Coronavírus (Covid-19) e pets: o que você precisa saber

Coronavírus (Covid-19) e pets: o que você precisa saber

Com a pandemia do novo coronavírus, muita gente está preocupada em como isso afeta os hábitos com os pets. Confira as respostas para as perguntas mais frequentes.

Nos últimos dias não houve quem não tivesse a rotina alterada em função do avanço do novo coronavírus (Covid-19), inclusive já com casos de transmissão comunitária no Brasil. Tendo em vista a preocupação geral sobre o tema, trazemos este artigo para esclarecer algumas das principais dúvidas levantadas até agora, indicar as orientações de acordo com o atual cenário e reforçar que estamos acompanhando as pesquisas e novidades das autoridades de saúde a respeito do tema, uma vez que o vírus é novo e muitas investigações ainda estão em andamento.

Vale ressaltar que a Cão Cidadão segue as diretrizes de instituições de referência para o meio veterinário, tais como a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e a World Small Animal Veterinary Association (WSAVA).

Cachorros e gatos podem transmitir o novo coronavírus?

Até o momento, não há evidências de transmissão do Covid-19 por cães e gatos nem para humanos, nem para a própria espécie. Houve um caso em Hong Kong de um cachorro com material genético do vírus que faleceu. No entanto, a Organização Mundial de Saúde aponta que não há evidência que sustente que pets transmitam o vírus ou mesmo fiquem doentes em função dele.

Vale lembrar que a família do coronavírus é imensa e que os tipos de vírus que afetam a saúde de cães e de gatos não têm nenhuma relação com o tipo de vírus que está causando essa pandemia.

Se eu estiver contaminado ou com sintomas de gripe, posso ter contato com meus pets?

A orientação nesses casos é para evitar ao máximo o contato direto com os pets por medida de segurança, tendo em vista que o vírus é novo e informações novas vão surgindo ao longo do tempo. Evite principalmente o contato com secreções, como lambidas no rosto.

Os estudos mais recentes mostram que o vírus tem um tempo de sobrevivência alto em contato com superfícies, ou seja, se você estiver contaminado e passar a mão no seu pet, outra pessoa passar a mão nele também e depois levar a mão no rosto, essa pessoa pode se contaminar.

Posso passear com meus pets?

O mais indicado é passear com os animais em locais ao ar livre e com pouca aglomeração de pessoas. Parques e praças cheios devem ser evitados, por exemplo. Também não é aconselhável deixar que outros humanos acariciem o pet, justamente para evitar que as pessoas transmitam o vírus entre si.

Contratei adestramento e serviço de passeio para os meus pets. Quais cuidados devo adotar?

Vamos frisar aqui as medidas que a Cão Cidadão vem adotando com os adestradores – e que podem servir de orientação também para passeadores.

Caso você pertença ao grupo de risco, ou seja, tem mais de 60 anos, possui alguma doença respiratória, renal ou crônica, é hipertenso ou diabético, recomendamos que evite o contato com outras pessoas. Entretanto, é muito importante que a rotina do pet seja mantida, até mesmo para que o trabalho realizado até o momento não deixe de evoluir. Sendo assim, todos os nossos franqueados estão preparados e foram orientados a seguir com as aulas de forma remota, realizando chamadas de vídeo pelo computador ou celular.

Aos demais clientes, as aulas também serão oferecidas de forma remota, e assim que o governo e Ministério da Saúde emitir novas orientações, retomaremos à rotina normal.

Para os que queiram manter as aulas, elas deverão ser feitas em locais ao ar livre e sem aglomerações. Os adestradores estão instruídos a não deixar que outras pessoas entrem em contato direto com os pets. Ao chegar em casa, também indicamos que os tutores higienizem as patinhas dos pets com álcool em gel.

Todos os nossos franqueados que estiverem apresentando sintomas que podem ser associados ao Covid-19 estão orientados a permanecer de quarentena. Essa também é a nossa indicação para tutores.

Acompanhem nossas redes sociais e as redes diretas do Alexandre Rossi, iremos postar informações e atualizações de relevância para vocês. Lavem bem as suas mãos, procurem ficar em casa o máximo possível e permaneçam firmes, vamos vencer esse momento difícil com muita informação de qualidade e consciência coletiva!

 

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Por que é importante ensinar comandos aos cachorros?

O Brasil é o segundo maior mercado pet do mundo. Com uma posição tão relevante neste segmento, não é sem motivo que cada vez mais profissionais demonstrem interesse em trabalhar diretamente com animais. Dentre as profissões, destaca-se a de adestrador. E se você tem interesse em trabalhar com adestramento ou é tutor de pet e quer saber sobre a importância de ensinar comandos inteligentes aos seus animais, esse texto é para você!

Vamos abordar alguns aspectos sobre situações em que o adestramento inteligente pode ser adotado e trazer resultados expressivos.

Em quais situações devo adestrar um cachorro?

Houve um período em que as pessoas associavam o adestramento somente a situações específicas, como é o caso de treinamento voltado para cães de guarda e cães farejadores. No entanto, não é somente nesses casos que o adestramento é indicado.

Antes de mais nada, é preciso pensar na linguagem de comandos como uma forma de aprimorar a sua comunicação com o cachorro. Muitas vezes, o cão desenvolve alguns hábitos e comportamentos em uma tentativa de passar uma mensagem ao dono, mas muitos tutores não compreendem o desejo do animal.

Aprofundar os conhecimentos sobre adestramento também te ajuda a entender mais a fundo sobre comportamento animal. Aqui, é importante pensar no adestramento não somente como forma de comandar o cachorro, mas como uma troca. Encare o adestramento como uma oportunidade de conhecer melhor os cães e o que eles querem comunicar em suas interações.

O adestramento pode ser muito produtivo para sanar situações como:

  • cachorros agressivos e temperamentais;
  • cães que latem demais;
  • cachorros que sofrem muito com a ausência do dono e destroem muitos objetos em casa;
  • cachorros com dificuldade de adaptação a outros animais na família;
  • cachorros com dificuldade de socialização com humanos;
  • educação de filhotes.

Esses são apenas alguns exemplos de situações em que o adestramento pode ser extremamente útil.

Quais os benefícios de adestrar um cachorro?

O adestramento inteligente é uma forma de educar o cão de um modo positivo. Alguns dos benefícios são o estímulo cognitivo do animal, a realização de atividades físicas de treinamento que são divertidas e que deixam o cão ativo, facilidade na socialização do animal, melhoria na comunicação entre tutor e cachorro – o que significa bem-estar para ambos -, redução de estresse e ansiedade no animal.

Por consequência, o adestramento também facilita as consultas veterinárias, que frequentemente simbolizam um momento de desconforto para o cachorro. De um modo geral, não se trata apenas de uma forma de ensinar comandos ao cão. O adestramento é uma forma de dar a ele uma rotina mais feliz!

Aos profissionais que desejam aprender ou aprimorar suas técnicas de adestramento, e também para tutores que querem aprender como adestrar seus cães, a Cão Cidadão oferece uma série de cursos presenciais para ensinar fundamentos do adestramento inteligente. Clique aqui para conferir os cursos disponíveis e faça sua inscrição!

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Como adestrar um cachorro filhote?

Como adestrar um cachorro filhote?

A casa que antes só tinha objetos de humanos agora tem uma caminha na sala, tapetes higiênicos e muitos brinquedos espalhados pelos cômodos. A família agora tem um novo membro: um filhote de cachorro que espera viver momentos de muita felicidade com você, seus familiares e amigos. Filhotes mexem completamente com a nossa rotina e chegam cheios de energia para se adaptarem ao novo lar. Neste momento, o adestramento é importante para que vocês tenham uma comunicação mais fluida desde cedo e também para o bem-estar do seu pet.

Há quem pense em adestramento somente na fase adulta, mas essa é uma concepção equivocada. Na verdade, quanto mais cedo você começar a ensinar comandos ao seu cão, melhor para vocês dois. Até os três meses de idade, seu cachorro está mais aberto a absorver novas experiências. Se você acabou de adotar um filhote e quer entender os benefícios de adestrá-lo desde já, a gente te conta tudo que você precisa saber.

Entendendo a personalidade do seu cão

De um modo geral, filhotes gostam muito de explorar novos lugares, são curiosos e cheios de energia. Mas já nessa primeira etapa da vida é possível entender alguns traços da personalidade dele: se é agitado ou não, o quanto é dócil, se é mais agressivo, entre outros detalhes. Essas características vão ganhando mais força ao longo da vida, mas reconhecer alguns desses traços mais significativos durante o adestramento é importante para entender o tipo de treinamento mais adequado para ele.

Socialização

A socialização faz parte da vida do animal, mas muitos tutores não se atentam para a importância desse momento na rotina do cachorro. Um cão que não se acostuma a situações sociais pode crescer com medo de barulhos fortes (como de moto, secador ligado ou mesmo os ruídos de pessoas em locais abertos). Isso pode ter reflexos diretos na personalidade dele: seu cão pode tornar-se medroso ou mesmo agressivo em determinadas situações, justamente por um mecanismo de defesa. Todos esses são fatores de estresse que acabam prejudicando o dia a dia tanto do cão quanto do tutor – e neste momento o adestramento pode ser uma ótima forma de auxiliar a socialização.

Interagindo com pessoas

Quando falamos de pessoas, procure manter seu filhote por perto em situações em que há muitas pessoas, obviamente observando de perto as reações dele e não deixando-o exposto a contextos em que ele pareça estar se sentindo estressado. Se ele estiver demonstrando felicidade, deixe que ele aproveite bastante esse momento: cheire as visitas que você recebe em casa, brinque com elas, receba carinho. Tudo isso ajuda a fazer com que ele entenda que pode se sentir confortável perto daquelas pessoas.

Se tiver crianças ao redor, redobre a atenção. Infelizmente são situações em que tanto os filhotes quanto as crianças acabam ficando mais expostos a incidentes. Mesmo que não façam por mal, as crianças muitas vezes podem fazer brincadeiras ou tomar atitudes que são agressivas ou até mesmo traumáticas para os filhotes. Puxões de rabo, orelha, tapas, enfim, uma série de ações que os pequenos podem tomar se não estiverem sob a vigilância de um adulto. Converse com as crianças para que elas entendam a importância de interações carinhosas e vigie de perto as brincadeiras.

Interagindo com outros animais

O treinamento do adestramento inteligente também é uma forma de facilitar a socialização do seu filhote com outros animais. Ao entender os comandos, você consegue fazer essa aproximação com mais segurança e de um modo que não provoque estresse ou ansiedade no seu filhote.

E por falar em socialização, atente-se ao calendário de vacinas antes de sair com ele para os primeiros passeios. Lembre-se de que nesse período ele ainda está mais frágil, começando a adquirir imunidade, ou seja, é preciso redobrar os cuidados para que ele não fique tão exposto à contração de doenças.

Tem vontade de aprender como adestrar o seu filhote? Quer entender quais os comandos são mais adequados para o treinamento dele? Clique aqui e inscreva-se em nossos cursos presenciais de adestramento inteligente!

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Comportamento animal: seu cachorro precisa de adestramento?

seu cachorro precisa de adestramento

Sapatos destruídos, vizinhos reclamando sobre latidos e comportamentos instáveis toda vez que você sai de casa? Reconhece essas situações na sua rotina com o seu cachorro? Talvez seja o momento de procurar adestramento para o seu pet. E se você acha que contratar esse tipo de serviço significa que você falhou ao educar o seu amiguinho, tire essa ideia da cabeça! O adestramento nada mais é do que uma demonstração de amor ao seu cachorro, uma forma de melhorar a qualidade do relacionamento entre vocês.

Histórico do cachorro

Especialmente em casos de adoção, é possível que seu amiguinho traga reflexos comportamentais de uma série de situações pelas quais ele já passou. Sabemos que infelizmente esses cachorros muitas vezes passam por situações de abusos e maus tratos na mãos de outras pessoas – ou mesmo lutando pela sobrevivência nas ruas. Com você sendo um tutor responsável e carinhoso, ele aos poucos vai aprendendo a se soltar e ficando à vontade. Ainda assim, é possível que ele mantenha alguns hábitos nocivos como reflexo dos traumas passados.

Estranhar visitas na sua casa ou esconder-se quando alguém chega; fazer xixi ou cocô quando alguém o pega no colo, distúrbios alimentares. Esses são alguns exemplos de comportamentos que refletem traumas. Sendo assim, o adestramento é um meio de ir muito além do que simplesmente ensinar comandos para o seu cachorro. É uma forma de você entender mais a fundo a personalidade dele e encontrar o melhor caminho para lidar com seus medos, anseios e características gerais.

Há quem pense que o adestramento só funcione quando os cachorros ainda estão filhotes, mas isso não é verdade. Ele pode ser adestrado em qualquer idade, desde que tenha o acompanhamento de um profissional bem preparado.

Encare o adestramento como uma terapia canina

Quando você procura um terapeuta, com certeza pesquisa sobre ele, busca indicações e analisa o tipo de metodologia que ele adota no trabalho, certo? Afinal, você só vai se abrir para dividir suas questões existenciais se houver uma relação de sintonia e confiança. Para o adestramento do seu cachorro a lógica é a mesma.

Para que o processo seja produtivo, é fundamental que haja confiança. Por isso a Cão Cidadão preza tanto por um treinamento completo e rigoroso a todos os franqueados da rede. Nós só garantimos a certificação de profissionais que temos segurança de que estão realmente seguros e muito bem preparados para lidar com situações diversas durante o processo de adestramento.

Além disso, adotamos o método de adestramento inteligente, desenvolvido pelo zootecnista Alexandre Rossi e reconhecido cientificamente. O método é baseado no reforço positivo de comportamentos desejáveis – o que garante um aprendizado mais tranquilo e gostoso para o seu cachorro.

Quer entender mais a fundo os benefícios que o adestramento pode trazer para o seu cachorro? Agende uma aula gratuita com a gente! Clique aqui para reservar o seu horário.

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Adestramento Inteligente: tudo sobre a metodologia criada por Alexandre Rossi

Adestramento Inteligente: tudo sobre a metodologia criada por Alexandre Rossi

Ter um animal de estimação é muito bom! Mas, alguns problemas de comportamento podem transformar uma linda relação de amor em um pesadelo. Por isso, é muito importante educar os bichinhos para que nossa relação com eles seja sempre harmoniosa e positiva.

Nos adestramentos realizados pela Cão Cidadão, nós utilizamos o método Adestramento Inteligente e neste artigo você vai entender tudo sobre essa metodologia.

O que é Adestramento Inteligente

O Adestramento Inteligente é um método para educar animais baseado no reforço positivo de comportamentos desejados. Com esse método, sempre que o bichinho realizar uma ação correta ou esperada ele será recompensado.

Essa metodologia traz benefícios tanto para o aprendizado dos animais, quanto para os tutores dos bichinhos, que aprendem a lidar com os pets de uma maneira mais calma e clara, gerando resultados cada vez mais positivos.

Como surgiu a metodologia de Adestramento Inteligente?

O Adestramento Inteligente é uma metodologia desenvolvida pelo Alexandre Rossi. Formado em Zootecnia pela Universidade de São Paulo (USP) e graduando de Medicina Veterinária, possui especialização em Comportamento Animal e obteve o primeiro título de especialista na área na Universidade de Queensland (Austrália), em 1997.

Alexandre começou a se interessar por comportamento animal aos seis anos, observando seus peixes no aquário. Nessa época, ele ensinou os peixes a fazerem alguns truques, como passar por argolas e a tocar pequenos sinos na hora de comer. Mais tarde, esses treinamentos se estenderam a coelhos, hamsters e a bichos de estimação de amigos.

Após se especializar na área, Alexandre Rossi trabalhou e desenvolveu pesquisas em zoológicos de diversos países, adquirindo experiência no adestramento das mais variadas espécies de animais.

No Kruger Park, na África do Sul, por exemplo, ele participou de pesquisas e projetos de reabilitação de animais selvagens com o objetivo de ajudá-los a retomar à natureza.

Na Austrália, ele trabalhou sociabilizando cangurus e outros animais que viviam em parques e apresentavam comportamento agressivo com relação a humanos.

Foi em razão dessas experiências que ele acabou desenvolvendo o método Adestramento Inteligente, ao treinar cães pastores de ovelhas que, além de cuidar do rebanho, exerciam diversas atividades longe de seus tutores durante jornadas exaustivas de trabalho.

Hoje, Alexandre Rossi leciona técnicas contemporâneas de adestramento e participa frequentemente como palestrante em eventos reconhecidos na área. Ele também é o fundador da Cão Cidadão.

Quais animais podem ser adestrados com esse método?

Qualquer animal pode ser educado pelo Adestramento Inteligente, como gatos, papagaios, peixes etc. Utilizando a metodologia, é possível, por exemplo, ensinar gatos obedecerem a comandos, papagaios a não bicarem pessoas, e peixes a realizarem pequenos malabarismos.

O especialista, Alexandre Rossi, já utilizou o Adestramento Inteligente para educar até mesmo porcos, elefantes e girafas!

Seja qual for a espécie, o importante é que o adestrador busque entender os instintos e comportamentos do animal para que possa agir da melhor maneira possível a fim de melhorar a comunicação com os humanos e, assim, ensiná-los formas de conviver melhor com seus tutores e em sociedade.

Por que adotar o método Adestramento Inteligente?

Muito mais do que ensinar um animal de estimação a realizar alguns truques, o adestramento tem o objetivo de integrar o bichinho da melhor maneira possível na sociedade e oferecer a ele – e ao seu tutor – melhor qualidade de vida e de relacionamento.

Ao aprender a respeitar a autoridade de seu tutor e o que pode ou não fazer, o animal passa a ter uma convivência muito melhor com a sua família, evitando aborrecimentos e frustrações. Com isso, o bichinho tem a oportunidade de ficar mais tempo perto de seus tutores, recebendo atenção e carinho, que é tudo o que eles querem.

Por outro lado, os tutores dos animais também começam a entender melhor o comportamento de seus bichos, seus instintos, e passam a respeitar mais as características próprias do pet.

Com essa relação de respeito mútuo, a convivência se torna mais harmônica e o laço afetivo entre o animal e os humanos fica mais forte.

Quando optar pelo método Adestramento Inteligente?

Os animais de estimação podem ser ensinados desde o primeiro momento que eles chegam à casa dos tutores. E, quanto antes você começar a adestrá-lo, mais fácil será esse processo, pois os filhotes aprendem tudo com mais rapidez e facilidade.

Existem outros tipos de adestramento?

Sim, existem vários tipos de adestramento de animais. Alguns dos mais conhecidos são:

Adestramento tradicional de cachorros:

O objetivo dessa modalidade de treinamento é reforçar a figura do tutor do animal como a autoridade na relação.

Nesse tipo de adestramento, não são utilizadas recompensas para comportamentos positivos, mas repreensões para que o animal entenda que o líder da matilha é o seu tutor. Demonstrações de afeto só ocorrem quando o pet já apresenta uma postura calma e submissa.

Treinamento de agilidade

Também conhecido como agility, esse treinamento é voltado para treinar cães para competições de agilidade, onde o animal tem que passar por vários obstáculos no menor tempo possível.

A vantagem de adestrar seu cão nessa categoria é que ele gasta bastante energia e se diverte bastante nos treinos. Isso pode fazer com que ele abandone hábitos ruins que tenha desenvolvido por ficar entediado.

Adestramento para cães de guarda

Nessa modalidade de treinamento, o cachorro é ensinado a atacar segundo o comando de seu tutor. É muito importante que os responsáveis pelo cão participem do treinamento para que possam controlar o animal em casa.

Como aplicar o método Adestramento Inteligente

Como já dissemos, o Adestramento Inteligente se baseia no reforço positivo do comportamento do animal. Portanto, sempre que seu animal realizar uma ação da forma como deseja, ele será recompensado.

E o que pode ser considerada uma recompensa? Isso varia muito de animal para animal e de acordo com as situações, mas geralmente são elogios, carinho, brinquedo, petiscos e passeios.

Nenhum tipo de violência é admitido durante o Adestramento Inteligente, nem mesmo quando o animal age de forma indesejada. Ações repreensivas não resolvem o comportamento negativo e podem fazer com que o animal desenvolva uma personalidade agressiva. As recompensas, ao contrário, estimulam o aprendizado, deixam o pet mais feliz e geram uma relação de afeto com o tutor.

Quando o animal tiver um comportamento indesejado, você deve repreender imediatamente, mas sem agredi-lo ou assustá-lo. Falar um “não” firme ou utilizar um objeto que faça barulho quando ele estiver fazendo algo errado, ignorar o animal quando ele começar a se exceder em alguma brincadeira ou então aplicar uma substância com gosto amargo no pé do sofá para que ele não roa, são exemplos de como repreender o bichinho sem agredi-lo.

Um dos fundamentos do Adestramento Inteligente é a paciência. Ser paciente é fundamental para o sucesso do treinamento, pois para que o animal aprenda um truque, como agir ou o que não fazer, você precisará repetir várias vezes a ação e dar a recompensa (ou repreender o comportamento).

Quem deve aplicar o método?

Com um pouco de conhecimento sobre o comportamento animal e a metodologia de Adestramento Inteligente, qualquer pessoa pode treinar um bichinho. Entretanto, o ideal é adestrar o animal com profissionais especializados que tenham uma ampla experiência, desta forma os resultados tendem a ser mais positivos e duradouros.

Por isso, recomendamos sempre que os interessados em adestrar seus animais busquem adestradores qualificados, com boas referências e experiência comprovada na área.

Quanto tempo leva para o cachorro ser adestrado?

Para definir por quanto tempo um animal precisa ser adestrado, uma série de fatores precisam ser avaliados por um especialista. O tempo para que o cão seja bem treinado varia muito de caso a caso. Por isso, agende uma visita gratuita, converse com um de nossos adestradores e saiba mais sobre nosso método e planos.

Quanto custa adestrar um cachorro?

Adestrar seu cachorro pode ser considerado um investimento. Além de você evitar comportamentos negativos (como medo excessivo ou agressividade) que podem resultar em danos físicos tanto para sua família quanto para o animal, um pet bem treinado também causa menos prejuízos em sua casa. Isso porque, ele aprenderá, desde pequeno, que não pode fazer xixi fora do lugar, roer móveis ou estraçalhar outros objetos que não sejam os seus brinquedos.

Na Cão Cidadão, o serviço de adestramento é cobrado por aula, de 40 minutos cada, independentemente do número de cachorros a serem treinados. Nossos planos têm custo a partir de R$ 93 por aula. Para mais detalhes, clique aqui.

Como escolher a melhor opção de adestramento para o meu animal?

Para que você e seu animal tenham a melhor experiência possível no processo de adestramento, alguns pontos devem ser observados antes de contratar esse serviço:

Referências do profissional

Antes de contratar um adestrador, se informe sobre esse profissional e busque referências. Procure saber se ele possui formação na área, quantos anos de experiência ele já tem, se ele está atualizado em relação às técnicas mais modernas de treinamento etc.

Método a ser utilizado no adestramento

Existem diversos métodos para o adestramento de animais. Procure saber qual é o utilizado pelo profissional que você deseja contratar e avalie se será confortável para você e seu bichinho.

Participação do tutor nos treinamentos

A participação do tutor durante o processo de treinamento do animal é muito importante, afinal, desenvolver uma boa relação entre o bichinho e seu tutor é um dos objetivos do adestramento. O profissional deve ensinar o responsável a como educar o pet e incentivá-lo a reconhecer a sua liderança. Dessa forma, estimulará a criação de laços de afeto e respeito que durarão por toda a vida.

Além disso, o responsável pelo animal e deve supervisionar o trabalho feito pelo adestrador para garantir que ele está sendo tratado de forma adequada.

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Quanto custa adestrar um cachorro?

Quanto custa adestrar um cachorro?

Ao decidir ter um cachorro, os tutores desejam que o bichinho seja educado, dócil e conviva em harmonia com sua família, outras pessoas e animais. Para que tudo isso aconteça, é preciso que o responsável pelo animal se dedique a educar o cãozinho desde muito cedo. Porém, muitas pessoas não têm o tempo, a paciência e os conhecimentos necessários para adestrar um cachorro. Nesses casos, a ajuda de um adestrador profissional pode ser a solução para evitar muitos problemas e frustrações.

Entretanto, muitas pessoas acreditam que o serviço de adestramento é algo caro e muito distante da realidade de grande parte das famílias. Porém, isso não é verdade. Treinar um ou mais cães pode ser mais barato do que você imagina e ajuda a evitar muitos gastos futuros!

Para acabar com esse engano de uma vez por todas, confira quanto custa, quais os benefícios e vantagens em contratar um serviço para adestrar seu cachorro.

O que é adestramento e como funciona?

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o adestramento de animais não é algo supérfluo ou que só deve ser procurado em casos extremos, quando o cachorro apresenta graves problemas de comportamento.

Adestrar seu cachorro é sempre recomendado, pois, além de eliminar ou minimizar comportamentos indesejados, o treinamento ajuda na sociabilização do cão e melhora o relacionamento do animal com sua família, tornando a relação muito mais harmoniosa e feliz.

O adestramento não precisa necessariamente ser feito por um profissional. Com algumas dicas simples você mesmo pode realizá-lo em sua casa. Mas, um adestrador treinado e com experiência pode facilitar muito esse processo.

Ao ensinar alguns comando para o cachorro, ele passa a compreender melhor o que o dono espera dele e, assim, cão e humano podem se comunicar melhor, evitando stress, frustrações e fortalecendo o vínculo afetivo e de confiança entre os dois.

Na Cão Cidadão, a equipe de adestradores utiliza o método adestramento inteligente, que oferece reforço positivo das atitudes corretas do animal. Nenhum tipo de ação violenta ou que deixe o cachorro com medo é utilizada em nossas aulas.

Quanto custa o serviço de adestramento?

Adestrar seu cachorro pode ser considerado um investimento. Além de você evitar comportamentos negativos (como medo excessivo ou agressividade) que podem resultar em danos físicos tanto para sua família quanto para o animal, um cão treinado também causa menos prejuízos em sua casa. Isso porque, ele aprenderá, desde pequeno, que não pode fazer xixi fora do lugar, roer móveis ou estraçalhar outros objetos que não sejam os seus brinquedos. Já fez as contas de quanto gastou em tudo que seu cachorro danificou? Esse valor pode te surpreender.

Na Cão Cidadão, o serviço de adestramento é cobrado por aula, de 40 minutos cada, independentemente do número de cachorros a serem treinados. Nossos planos têm custo a partir de R$ 93 por aula. Para mais detalhes, clique aqui.

Por quanto tempo devo adestrar o cachorro?

Para responder essa pergunta, uma série de fatores precisam ser avaliados por um especialista. O tempo para que o cão seja bem treinado varia muito de caso a caso. Por isso, agende uma visita gratuita, converse com um de nossos adestradores e saiba mais sobre nosso método e planos.

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É possível adestrar mais de um cachorro ao mesmo tempo?

É possível adestrar mais de um cachorro ao mesmo tempo?

Você tem dois ou mais cachorros e deseja adestrá-los mas não sabe o que fazer ou por qual deles começar? Que tal treiná-los ao mesmo tempo? Considera uma missão impossível? Mas não é.

Assim como para adestrar um cão, ao treinar dois você precisará de tempo, dedicação e paciência. A diferença é que você precisará entender que cada cão é um indivíduo e, por isso, é preciso trabalhar cada um entendendo sua personalidade. Porém, com algumas dicas, educar seus dois bichinhos ao mesmo tempo pode ser mais simples do que você imagina.

Entenda as especificidades de cada cão

Antes de começar o adestramento – e até mesmo durante o processo – entenda e reconheça a personalidade de cada um. Tente identificar o que cada um gosta, o que os incomoda, quais são os comportamentos negativos e positivos que cada um apresenta, se um é mais agitado que o outro etc. Observe também as semelhanças comportamentais que eles apresentam.

Com base nessa observação ficará mais fácil saber o que você poderá usar para ajudar durante o treinamento e o que evitar. Por exemplo, se os dois cães adoram um determinado petisco, use-o para recompensar comportamentos positivos. Se um deles não gosta de barulhos muito alto, esse pode ser o seu jeito de repreender o comportamento negativo desse animal, mas talvez você precise encontrar outra forma para inibir o do outro animal. Se eles ficam mais bem comportados depois de passear, escolha esses horários para realizar o adestramento.

Acostume os cachorros a conviverem de forma harmoniosa

Você, sua família e seus animais de estimação são um grupo e os cães precisam entender que você é o líder e que eles devem ter uma boa relação, de carinho e respeito, todo mundo – inclusive entre eles.

Acostume e eduque seus cachorros para que eles interajam de forma civilizada entre eles, sem brigas. Se eles forem filhotes, é mais fácil se acostumarem a viver juntos. Se forem adultos, é importante apresentar os animais uns aos outros com calma e paciência, para evitar problemas.

Se eles já se dão bem, faça as atividades diárias com eles juntos, como passear, brincar, alimentar, escovar, etc. Assim, eles estarão acostumados a estar com você e dividir sua atenção sempre e isso pode ajudar no processo de adestramento em conjunto.

Ensine os comportamentos adequados e comandos aos cães ao mesmo tempo

Com os cães já acostumados a viverem juntos e a dividirem sua atenção, você pode começar o adestramento dos dois ao mesmo tempo. Pense como se você fosse o professor e estivesse dando aula para uma turma.

Com dos cães calmos e prestando atenção em você, ensine um comando e sempre que seu cão fizer o que você deseja recompense o comportamento com um petisco e carinho. Faça com que cada um repita a ação desejada e recompense individualmente.

O bom de treinar os cachorros ao mesmo tempo é que um serve de exemplo para o outro. Assim, se um cão aprender mais rápido que o outro, as chances de o companheiro repetir o comportamento desejado é grande.

Se um dos animais tiver um comportamento indesejado, você pode repreendê-lo, mas evite ficar acariciando muito o outro cachorro nesse momento para não gerar ciúmes ou rivalidade. Ou seja, se deu bronca em um, não dê atenção excessiva para o outro.

Caso você tenha dificuldades para ensinar seus cachorros, você pode contar com a ajuda de um profissional. Na Cão Cidadão, o valor do adestramento é calculado por aula, independente da quantidade de alunos. Agende uma visita gratuita e saiba mais sobre nossa metodologia.

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Como acalmar cachorros com medo de fogos de artifício?

Em épocas festivas é muito comum o uso de fogos e rojões durante comemorações. Porém, alguns cachorros mais sensíveis e medrosos acabam se estressando muito nessas situações, e em alguns casos, o pânico é tão grande que, ao tentarem se proteger, os bichinhos podem se machucar, fugir ou até mesmo terem sérios problemas de saúde.

Para evitar esse tipo de problema, algumas dicas podem ajudar seu cãozinho a passar por esse período de uma forma muito mais tranquila.

Por que eles têm medo de fogos de artifício e rojões?
Cães têm a audição muito mais sensível que a de humanos e barulhos muito altos costumam incomodá-los.

Além disso, para eles, sons altos podem significar perigo. Estrondos, como os de um rojão ou fogos, passam a ideia de que algo grande se aproxima. Na natureza, sons desse tipo podem representar uma árvore caindo, uma tempestade muito forte se aproximando ou até mesmo um desmoronamento. Faz parte do instinto de sobrevivência do animal fugir ou se esconder quando ouvem esses barulhos, pois, assim, eles teriam mais chances de sobreviver caso algum desastre acontecesse.

O que fazer para diminuir esse medo nos cachorros?

1. Sociabilização e dessensibilização

Em primeiro lugar, devemos lembrar da importância de realizar uma boa sociabilização dos filhotes para que eles não cresçam com medo de pessoas, outros animais, barulhos ou situações do dia a dia.

Mas, se o seu cachorro já não é mais filhotinho e ele tem muito medo de fogos de artifício, rojões ou outros sons, você também pode treiná-lo para que, aos poucos, ele se acostume com esse tipo de barulho. Para isso, você irá precisar de um gravação do ruído que causa medo no cão para realizar a dessensibilização.

Em um dia tranquilo, com o cachorro bem relaxado e calmo, coloque o som do barulho do qual seu bichinho tem medo para tocar, em volume baixo, e brinque com ele normalmente, faça bastante carinho, dê petiscos. Com o tempo, vá aumentando o volume devagar e continue agradando o e mostrando que aquele barulho não representa perigo nenhum.

É muito importante respeitar sempre o limite do animal. Caso ele se assuste, volte a abaixar o volume e comece de novo.

Caso sinta necessidade, você pode contratar um adestrador profissional para lhe ajudar com esse treinamento.

2. Prepare um espaço seguro para o cachorro

Se o seu cachorro já procura um lugar específico em sua casa para se abrigar quando está com medo, permita que ele fique lá enquanto tiver barulho de fogos e rojões. Um ambiente associado a uma pessoa que ele tem mais afinidade, que tenha bastante o cheiro das pessoas da casa, também pode ajudá-lo a se sentir mais seguro.

Crie um espaço no qual ele possa ficar tranquilo, com janelas e portas fechadas para minimizar o som externo e impedir que o cãozinho fuja para a rua. Você pode, ainda, colocar uma música ou deixar a TV ligada para mascarar ainda mais os ruídos que o assustam.

É importe que quando sabemos que haverá barulhos que podem assustar o bichinho, que eles fiquem de coleira com identificação. Assim, caso ele escape de sua casa por estar assustado, ficará mais fácil dele ser localizado e levado de volta para você.

3. Mude a sua reação

Quando seu cachorro ouvir um barulho que o assuste, ao invés de se abaixar e ficar preocupado com ele, mude a sua reação. Esse comportamento aflito passa para o seu cão a sensação de que você também está com medo do barulho e isso pode piorar a situação.

Ao invés disso, tente mostrar que está tudo bem. Comemore o barulho com ele, faça carinho, jogue uma bolinha para ele, dê um petisco. Com isso, aos poucos ele passará a associar o barulho que o assustava com uma situação mais prazerosa.

4. Procure um veterinário

Em alguns casos, o medo de fogos de artifício é tão grande que o cachorro baba, treme, fica extremamente agitado, podendo se colocar em risco e até mesmo desenvolver algum tipo de doença. Nesses casos, é possível utilizar uma medicação para acalmar o animal durante os períodos nos quais ele ficará exposto aos sons que tem medo.

Entretanto, somente um veterinário é capaz de avaliar a necessidade e prescrever algum medicamento para esse fim. Nunca dê remédios aos cachorros sem a prescrição médica.

Além disso, caso seu veterinário considere melhor que o seu cãozinho tome medicação para se acalmar, é preciso testar o efeito do remédio antes do dia no qual o cachorro ficará exposto aos fogos e rojões. Dessa forma é possível avaliar sua reação e evitar complicações inesperadas na hora da utilização.

Seguindo essas dicas com certeza você e seu amiguinho poderão curtir as comemorações muito mais tranquilos e sossegados.

Se você seguiu estas orientações e ainda assim o pet não melhorou, procure a ajuda de um especialista em comportamento animal para minimizar o estresse do seu bichinho. Fale conosco!

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5 coisas que você precisa saber sobre cachorros filhotes

5 coisas que você precisa saber sobre cachorros filhotes

 

Depois de pensar muito sobre o assunto e sonhar com esse dia, finalmente você e o seu filhote de cachorro estão em casa. Com certeza você e sua família esperam vivenciar momentos felizes e agradáveis na companhia do cãozinho.

Mas, para que esse sonho não se torne um pesadelo, é importante que você se informe sobre algumas características e cuidados básicos que precisará ter com o filhote. Neste artigo a gente te conta 5 coisas que você precisa saber sobre seu novo amiguinho.

1. Cada raça tem características comportamentais e necessidades distintas

Você sabe quais são as características comportamentais e necessidades específicas da raça do seu filhote? Se você ainda não pesquisou sobre esse assunto, o momento é agora. Entenda o que você deve esperar do seu cachorro e prepare-se para não ter problemas futuros.

Se a raça do seu filhote é mais agitada, já crie uma estratégia para que ele possa gastar energia durante passeios e brincadeiras, por exemplo. Por outro lado, se for uma raça que tem tendência ao sedentarismo e obesidade, já comece a pensar em formas de incentivar seu filhote a sempre se exercitar. Dessa forma você evita problemas comportamentais e até mesmo de saúde no futuro.

2. Não há idade mínima para começar a adestrar um cachorro

Muitas pessoas ainda acreditam que é preciso esperar o cachorrinho chegar a uma certa idade para começar a adestrá-lo, mas isso é um mito. Filhotes podem ser ensinados desde o primeiro dia que chegam a sua casa.

Começar o treinamento desde cedo é importante para que o animalzinho não desenvolva hábitos indesejados, como fazer xixi fora do lugar adequado ou morder objetos e móveis da casa. Ensinar um filhote de cachorro é fácil, só requer um pouco de tempo e paciência. O momento dedicado à educação do filhote é uma ótima oportunidade para criar uma relação de afeto e confiança entre o animal e o seu dono.

Assista agora algumas dicas de como começar a treinar seu cachorro em casa. Caso sinta a necessidade, você pode contratar um especialista em adestramento para te ajudar nessa missão.

Passo a passo para educar filhotes de cães

3. Cuidados com a saúde do pet desde pequeno são essenciais

Nenhum animalzinho está livre do risco de ter algum problema de saúde. Porém, muitas doenças podem ser evitadas com cuidados básicos com a saúde do animal. Com os filhotes, é importante vaciná-los corretamente e manter um ambiente limpo, seguro e livre de pulgas e carrapatos.

Durante os três primeiros meses de vida, período em que ele deve tomar as vacinas recomendadas, você pode levar o filhote para passear no colo ou em um carrinho, e deve evitar que ele entre em contato com animais que você não conhece. Por ele não estar totalmente imune, os riscos dele contrair uma doença é muito alto. No entanto esta também é uma fase muito importante, assunto do próximo tópico.

4. Sociabilizar o filhote é importante

Não tem jeito. Para que seu cachorro não seja reativo e tenha medo de objetos e situações comuns do dia a dia, é preciso sociabilizar o filhote desde de cedo.

Dos zero aos três meses de idade é a fase em que o cãozinho está mais aberto a novas experiências. Por isso, devemos aproveitar esse período para apresentá-lo ao maior tipo diferente de pessoas, objetos, barulhos e situações diferentes. Essas interações devem ser feitas de maneira agradável, de maneira que o animalzinho se sinta seguro. Forçar o cachorro a uma situação desagradável para ele pode gerar traumas. Por isso, tenha paciência e deixe ele interagir com situações, pessoas e objetos novos no tempo dele. Veja aqui dicas de como socializar o filhote em diversas situações.

5. Filhotes reconhecem (ou não) a liderança do dono desde cedo

Na natureza, cachorros são seres sociais, que vivem em matilhas e precisam fazer parte de um grupo equilibrado, com um líder definido para seguir.

Em casa, o grupo do seu cachorro é você e sua família. Caso ele não reconheça alguém da casa como seu líder, ele certamente irá tentar dominar o ambiente e as situações. Isso pode gerar problemas de comportamento e até mesmo agressividade.

Por isso, é importante que seu filhote reconheça seu dono como um líder. Assim, ele irá respeitar e entender os limites impostos e se tornará mais obediente e dócil na vida adulta.

Adestrar o cachorro desde pequeno, com carinho e recompensando bons comportamentos, é uma ótima forma de desenvolver essa relação com o animal. Desse jeito você criará uma ligação com seu bichinho baseada no afeto, confiança e respeito que irá durar por toda a vida.

Se você quiser saber mais sobre como educar o seu filhote, conheça o curso online ministrado pelo Alexandre Rossi: Passo a passo para educar filhotes de cães.

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Qual a melhor opção: adotar ou comprar um filhote?

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Quando planejamos ter um animal de estimação, uma das primeiras escolhas que precisamos fazer é decidir entre comprar ou adotar. As duas alternativas têm suas vantagens e desvantagens, cabe ao futuro dono do bichinho escolher a opção que mais se encaixa nas necessidade de sua família e estilo de vida. Para nós, o mais importante é que o futuro dono do bichinho esteja totalmente ciente do que significa – tanto para ele e sua família, quanto para a sociedade – escolher entre uma ou outra opção.

Além disso, antes de comprar ou adotar um filhote, saiba que ele viverá por muitos anos e precisará de carinho, atenção, cuidados com a saúde, alimentação e um ambiente adequado para crescer e se desenvolver. Tudo isso exige tempo e um certo investimento financeiro e será sua responsabilidade garantir a segurança e o bem estar do bichinho por toda a sua vida. Você está pronto para assumir essa responsabilidade por muitos e muitos anos?

A seguir, apresentaremos alguns pontos que devem ser considerados na hora de fazer sua escolha.

Adotar é um ato de amor

Em todo o mundo, a situação dos animais de rua e abandonados é extremamente triste e preocupante. A grande maioria dos bichinhos que vivem nas ruas passam fome, não recebem os cuidados necessários com sua saúde e, muitas vezes, não são cadastros, o que acaba agravando o problema da superpopulação de animais de rua.

Ao serem resgatados por organizações e abrigos que cuidam de animais, eles passam a ter melhor qualidade de vida. Porém, por mais que os responsáveis por esses espaços deem carinho aos bichinhos, eles não recebem toda a atenção e amor que merecem e que poderiam receber se estivessem em uma família.

Por isso, adotar é um ato de amor aos animais e também uma forma de exercer nossa responsabilidade social. Ao adotar um filhote, você está contribuindo para que menos animais vivam nas ruas ou passem a vida toda à espera de uma família que os acolham.

Se for comprar, seja responsável

Seja por qual for o motivo que você decida comprar um animal, é importante assumir sua responsabilidade por esse ato. O comércio de animais é um negócio lucrativo e, infelizmente, muitas pessoas mau intencionadas têm explorado de forma degradante os animais para a reprodução e não oferecem cuidados básicos com a saúde e o bem estar de adultos e filhotes.

Por isso, antes de comprar, cheque se o criador é sério, responsável e regularizado. Não compre animais em petshops ou em locais nos quais você não possa verificar a procedência do animal ou as condições nas quais os filhotes e seus pais são mantidos e criados.

Existem muitos criadores sérios e comprometidos com a saúde e o cuidado dos animais. Mas é preciso pesquisar muito, se informar e visitar esses locais antes de fechar negócio.


Ao comprar de um criador clandestino ou que pratique crueldade com os animais, você está estimulando e financiando essas práticas. A melhor forma de acabarmos com esse tipo de situação é não comprando animais desse criadores.

O que levar em consideração na hora de escolher entre adotar e comprar?

Bom, agora que você já sabe tudo o que implica socialmente e para a vida dos animais adotar ou comprar, chegou a hora de falar sobre alguns aspectos relacionadas às características dos animais e como elas podem se relacionar às especificidades de sua vida pessoal.

Porte pequeno, médio ou grande?

Ao escolher um animal de estimação, é preciso levar em consideração o seu porte e o espaço físico que você poderá oferecer em sua casa. Se você mora em um apartamento pequeno, talvez não seja uma boa ideia adotar ou comprar um filhote que chegará a ter grande porte.

Além de mais espaço, animais maiores precisam gastar mais energia. Por isso, você não tem tanto tempo ou disposição para longos passeios ou atividades que exijam mais esforço físico do animal, é melhor escolher um filhote que será menor na vida adulta.

Sobre essa característica, os animais de raça definida – e existem muitos deles também para adoção – têm uma vantagem, pois você saberá qual o porte que o animal terá no futuro antes de levá-lo para casa.

Também é possível observar algumas características em filhotes sem raça definida e estimar se, quando adulto, ele será de pequeno, médio ou grande porte. Converse com o responsável pelo abrigo e até mesmo com veterinários para ouvir a opinião dele sobre o assunto. Mas esteja aberto a surpresas no futuro.

Temperamento do animal

O temperamento de um bichinho de estimação deve ser compatível com a realidade de sua família. Por isso, antes de comprar ou adotar um filhote, é preciso que você avalie o seu estilo de vida e entenda quais são as suas necessidade e o que você pode oferecer ao seu novo amigo.

Se você e sua família são ativos, gostam de praticar atividades físicas ou se você tem crianças em casa, um animal com um comportamento mais brincalhão ou que precise gastar mais energia pode ser compatível. Porém, se você já não tem tanto tempo para se dedicar a atividades físicas mais intensa com o bichinho ou mora bebês ou pessoas idosas, o ideal é escolher um animal mais calmo e tolerante.

Mais uma vez, nesse aspecto, filhotes de raça definida são escolhas mais seguras na hora de comprar ou adotar. Porém, os animaizinhos já demonstram sua personalidade desde cedo. Por isso, quando for adotar ou comprar, é importante observar e conversar com o criador ou o responsável pelo abrigo sobre as características comportamentais do filhote desejado. Assim, sua escolha será mais assertiva em relação às suas necessidades e a do animal.

Porém, tenha em mente que filhotes são muito inteligente e podem ser facilmente adestrados. Caso você tenha problemas com o comportamento do seu animal – seja comprado ou adotado – é possível buscar ajuda profissional. Dessa forma, você, sua família e seu bichinho terão uma convivência muito mais harmônica e agradável. Caso tenha interesse, agende uma vista grátis com um adestrador da Cão Cidadão.

Seja qual for sua escolha – adotar ou comprar um filhote, de raça ou vira-lata, no final de tudo, o mais importante é o carinho e cuidado que você e sua família poderão oferecer ao animal. Com certeza, vocês receberão muito amor e companheirismo em troca.

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