestramento pode trazer para o seu cachorro? Agende uma aula gratuita com a gente! Clique aqui para reservar o seu horário.

Cachorro e gato morando juntos: quais os cuidados?

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O senso comum costuma colocar gato e cachorro como inimigos, mas o convívio entre os dois não precisa ser conflituoso. Na verdade, eles podem se tornar grandes amigos se a introdução entre os dois for feita com bastante atenção e paciência por parte dos donos.

O mais importante é ter compreensão com a personalidade do seu gato e do seu cachorro para respeitar o espaço de cada um na hora da interação. Forçar a barra entre eles não adianta e não é saudável! Aliás, isso pode atrapalhar o processo de adaptação entre os dois. A intenção é que pouco a pouco eles abram mão de uma postura defensiva ou de estranhamento e que comecem a criar vínculos de amizade.

Se você passa muito tempo fora de casa, a amizade entre o cachorro e o gato é ainda mais importante, pois os dois poderão construir grandes momentos se aproveitarem a companhia um do outro. Veja alguns passos para ajudar a estreitar a ponte entre seu gato e seu cachorro.

Entendendo o espaço do cachorro e do gato

Felinos costumam ser mais territorialistas e possuem um comportamento mais independente, ao contrário de cachorros, que se dão bem em matilha. Sendo assim, o ideal é que a introdução seja feita gradualmente, com segurança e monitoramento. Deixe que se aproximem, mas mantenha o cachorro na guia para evitar acidentes. Comece com interações mais curtas, depois vá aumentando os períodos – sempre observando como eles estão se sentindo.

Nesse começo, é importante que o gato tenha alguns cantinhos só dele na casa ou no apartamento, para que se esquive com tranquilidade e não se sinta acuado. No princípio, ele pode ficar um pouco mais desconfiado, enquanto o cachorro pode demonstrar mais curiosidade.

E se o gato ou cachorro estiverem agressivos?

A agressividade é um sinal para redobrar a atenção no processo de adaptação entre o gato e o cachorro. Além da coleira, é válido colocar algum tipo de barreira entre eles, como um portãozinho gradeado. O uso de estímulos positivos, como recompensas a eles após um bom momento de interação também pode ajudar na familiarização. Se sentir que um dos dois está estressado mesmo após ganhar uma recompensa que gosta muito, afaste os dois e tente em outro momento, sempre com calma e passando segurança. É importante não causar um trauma durante a fase de aproximação. Se não estiver conseguindo avanços significativos, vale consultar um especialista em conduta animal.

Como organizar os pertences do gato e do cachorro

Para evitar ciúmes e disputas territorialistas, deixe brinquedos, caminhas, banheiro e vasilhas separados durante o período de adaptação. Gradualmente deixe que eles sintam o cheiro um do outro nos pertences (deixe um paninho do gato perto do cachorro e vice-versa) para que criem familiaridade.

 

Mantenha pulgas e carrapatos longe de seu gato e cachorro

A convivência entre eles pode facilitar a propagação de pulgas e carrapatos em casa. Para evitar que isso aconteça, nós recomendamos o uso de antiparasitas tanto nos animais quanto na casa. Isso porque somente 5% dos parasitas ficam no pelo dos bichinhos, o restante fica no ambiente. Os produtos da Bravecto eliminam pulgas e carrapatos por 12 semanas seguidas em uma só aplicação. Se você se cadastrar no clube de vantagens ainda recebe descontos especiais!

Acompanhe as dicas da Cão Cidadão para o bem-estar do seu cachorro e seu gato!

Gatos que saem sozinhos: como agir?

Gatos que saem sozinhos: como agir?

Quem tem cachorros sabe que os passeios são indispensáveis na rotina, mas e quem é mãe/pai de gato? Será que os felinos também precisam passear? Na verdade, por mais que possa soar estranho para muitos, é melhor acostumar seu gato a passear na coleira do que deixá-lo sair sozinho. De um modo geral, existe um hábito ainda enraizado em muitas pessoas de deixar os gatos passearem sozinhos, pois eles costumam conseguir voltar para casa com facilidade. De fato eles têm uma natureza independente e é bem possível que deem uma escapadinha se tiverem oportunidade. No entanto, você sabe o que acontece com o seu gato quando ele vai para a rua sozinho?

Os perigos das ruas para os gatos

Deixar seu gatinho andando por ai à própria sorte implica em assumir uma série de riscos: atropelamentos, brigas com outros gatos, predadores, maior vulnerabilidade a doenças provocadas por parasitas e até mesmo o risco de ter seu gato roubado por alguém. Sendo assim, deixar o gato passear por conta própria não é o mais indicado. No entanto, se o seu gatinho costuma “escapulir” de vez em quando, isso é um motivo extra para você mantê-lo sempre com a vermifugação em dia, assim como os antipulgas (continue lendo para saber mais sobre isso).

Se você deixava seu gato sair, mas quer mudar esse hábito – ou mesmo se pretende adotar um gatinho e não quer deixá-lo sair sozinho – existe a alternativa de passear com eles na coleira. Criar esse hábito requer paciência e alguns cuidados específicos, considerando a natureza dos felinos. Os gatos são animais que prezam bastante pela independência e podem se estressar com muito mais facilidade do que os cães, por isso os passeios com eles demandam uma atenção extra. Abaixo, vamos listar alguns cuidados para que seu gato fique seguro.

Como minimizar o estresse do gato durante os passeios?

Coleira

É importante entender que dificilmente seu gato terá a mesma familiaridade com a coleira que os cachorros costumam ter. Por isso, é importante fazer um trabalho de adaptação. Compre uma coleira específica para gatos e teste-a em casa. Faça “passeios” curtos usando a coleira pelos cômodos da casa e veja como ele reage.

Quando perceber que seu gato está mais seguro, comece a fazer os passeios na rua, mas sempre prestando atenção no período fora de casa: comece com passeios mais curtos e vá aumentando a duração gradativamente, de acordo com a aceitação do seu felino.

Trajetos

Escolha lugares mais tranquilos para passear, de preferência longe de cães, pois como destacamos no começo do texto, gatos costumam se estressar com facilidade na presença de animais desconhecidos.

Locais de passeio

Dê preferência a lugares sem vegetação muito alta ou pedaços de madeira jogados, pois são ambientes propícios para proliferação de pulgas e carrapatos. Esse é um cuidado extra, mas é importante saber que seu gato fica susceptível a contrair esses parasitas em qualquer lugar. É exatamente por isso que este é o nosso próximo tópico.

Como proteger seu gato de pulgas e carrapatos?

É importante aplicar antipulgas no seu gato para manter os parasitas afastados. No entanto, vale frisar que a aplicação somente nos animais não é suficiente. De um modo geral, somente 5% dos parasitas ficam no corpo do animal. Os demais 95% se espalham pela casa (em frestas, tapetes, camas, casinhas, etc).

Um grande parceiro da Cão Cidadão é o Bravecto, e nós indicamos os produtos que eles oferecem porque são os únicos que eliminam os parasitas do seu gato e da sua casa por até 12 semanas em uma única dose. Quem se cadastra no clube de vantagens ainda recebe descontos especiais.

Gato que não se acostuma com os passeios

O intuito do passeio é proporcionar ao seu bichinho um momento de lazer, bem-estar, relaxamento e atividades físicas. Para alguns bichanos, o passeio pode ser um ótimo momento para explorar novos ares e se divertir. Outros poderão estranhar o ambiente e ficar muito estressados. Se seu gato se sentir assim, não adianta forçar os passeios. É muito importante respeitar o bem estar do seu animal.

Em vez disso, estimule as atividades físicas dentro de casa com brinquedos e afins, para que ele gaste energia e se sinta à vontade! Acompanhe o conteúdo da Cão Cidadão e fique por dentro das nossas dicas para passear com seus pets!