Vai viajar com o pet para curtir o feriadão de Carnaval? O amigão já possui uma plaquinha de identificação?
Para muitos cãezinhos, o período de festas pode ser bastante estressante, pois eles têm que conviver com barulhos e fogos, os quais muitos não suportam. Alguns cachorros têm tanto medo que, na tentativa de encontrar um local para se esconder e se abrigar do barulho, acabam fugindo de casa.
Por isso, é muito importante manter a atenção no bichinho. Além disso, é fundamental que ele tenha e esteja sempre com a plaquinha de identificação – que deve ter o nome e o telefone dos responsáveis.
Assim, caso o animal eventualmente fuja ou se perca, você conseguirá localizá-lo mais facilmente.
A ajuda de um especialista em comportamento animal é uma recomendação que deve ser considerada como prioridade, pois o profissional pode ajudar a identificar que tipo de agressividade o cão está manifestando e indicar o tratamento mais adequado.
A agressividade por dominância pode se iniciar pelo fato do cão ter muita liberdade e não ter limites. Pode começar também devido ao fato do animal não ver ninguém da casa como líder: ele não aceita ser contrariado e, nas situações em que ele se sente ameaçado, responde com rosnados e mordidas.
O primeiro passo para quem tem um cão assim é ter atitudes de liderança e postura. Isso não significa bater no cachorro, para ele “aprender” qual é o lugar dele, mas sim colocar em prática alguns exercícios.
Por exemplo, quando você for sair com ele para passear, ensine-o a sentar e a esperar que você abra a porta e passe primeiro, para depois ele sair.
Agressividade por posse é quando o cão “defende” os seus brinquedos, comida, caminha ou algum ambiente da aproximação de pessoas.
O animal que age dessa forma associou a chegada de pessoas com a perda: se ele está comendo e rosna, e o dono retira a comida para ele não ficar mais agressivo, bingo, o dono confirmou a suspeita do cão de que ele iria perder o que tanto gosta.
A maneira correta de lidar com essa situação é mostrar que você não está competindo com ele. Ao se aproximar da comida, por exemplo, caso ele não tenha tido nenhuma atitude agressiva, jogue um petisco.
Ele vai aprender que o dono acrescenta, que a aproximação das pessoas deixa a comida dele até mais gostosa.
Assim como nós, os pets também podem sofrer com o calor excessivo. Embora a temperatura tenha se amenizado, é sempre bom ficar atento para garantir o bem-estar do amigo em dias de calor excessivo.
Dicas refrescantes
Em dias quentes, que tal oferecer algo para refrescar o bichinho? Coloque na água do pet algumas pedrinhas de gelo. Dê também a ele alguns brinquedinhos congelados para minimizar o calor. Deixe água fresca à disposição do cãozinho o dia todo e em vários lugares diferentes da casa. Isso pode ajudá-lo!
Hora do passeio
Na hora de passear, prefira os horários mais frescos do dia: pela manhã (o mais cedo possível) e no finalzinho da tarde, tomando cuidado para que o animal não ande no asfalto quente, o que pode queimar as patinhas dele.
Lembre-se: jamais deixe o seu pet trancado dentro do carro, mesmo com a janela aberta!
Seu cão está apresentando sinais de agressividade? É preciso compreender o que está motivando esse comportamento, além de identificar o tipo de agressividade que o cachorro está demonstrando.
A agressividade por medo é uma das mais perigosas, pois o cachorro ataca para se defender. A maneira ideal de lidar com esse tipo de cão é não praticar nenhuma forma de punição.
Mostre para ele que você é fonte de coisas boas, como passeios, carinhos e recompensas. Tenha paciência, pois o processo pode ser um pouco demorado, já que é preciso resgatar a confiança do animal.
A melhor maneira de evitar a agressividade é a prevenção, por isso, sociabilize o seu cão ainda filhote. Jamais bata no animal! Ao contrário, ensine-o de forma agradável a obedecer, evitando que comportamentos indesejados apareçam.
A sua cadela está criando ‘filhotes imaginários’? Você sabia que a gravidez psicológica pode atingir mais de 50% das cadelas não castradas?
Além de mudanças comportamentais (o ciúme dos filhotes imaginários pode torná-las agressivas), o problema provoca alterações físicas no animal, como o desenvolvimento das glândulas mamárias e a produção de leite.
A “confusão” é gerada por alterações hormonais, capazes de influenciar o comportamento e o desenvolvimento de tecidos mamários.
Se a sua cadelinha começou a raspar cantinhos da casa, simulando cavar, está protegendo alguma área ou objeto, pode ser que ela esteja sofrendo de gravidez psicológica. Fique atento!
Tem cachorro que adora destruir tudo o que vê pela frente, principalmente os brinquedinhos. Por isso, na hora de disponibilizar um “mimo” para o pet, esteja ciente de que ele poderá destruí-lo para brincar.
De acordo com o especialista em comportamento animal, Alexandre Rossi, é preciso direcionar a destruição dos cachorros. “Procure brinquedos que possam ser destruídos e que não machuquem o cachorro. O fato do animal estar estragando o brinquedo e destruindo coisas dele, significa que ele está se ocupando e deixando de estragar uma outra coisa”, explica.
Deixe o pet destruir os brinquedinhos, para que objetos da casa, como sofá ou cadeiras, não sejam destruídos.
Redirecione esse comportamento para as coisas certas! Quando ele estiver destruindo o brinquedinho dele, incentive-o, elogiando a atitude. Quando ele tentar destruir outros objetos, associe o ato com alguma coisa que desagrade o pet.
Praticar passeios com seu pet é fundamental, pois, para o cão, uma simples saída de casa tem grande importância para a sua saúde física e mental.
O cão é um animal social, que “enxerga” o mundo através do olfato. Assim, sair à rua significa acesso a um mundo de cheiros, que irá estimulá-lo mentalmente, evitando, assim, o tédio de uma vida confinada entre quatro paredes.
O cão que passeia regularmente, frequentando parques, praças e ruas, tem oportunidade de encontrar outros peludos, o que aumentará a probabilidade de ele ser extremamente sociável. O passeio também auxilia o cão a gastar energia, tornando-o menos sedentário.
Ao passear, o cão está praticando atividade física, se exercitando, o que traz muitos benefícios fisiológicos, além de evitar a obesidade e suas consequências maléficas.
Mas, para que tudo saia de forma correta no passeio, é muito importante que o cãozinho seja conduzido na guia. Nunca é totalmente seguro deixar o cachorro caminhar sem guia, mesmo em ruas ou bairros tranquilos, pois graves acidentes podem ocorrer.
Lembre-se também que todo o cão deve sempre ter em sua coleira uma placa de identificação, com o nome e do dono, além de telefone de contato. Essa medida simples pode evitar a tristeza de perder o peludo.
O seu pet está demonstrando um comportamento agressivo? É preciso saber que muitos podem ser os motivos que levam um cachorro a se tornar agressivo e até a atacar alguém ou outro animal. O primeiro passo para aprender a lidar com esse desvio de comportamento é saber qual o tipo de agressividade que o seu cachorro apresenta.
Muitas pessoas têm ideia errada sobre a agressividade canina. Acreditam que determinadas raças nunca se tornam agressivas ou que o cão tratado só com amor e carinho jamais morderá ou será agressivo.
Para a maioria das espécies, a agressividade é fundamental para a defesa do território, dos filhotes, da comida e até da posição hierárquica. Na grande maioria dos bichos, o comportamento agressivo é inato, pelo menos em parte, e pode aflorar somente em algumas situações ou fases da vida.
É o caso dos cães machos que, na puberdade, começam a brigar com outros cães machos. E dos filhotes, que se tornam agressivos ao disputarem o leite da mãe ou ao tentarem garantir que o sono não seja perturbado pelos irmãozinhos.
A agressividade pode ser dividida em classes, que podem ser entendidas e controladas. Sendo elas territorial, possessiva, por medo ou por dominância.
Você é daqueles que acham que a raça determina o temperamento do cachorro?
Segundo o especialista em comportamento animal, Alexandre Rossi, é preciso tomar cuidado ao associar raças e comportamentos. Isso porque, cada raça tem diferentes indivíduos, assim como linhagens.
Animais de mesma raça podem, sim, manifestar temperamentos diferentes. Alexandre alerta que “dentro de uma mesma raça, podem ter cães dóceis e agressivos”. Nada de generalizar!
Mas, o que fazer? “Caso você não conheça a linhagem, procure as raças dóceis e, mesmo assim, faça um teste com os filhotes e conheça os pais. Tudo isso para evitar acidentes”, explica o especialista.
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