Cães destruidores. O que fazer?

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Por Maria Fernanda Modaneze, adestradora e franqueada da Cão Cidadão

Oferecer brincadeiras, passeios e atividades pode ser a solução. Confira!

Você tem aquele cãozinho adorável em casa, que é carinhoso, companheiro e brincalhão. Tão brincalhão, que até os móveis se tornam brinquedos. Será que é possível ter um cão destruidor e ainda manter os objetos inteiros?

Antes de mais nada, entenda que cães destruidores são animais que têm um alto nível de energia, então, eles precisam de entretenimento certo e saudável para suprir toda essa energia. Acompanhe as sete dicas que a profissional dá para manter os móveis intactos e fazer o seu melhor amigo feliz.

Passeios diários. Uma rotina de passeio é essencial para qualquer cão, mas para esses pets, em especial, é obrigatória.

Creches e passeadores. Outra opção são as creches, onde o cãozinho passa o dia brincando e interagindo com outros, o que colabora ainda com o seu desenvolvimento social. Os passeadores também são boas alternativas.

Brinquedos estimulantes. Brinquedos de diferentes formatos, cores e materiais são recomendados, mas somente se o cão não tiver o hábito de engolir.

Brinquedos artesanais. Para os que engolem pedaços, o ideal é oferecer brinquedos de nylon, coco verde vazio e papelão.

Promover o interesse. Fazer rodízio de brinquedos também é importante, ou seja, troque-os a cada dois dias evitando que o amigo peludo perca o interesse.

Interativos. Alimentar o cão com brinquedos interativos também ajuda, assim ele é estimulado física e mentalmente. Há brinquedos específicos em pet shops, mas também é possível fazê-los com garrafas pet, mantendo-as espalhadas ou penduradas pela casa.

Caça ao tesouro. Esconder ração e petiscos pela casa também é divertido, pois, além de promover a brincadeira de caça e deixar o pet entretido, ainda estimula a sua natureza.

É possível também usar nos móveis um spray inibidor, com um gosto nada agradável ao cão.
E lembre-se: para cada “não” que você falar, precisa ter um “sim”. Então, ofereça sempre opções de brincadeiras para o melhor amigo. Dessa forma, ele e toda a família serão muito felizes!

Fonte: Jornal A Tribuna de Santos

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Ideias e brincadeiras refrescantes para o verão

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Por Thalita Galizia, adestradora e franqueada da Cão Cidadão

Quem tem um pet em casa sabe como é gostoso brincar com ele. Este momento é muito importante para estreitar ainda mais o vínculo entre tutor e animal, além de ser um motivo para o amigo gastar energia. No verão, nada mais gostoso do que brincadeiras que entretenham e refresquem o cãozinho.

Pegue um brinquedo que possa ser colocado no congelador, normalmente são aqueles de borracha ou plástico mais resistentes. Por exemplo, o Kong (ou similar), geladinho, recheado com ração úmida ou até mesmo com papinha de frutas (veja com o veterinário o que o cão pode comer) é diversão garantida. Seu cão vai adorar esse sorvetinho feito especialmente para ele!

Atividades aquáticas também são bastante interessantes. Mas para submeter o amigo a essas brincadeiras é preciso saber primeiro se ele é um animal confiante para interagir com água.

Uma piscina é um local legal e que vai gastar bastante energia do pet. Praias, lagos e trilhas em que são permitidas a entrada de cães, são boas opções para se aventurar com o peludo e conhecer lugares novos.

Mas lembre-se de sempre de respeitar os limites do bicho de estimação, além de mantê-lo bem hidratado.
Nunca faça exercícios em horários muito quentes, como no fim da manhã e/ou no começo da tarde. Além do calor, o animal pode sofrer lesões nas almofadas das patas.

Agora, é só aplicar as dicas e se divertir na companhia de seu melhor amigo!

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Perdendo espaço

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“O Fredericksen era filho único, mas há alguns meses adotamos a Meg que tem oito anos; ambos são Buldogues Ingleses. Depois de seis meses conosco ele começou a ficar agressivo: primeiro mordeu o meu marido e depois me agrediu três vezes (todas graves). Não sei mais como agir, pois estou em pânico. Meu marido passa a semana fora e fica só eu e os dois. Tudo é motivo para ele mudar o temperamento. Fiquei triste pelo fato de o veterinário ter falado que temos que bater nele e eu não concordo. Estou arrasada, pois com outras pessoas ele é amável. Por favor, o que devo fazer?”

Por Marina Marinho, adestradora e franqueada da Cão Cidadão

Oi, Luiza! Tudo bem?

O Fred começou a ficar agressivo depois da chegada da Meg, muito provavelmente porque perdeu o espaço que antes era só dele.

O cão, quando divide recursos (água, comida, carinho, atenção etc), geralmente acaba desenvolvendo uma certa defesa e, para se defender, ele ataca!

O ideal, nessa situação, é tentar entender qual o real gatilho para esses ataques. Geralmente a chegada de outro pet acaba desencadeando esse tipo de comportamento, então, é preciso fazer associação positiva com o Fred, entregando petiscos sempre que agir normalmente (sem ataques e, de preferência, na presença da Meg).

Mas para que isso aconteça com segurança é necessário o uso de uma guia e uma coleira e, preferencialmente, colocá-la em um ponto fixo para que ele não tenha sucesso de modo algum.

É preciso fazer treinos diários para que ele associe a presença de vocês a algo muito gostoso (petiscos são ideais).

Quando os ataques acontecem com frequência, podemos entender que o cão está tendo sucesso e isso faz com que a frequência desse comportamento aumente.

Portanto, a ajuda de um bom profissional é uma ótima opção.

Bater nunca é a melhor saída!

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Ansiedade de separação: como lidar com cães que ficam sozinhos?

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* por Joilva Duarte, adestradora e franqueada da Cão Cidadão

Com a vida agitada que a maioria das pessoas leva, é cada vez mais comum os cães ficarem sozinhos em casa e desenvolver o que chamamos de ansiedade de separação.

Este problema pode ser percebido por meio de maus comportamentos apresentados pelo bichinho, como latidos excessivos, destruição de móveis e objetos, automutilação e apatia. Ou seja, estas são as formas que os cães encontram para lidar com o estresse causado pela ausência do dono e pela falta do que fazer durante o período sozinho.

Em primeiro lugar precisamos ter a consciência de que os cães não fazem isso para se vingar dos tutores durante sua ausência e sim para extrapolar um sentimento que para eles está sendo difícil de lidar: a solidão.

O que fazer?

Primeiramente, aumente a atividade física do bichinho antes de deixá-lo sozinho em casa. Você pode realizar com ele um passeio mais longo, com a intenção de que ele gaste bastante energia.

No mercado pet existe uma infinidade de brinquedos interativos que ajudam nesses momentos, mas o ideal é que você vá oferecendo e percebendo quais são as preferencias do seu pet.

Quando comprar um brinquedo novo ofereça para ele e fique elogiando enquanto ele interage. Nesse momento, faça pequenas separações. Por exemplo: se ele está com o brinquedo na sala, vá para outro cômodo, fique alguns minutos e volte. Depois, dê atenção sempre que ele estiver com o brinquedo para que assim ele entenda que este objeto é muito importante.

Descobriu quais brinquedos são os preferidos? Então, só deixe esses passatempos à disposição quando seu bichinho for ficar um período sozinho, assim, aquele brinquedo que para ele é muito legal passa a ser a distração principal na sua ausência. Os brinquedos que sempre estão disponíveis não são tão interessantes, então, o ideal é sempre fazer um rodizio para que sempre seja novidade.

Outro grande aliado para ajudar na distração de nossos pets são as creches, locais onde o bichinho fica por um ou dois dias da semana e interage com outros animais, além de gastar energia.

Em alguns casos extremos existe a necessidade de utilizar medicação, além dos treinos indicados. Então, o ideal é o acompanhamento de um médico veterinário e de um especialista.

Fonte: SP Norte.

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Brinquedos contra estresse: torne o dia de seu pet mais divertido

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Por Ingred Rose, bióloga, adestradora e franqueada da Cão Cidadão

A maioria dos pets costuma passar longos períodos em casa quando seus tutores saem para trabalhar. Alguns adquirem ansiedade de separação, que é o comportamento caracterizado pela necessidade de ter outro membro do grupo por perto. Devido a isso, acabam não conseguindo se distrair, podendo uivar e latir para chamar a atenção, além de destruírem objetos para extravasar o estresse.

Existem vários brinquedos interativos vendidos em pet shops para entreter o animal, o que não impede o tutor de fazê-los com suas próprias mãos.

Os brinquedos mais comuns para cães são a Petball – uma bola onde se coloca ração e o pet precisa rolá-la para que o grão caia – e o Kong – onde podem ser colocadas frutas amassadas ou congeladas, para que o amigo gaste a energia tentando retirá-las.

Pendurar cabos de guerra nas portas; petiscos planos dentro de papelões amarrados com barbante e escondidos pela casa para brincar de caça, garrafa pet furada com grãos de ração dentro, entre outros exemplos, certamente vão deixar o animal mais entretido.

Para gatos, os brinquedos mais comuns são: fitas e objetos com penas pendurados em uma maçaneta; bolinhas tipo ping-pong com penas; caixas de papelão empilhadas cheias de passagens entre elas e arranhadores. Cada pet terá sua preferência e, por isso, é importante descobri-la.

Para que o animal consiga focar nas atividades sadias na ausência de companhia, é essencial que as mesmas sejam apresentadas e estimuladas enquanto ele estiver acompanhado. A repetição dessas brincadeiras fará com que ele tenha interesse até mesmo sozinho. Passará a relacionar aquele momento com brincadeiras e comidinhas, retirando o foco do momento mais difícil: a saída de seu tutor.

Antes de distribuir os brinquedos, uma boa dica é deixá-los junto às roupas não lavadas de seus donos. Os passatempos vão se tornar muito mais atrativos por conter o cheiro de quem tanto amam.

Caso precise de ajuda, conte com um profissional em adestramento.

Fonte: Pet em Foco.

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Falta de atividades e enriquecimento ambiental

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“Saímos todos os dias para trabalhar e Rossi consequentemente fica só. Ainda que eu deixe muitos brinquedos que ele ama e petiscos pela casa não tem jeito: todos os dias encontramos a casa pelo avesso. Não sabemos mais o que fazer! Nossos móveis estão todos estragados. Nos ajudem!”

Por Camila Mello, adestradora e franqueada da Cão Cidadão

Liara, tudo bem? Invariavelmente atendemos casos de cães bagunceiros, assim como o Rossi. E quase sempre os relatos decorrem do fato de esses cães passarem boa parte do tempo sozinhos em casa.

Proporcionar a ele, nesses momentos em que fica sozinho, um ambiente bem enriquecido, com brinquedo e petiscos, é fundamental. Mas pode ser que ainda assim ele precise se cansar mais.

O Rossi é um cão jovem e precisa liberar a energia sempre que puder. Além disso, cães com ociosidade de atividade e sem companhia tendem a procurar algo para se distrair, e como obviamente não tem ninguém para frustrá-lo caso ele decida fazer alguma coisa errada, não distinguirá o que poderá ou não brincar. Nestes casos, o ideal é exercitá-lo antes de deixá-lo sozinho.

Podemos ainda substituir a forma com que o cão irá se alimentar: em vez de oferecer a refeição em sua vasilha convencional, ofereça ela em brinquedos que dispensam comida, ou até em uma garrafa Pet com alguns furos. Neste último caso, é preciso fazer um teste antes para certificar-se de que o Rossi não irá comer a garrafa plástica e engolir pedaços dela (o que é muito perigoso). Com o cão “caçando” a comida para poder saboreá-la, certamente gastará um pouco mais de energia acumulada.

Outro aspecto importante é treinar o cão para que ele procure sempre os seus brinquedos para se distrair, e não os móveis e objetos da casa. Por isso, é importante incentivá-lo a estar com seus passatempos e não deixar que ele brinque com objetos pessoais, móveis ou outras coisas da casa, ainda que você já considere este um objeto sem utilidade.

Durante este período, nos momentos em que ele estiver sozinho, aplique um spray veterinário de gosto amargo nos locais onde ele costuma roer ou bagunçar. Esses produtos podem ajudar a afastar o pet dos locais onde ele não pode se aproximar.

Não hesite em buscar ajuda de um de nossos profissionais caso tenha dificuldade de colocar essas dicas em prática!

Fonte: Portal do Dog.

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Enriquecimento ambiental: o que é e qual a importância?

dicas_interna-enriquecimento-ambientalPor Thalita Galizia, adestradora e franqueada da Cão Cidadão

Enriquecimento ambiental é uma técnica que consiste em deixar o ambiente que nossos peludos vivem mais divertido, de forma lúdica e saudável, evitando muitos problemas comportamentais, como ansiedade de separação, compulsões e destruições de móveis e objetos.

Existem diversas formas legais para entreter nossos pets quando estão sozinhos ou quando não podemos dar atenção naquela hora. Além de brinquedos interativos, podemos criar nossos próprios com garrafas PETs, papelões e cordas, por exemplo, que são ferramentas que nos ajudam bastante na hora de criarmos brincadeiras lúdicas, seja para cães filhotes ou adultos.

Se você tem um pet filhote, provavelmente já sabe que eles adoram morder tudo, certo? Podemos direcionar essas mordidas para algo legal, como um brinquedo que faz barulho ou que se movimente, ou podemos fazer com que ele coma sua ração dentro de um brinquedo interativo, assim, ele vai precisar descobrir como fazer a ração sair para se alimentar.

Se for um cão adulto, podemos colocar petiscos enrolados no papelão, fazendo com que ele destrua o papelão para poder pegar sua recompensa. Com essa brincadeira estimulamos a parte física e mental do nosso pet.

Coco verde também é uma ótima opção para entreter o seu cão, é comestível e não faz mal para a saúde deles. Atente-se apenas ao fato de que o coco pode estragar rápido, então, sempre supervisione as brincadeiras.

Todo brinquedo novo deve ser supervisionado nas primeiras vezes que for introduzido no ambiente. Verifique se seu pet não engole pedaços de plásticos dos brinquedos interativos, para não causar nenhuma reação em sua saúde.

Se for o caso, troque por coisas comestíveis como brinquedos de roer e ossos.

Podemos deixar nossa imaginação correr solta para alegramos o dia dos nossos bichinhos e deixarmos eles mais saudáveis e gastando energia com coisas legais.

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Atividades para fazer com o pet

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Quem tem um pet em casa sabe o quanto é bom cuidar e brincar com o bichinho. Brinquedos feitos em casa, ou até atividades que tragam divertimento para ele e para família, são extremamente prazerosos.

O ideal é incentivar brincadeiras que todos da casa possam fazer e se divertir muito, como, por exemplo, jogar a bolinha para o pet, correr, fazer ele dar a pata, entre outros.

É importante que a relação do animal com o resto da família fique cada vez mais saudável e feliz.

Esconda o alimento

Espalhe a ração ou petiscos do animal por toda a casa e faça com que ele os procure. No início, opte por colocar em locais de fácil acesso e que ele encontre com mais facilidade. Conforme for passando o tempo vá dificultando para a brincadeira ficar mais legal. Tome cuidado apenas para não colocar o alimento em lugares indesejados, ou seja, onde você não quer que ele vá.

Faça você mesmo: ração na garrafa pet

Coloque toda a ração do bichinho em uma garrafa pet e faça alguns furos nas laterais, para que ele coma de pouco em pouco e de forma divertida. No começo, faça furos grandes, mas depois diminua-os um pouco para tornar a brincadeira ainda mais interessante. Dessa forma, o animal vai se entreter com a garrafa e terá divertimento.

Pista de obstáculos

Com objetos que você tem casa, crie uma pista de obstáculos para o pet. Vassouras, almofadas, banco, corda, cadeira e pufes são itens ótimos para a realização dessa atividade. A ideia é criar uma “pista” para o seu animal pular, descer, subir, correr.

Para isso, será necessário treinar o bichinho em cada um dos obstáculos separadamente, induzindo-o, com um petisco, a fazer o movimento que você deseja. Por exemplo, para ele passar por baixo de uma cadeira, passe a sua mão com o petisco por baixo dela e faça ele te seguir. Quando ele passar, dê o petisco e elogie-o.

Independentemente de qual seja o desafio, respeite sempre os limites do seu cão e se atente para fazer obstáculos firmes, que não caiam quando forem usados.

Adestramento

Você pode usar o tempo livre para ensinar novos comandos para o pet. Adestrar é uma ótima atividade para entreter a família e, ao mesmo tempo, oferece estímulos físicos e mentais para o animal.

Esses são apenas alguns exemplos de brinquedos e atividades que você pode fazer com o peludo. Use a criatividade para criar algo diferente! Mas, lembre-se, supervisione o animal a todo instante.

Bom divertimento!

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Massagem para pets: conheça os benefícios

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A massagem é muito benéfica para os animais. Esse hábito, além de criar um vínculo de afeto mais intenso entre o bichinho e o seu tutor, ajuda também com diversos outros problemas.

Acostumar o pet a receber uma boa massagem pode tornar mais fácil para ele passar por processos como, por exemplo, consultas no veterinário e banho e tosa, pois faz com o que o bichinho fique relaxado, facilitando o seu manuseio nessas situações.

Um dos principais benefícios desse hábito é a identificação de feridas, caroços e inchaços, sensibilidade ou dor, que podem sinalizar que o pet está com problemas de saúde. Essa identificação pode fazer toda a diferença no diagnóstico dele e, assim, agilizar o tratamento e impedir que o problema se agrave.

As massagens servem tanto para os cachorros quanto para os gatinhos. Abaixo, é possível conferir dicas de como realizar esse agrado ao bichinho:

• Escolha um local calmo e agradável, sem muitas distrações e um horário no qual você não esteja com pressa.

• Comece aos poucos e com muita calma, apalpando as patas, a cabeça, o corpinho, as orelhas e o rabinho do pet. Aproveite esse momento para verificar os dentes do bichinho e ter certeza de que está tudo em dia.

• Observe alguma mudança de comportamento que indique que o pet esteja desconfortável ou sentindo alguma dor.

• Aos poucos, confira a pele do animal e veja se encontra alguma alteração ou descoloração.

Em caso de qualquer problema, visite o veterinário imediatamente, para que ele possa examinar o pet e diagnosticar se tem algo errado.

Mas, acima de tudo, curta esse momento especial com seu amigo. Com o tempo, você aprenderá qual o tipo de carinho e os locais que o peludinho mais gosta de receber esse agrado!

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Olimpíadas: pets também podem praticar esportes

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Por Ingred Rose, adestradora da equipe Cão Cidadão.

Aproveitando que faltam poucos dias para as Olimpíadas, vamos falar sobre os esportes que os cães podem praticar. Quando adotamos ou compramos um pet, nós assumimos a responsabilidade de cuidar do seu bem-estar, da sua qualidade de vida e saúde.

Além de uma boa alimentação, fazer exercícios físicos é muito importante para mantê-lo saudável e prolongar a sua expectativa de vida. Caso contrário, ele poderá ficar sedentário e desenvolver problemas cardíacos e circulatórios.

Confira alguns exemplos de esportes para pets:

Agility
O cão percorre uma pista com diversos obstáculos e desvia deles. Ajuda no desenvolvimento do sistema motor do animal, deixando-o ágil e com reflexos rápidos. Qualquer cão pode praticá-lo, desde que esteja saudável e tenha pique. Este esporte se divide em categorias, de acordo com o tamanho: mini, midi e standard.

Canicross
O tutor corre junto com o seu cão. A ligação é feita por um peitoral no animal, por meio de uma guia amortecida até a cintura do dono. Além de ajudar no gasto de energia, melhora o relacionamento entre ambos, exercitando os treinos de comando e de respeito mútuo.

Canine Freestyle
O pet e seu donor apresentam distintas coreografias e truques ao som de algum ritmo musical. Além de diversão garantida, é um esporte que está sempre inovando com coreografias e ritmos.

Dog Frisbee
Aproveitando a alegria que alguns cães têm de procurar objetos, este esporte se baseia na busca de um disco que é lançado no ar, após algumas acrobacias.

Natação
É uma atividade de baixo impacto, mas muito benéfica para animais que têm tendência a desenvolver displasia coxo femural ou problemas de coluna, que causam bastante dificuldade na movimentação, dor e desconforto. Com este esporte, o dono pode deixar seu pet gastar energia sem medo que ele se machuque.

Todos os esportes citados exigem um treinamento anterior, não somente do pet, como do dono também. Existem ainda algumas práticas que são consideradas esportes, mas que, por muitas vezes, agem de forma exploratória com o animal.

Por isso, é importante que o tutor se certifique de que os exercícios não estejam sobrecarregando o pet e que tenham somente o intuito de entretê-lo e de educá-lo de forma prazerosa.

Praticar esporte com o animal pode mudar a vida do dono para melhor e reforçar os laços entre bicho de estimação e seu tutor.

Gostou desta dica? Se quiser saber mais sobre como adestrar o seu cão, ou contratar um de nossos profissionais, entre em contato com a Central de Atendimento da Cão Cidadão, pelos telefones:11 3571.8138 (São Paulo) e 11 4003.1410 (demais localidades).

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