Comportamento Animal: as emoções dos cães

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Como será que funciona o cérebro dos cães em relação às emoções? Seria muito interessante saber, especialmente para os apaixonados pelos peludos: o que será que eles realmente sentem ao ver seu dono sair de casa, ou ao dar atenção para outro cão?

Estas e outras questões vêm sendo amplamente analisadas por cientistas ao redor do mundo e algumas conclusões podem nos deixar espantados.

  1. Ciúmes

É muito comum ouvirmos dizer que ciúmes é uma emoção complexa, exclusivamente humana. Mas um estudo australiano sugere o ciúmes pode ser demonstrado de forma primitiva e não somente pelos humanos.

  1. Percepção: o seu cão sabe como você está somente pela sua voz

Seu cachorro tem facilidade em saber como você está se sentindo somente pela entonação da sua voz. Esta capacidade se dá em razão de os cães observarem tudo ao seu redor, especialmente quando se trata da pessoa de sua referência. O comportamento animal é mesmo cheio de pontos curiosos.

  1. Seu cãozinho percebe seu humor só de te ver

Cães são capazes de identificar quando alguém, especialmente o dono, está feliz ou triste, mas em relação às consequências desses estados emocionais humanos, avaliando as expressões faciais e corporais. Isso porque são observadores natos da linguagem corporal humana.

  1. Cães e empatia

Todos os que amam cães afirmam que eles sempre estarão ao nosso lado, até mesmo em momentos difíceis.

Em uma pesquisa, conduzida pela Universidade de Londres, foram testadas três atitudes de um estranho em frente aos cães estudados: um começou a falar, outro cantarolou e, o terceiro, chorou. Na última ação do pesquisador, a reação de alguns cães foi parar o que estavam fazendo para ir até ele, o que sugeriu uma atitude de preocupação e empatia.

  1. E como funcionaria o cérebro dos cães quanto às emoções?

Em uma pesquisa, cientistas analisaram a atividade cerebral dos cães, através de ressonância magnética, e perceberam que os níveis de excitação cerebral eram alterados diante da possibilidade de ganhar uma recompensa. Ou seja, poderíamos estar diante de uma evidência de que “felicidade” é um sentimento canino também.

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Dormir com o pet faz mal?

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Dormir com o pet no quarto ou até mesmo na cama. Quase todo tutor de cão e gato já viveu essa experiência ao menos uma vez na vida. Mas, esse é um hábito que divide opiniões. Os que gostam e defendem a prática dizem que se sentem mais relaxados com o pet por perto na hora de dormir e que essa proximidade cria um laço afetivo mais forte entre humano e animal. Já os que não gostam dizem que o bichinho no quarto ou na cama atrapalha o sono, tira a privacidade de casais e que pode até causar problemas de saúde.

Mas, afinal, dormir com o pet é bom ou ruim? Algumas pesquisas apontam que esse costume pode trazer benefícios, tanto para o dono quanto para o animal. Porém, para usufruir deles é preciso alguns cuidados. Confira.

Pontos positivos e negativos de dormir com o pet

Segundo um estudo realizado nos Estados Unidos com 40 pessoas e seus animais de estimação, algumas confirmaram que realmente dormem melhor com a companhia do bichinho.

Outra pesquisa, ainda em desenvolvimento, realizada pelo especialista em comportamento animal Alexandre Rossi, sugere que animais que dormem pelo menos dentro de casa apresentam menos sintomas de ansiedade de separação e agressividade.

Porém, antes de liberar o acesso de cães e gatos à sua cama, é importante observar se esses benefícios se aplicam na sua relação com o animal. Apesar de os estudos indicarem que há vantagens tanto para o pet quanto para o tutor, há casos que essa proximidade pode acabar atrapalhando e até estimulando comportamentos negativos.

Se ao dormir em sua cama, o cão ou o gato se mexe muito durante a noite e acaba te acordando muitas vezes, talvez seja bom repensar se vale a pena continuar dormindo com ele. Uma boa saída, tanto para você quanto para o bichinho, é permitir que ele durma no quarto, mas em uma caminha separada.

Além disso, alguns animais que dormem tão perto de seus donos podem acabar desenvolvendo sentimentos excessivos de posse ou de dependência, o que acaba aumentando sua agressividade e ansiedade de separação. Se esse for o seu caso, treinar o bichinho para que ele fique bem e se divirta sem você por perto é uma alternativa. Além disso, é importante acostumá-lo a dividir sua companhia e atenção com outras pessoas, para que ele não se torne um animal ciumento.

Caso você precise de ajuda para treinar seu animal ou acostumá-lo a dormir fora do quarto e em sua própria cama, você pode contar com a ajuda da Cão Cidadão. Agende uma visita gratuita e conheça nossos serviços e método de treinamento.

Cuidados com a saúde e higiene do pet são fundamentais

Para evitar problemas ao dormir com seu animal de estimação, é preciso tomar alguns cuidados.

O primeiro deles é sempre manter as vacinas, vermifugações e proteção contra pulgas e carrapatos em dia. Também é importante seguir uma rotina frequente de escovação, corte de unhas, banho e tosa.

Se o cão ou o gato dorme na mesma cama que você, reforce a troca e limpeza de lençóis e cobertas, para evitar o acúmulo de pelos. Caso ele durma em sua própria caminha, mas dentro do quarto, também garanta que a higienização dela seja frequente. Assim, você evita diversos problemas que podem por em risco sua saúde e de sua família – desde alergias até doenças mais sérias. Então, você é do time que dorme com o pet ou sem? Conte para a gente em nossas redes sociais!

Sobre proteção contra pulgas e carrapatos

Nós da equipe Cão Cidadão, junto ao nosso especialista Alexandre Rossi e seus cães Estopinha e Barthô, temos uma longa parceria com a MSD Saúde Animal e recomendamos o uso de Bravecto contra carrapatos e pulgas.

Alexandre, Estopinha e Barthô

A maioria dos produtos antipulgas e carrapatos possui duração de 4 semanas, o que é suficiente pra matar os que estão presentes no cão, mas, infelizmente, eles representam apenas 5% dos parasitas, o restante encontra-se no ambiente.

O que ocorre é que quando uma pulga “pousa” no cão, ela pode pôr até 50 ovos por dia, que vão acabar se espalhando na sua casa, no sofá, no tapete e, como falamos, até mesmo na sua cama.

O grande problema é que, o ciclo de vida dos 95% pode durar 8 semanas ou mais! Ou seja, mais do que o tempo de duração destes produtos.

Recomendamos Bravecto porque é o único protege o seu pet e a sua casa contra carrapatos e pulgas por 12 semanas, com uma única dose, eliminando o ciclo de vida desses parasitas. Como somos parceiros, oferecemos 20% DE DESCONTO NA COMPRA ONLINE ATRAVÉS DESTE LINK. Aproveite e compre agora.

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Como os cachorros entendem nossos sentimentos?

Como os cachorros entendem nossos sentimentos?

Para os tutores de cachorros não há dúvidas: os cães são capazes de entender nossos sentimentos e emoções. Porém, é realmente possível afirmarmos isso? De acordo com algumas pesquisas já realizadas, sim.

Cada vez mais estudos têm comprovado que os cães realmente têm habilidades para compreender as emoções humanas. Para isso, eles utilizam seus sentidos. Entenda como esse fenômeno ocorre.

Como os cachorros são capazes de entender os sentimentos humanos?

Segundo pesquisas realizadas, os cães usam seus sentidos para compreender como os humanos se sentem. De acordo com um estudo realizado na Hungria, por exemplo, os cientistas descobriram que os cachorros conseguem, ao escutar sons de choro e risada de seres humanos, diferenciar essas emoções e como nos sentimos.

Além disso, outro estudo, desta vez realizado em Viena, indica que os cachorros também conseguem saber se estamos felizes ou tristes só ao observar as nossas expressões faciais.

Por que a relação entre humanos e cães é tão forte?

A relação entre humanos e cães existe desde muito tempo. Muito antes dos humanos aprenderem a plantar, antes deles começarem a se estabelecer em um só lugar, quando eram caçadores nômades, homens e cães já se relacionavam.

Há muitos anos cientistas tentam entender como essa relação começou: se foram os homens que domesticaram os cães ou se os cachorros que se aproximaram dos humanos para conseguirem alimento e outras mordomias com mais facilidade.  Devido a essa dúvida, alguns cientistas questionam o sentimento de amor e lealdade que o melhor amigo do homem tem em relação ao seu dono.

A resposta definitiva para esses questionamentos a ciência ainda não tem, mas estudos comprovam que os cães, assim como os humanos, produzem um hormônio chamado oxitocina, também conhecido como o hormônio do amor, quando passam cerca de 10 minutos juntos. Além disso, também se sabe que, ao sentirem cheiros que tenham relação com seus donos, os cachorros experimentam sensações de bem estar.

Ou seja, essas pesquisas mostram que, não importa o que levou cães e homens a começarem a se relacionar no passado, hoje em dia os cachorros sentem, de fato, amor por seus donos e nutrem por eles um forte sentimento de lealdade.

Como entender os sentimentos do seu cão?

Bom, já que nossos animaizinhos são tão atenciosos e buscam entender o que estamos sentindo, como nós humanos podemos retribuir e também compreender as emoções de nossos cães? Veja como a seguir:

Felicidade

Além de abanar o rabo quando estão contentes, você sabia que os cachorros podem rir? Uma pesquisa da Universidade de Serra Nevada descobriu que, ao brincar, algumas vezes os cães respiram e exalam o ar de forma diferente do normal. Ao reproduzir esse som para outros cachorros, eles ficavam mais dispostos a brincar.

Vergonha

No geral, os donos quase sempre sabem quando seus cachorros fizeram algo errado ao observarem a postura dos animais: cabeça baixa, rabo entre as patas, olhar triste, etc. Geralmente, associamos esse comportamento ao sentimento de culpa ou de vergonha.

Porém, essa postura indica submissão, que muitas vezes ocorro por ansiedade e medo de ser repreendido. Com essa atitude, o cachorro tenta te deixar mais calmo demonstrando que irá te obedecer.

Tristeza

Quando os cães ficam muito tristes, em uma situação de luto, por exemplo, eles demonstram sua emoção nos seguintes comportamentos: perda de apetite; apatia; muito ou pouco sono; ansiedade.

Ao conhecer e entende melhor seu cão, a relação entre vocês dois tende a se tornar muito mais forte e melhor.

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Seu cachorro faz xixi no lugar errado? Veja como resolver

Seu cachorro faz xixi no lugar errado? Veja como resolver / Photo by JC Gellidon on Unsplash

Logo que um cachorrinho chega à sua nova casa, uma das principais preocupações dos tutores é evitar que façam xixi no lugar errado. Porém, muitos donos encontram grande dificuldade nessa missão.

Se você está enfrentando dificuldades para ensinar seu cachorro a fazer as necessidades no lugar correto, fique tranquilo. Este artigo irá te explicar tudo o que você precisa saber para conseguir treinar seu cãozinho a não fazer xixi no lugar errado.

Motivos que podem levar o cachorro a fazer xixi no lugar errado

É muito comum que filhotes façam, vez ou outra, cocô e xixi no lugar errado. Entretanto, se esse comportamento permanece mesmo com você se dedicando para ensiná-lo a usar o local certo para as suas necessidades, é preciso investigar as razões que podem levar a esse comportamento indesejado.

Os motivos mais comuns para fazer xixi fora do lugar são:

Poucas idas até o banheiro

Algumas vezes, os cachorros acabam fazendo xixi no lugar errado pois seus tutores não o levam para fazer suas necessidades a quantidade de vezes necessária e eles acabam não conseguindo segurar por tanto tempo (principalmente os filhotinhos).

Quando estão aprendendo onde é o local correto, é importante que os donos dos animais os levem várias vezes ao dia até a área destinada para que possam fazer xixi e cocô. Os horários principais para isso são logo depois que comem, pela manhã quando acordam, quando eles já ficaram um certo tempo sem fazer xixi, ou ainda quando eles começam a dar sinais de que estão procurando um lugar para fazerem suas necessidades, como ficar cheirando o chão ou dando volta em torno de si mesmo.

Má escolha do local

Cachorros evitam fazer suas necessidades perto de onde comem e dormem. Por isso, procure manter o banheiro do cãozinho longe de seu comedouro, bebedouro e caminha.

Além disso, é importante ter em mente que filhotes não conseguem segurar a vontade de fazer xixi e cocô por muito tempo. Então, esse local não deve ser muito longe de onde ele irá passar a maior parte de seu tempo brincando. Para evitar acidentes, o ideal é oferecer mais de um local como banheiro até que ele aprenda direitinho o local correto de fazer suas necessidades.

Banheiro pequeno

Algumas vezes o cachorro chega ao local correto para fazer suas necessidades, mas acabam fazendo um pouco fora do lugar exato. Isso pode acontecer se a área estipulada para ser o banheiro do animal for muito pequena. Tenha em mente que a área determinada para o cão fazer suas necessidades deve ser grande o suficiente para ele entrar e dar voltas.

Para resolver essa situação, é só aumentar o espaço definido como o banheiro do animal, cobrindo uma área maior com tapetes higiênicos, por exemplo.

Tipo errado de material

Cães preferem fazer suas necessidades em locais com uma superfície absorvente. Na natureza, eles irão escolher uma área com grama ou terra para se aliviarem. Em sua casa, você pode oferecer ao seu bichinho uma área do gramado ou jardim destinada a essa finalidade. Caso não haja esse espaço em sua casa, você pode utilizar tapetes higiênicos, grama sintética com caixa absorvente ou só a caixa com grade e jornal embaixo.

Caso seu animalzinho não esteja se adaptando a um tipo de material, você pode tentar outras opções e ver se ele se sente melhor com elas.

Higiene inadequada

Ninguém gosta de usar um banheiro sujo, nem os cachorros. Por isso, mantenha sempre limpa a área escolhida que o animal faça suas necessidades. Assim, você evita que ele procure outro lugar para fazer xixi e cocô.

Problemas comportamentais e de saúde

Em alguns casos, os cães fazem xixi no lugar errado por problemas comportamentais, como demarcação de território, ansiedade de separação ou excesso de submissão, ou até mesmo por problemas de saúde, como infecção ou incontinência urinária.

É preciso que os donos estejam atentos e avaliem os motivos que levam o cachorro a não conseguirem fazer suas necessidades no lugar adequado. Se observarem algum comportamento estranho ou fora do comum, procure um veterinário. Ele poderá te ajudar a identificar o que pode estar causando o problema.

Cuidado: xixi e cocô só fora de casa pode gerar problemas

Alguns tutores de animais preferem, por diversos motivos, levar seus cachorros para fazerem suas necessidades somente fora de casa. Entretanto, esse tipo de condicionamento pode acabar causando situações incômodas para os donos e problemas sérios de saúde para o cachorro.

Cães criam hábitos rápido. Se você começar a levar o animal para fazer suas necessidades na rua sempre no mesmo horário, ele irá se adaptar a essa rotina e cobrará que você o leve sempre naquele período. Se por algum motivo você não puder cumprir esse cronograma, o cachorro poderá acabar fazendo suas necessidades fora do lugar ou pior! Ele poderá segurar o xixi por muito tempo e esse comportamento pode causar problemas sérios de saúde ao animal, como infecções ou outras doenças relacionadas ao trato urinário.

Por isso, por mais que você prefira que seu cão se alivie na rua, é muito importante que você também ofereça opções de banheiro para ele dentro de casa e o estimule-o a utilizá-lo de vez em quando. Assim, nem você e nem seu cachorro terão problemas.

Como ensinar o cachorro a fazer as necessidades no lugar certo

A melhor forma de ensinar o cachorro a ter um comportamento que desejamos é recompensando-o quando ele age da forma esperada. Ou seja, sempre que seu cãozinho fizer xixi ou cocô no lugar certo, você deverá recompensá-lo com algum petisco e muito carinho. Assim, ele irá associar esse comportamento a algo agradável e irá repetir a ação esperando a recompensa.

Para que ele entenda corretamente qual comportamento está gerando sua reação positiva, você precisa agir na hora certa. Então, quando você levar seu cachorro para o banheiro, fique com ele até ele terminar e, logo após ele fazer o que precisa, você deve recompensá-lo. Não faça uma festa muito barulhenta, pois isso pode assustar o animal e ter o efeito reverso do que você deseja. Repita essa ação sempre que ver seu cachorro usando o banheiro da forma certa e, com o tempo, ele irá entender que é isso que você espera dele.

Se o cachorro fizer xixi no lugar errado, não brigue com ele, pois ele pode se assustar, ficar com medo de fazer suas necessidades na sua frente e começar a fazer escondido. O ideal é sempre se adiantar e levar o animal para fazer xixi antes que ele tenha vontade e faça no lugar errado.

Caso você chegue em casa e encontre um xixi fora do lugar, também não dê bronca no cãozinho, pois ele nem saberá o motivo pelo o qual você está bravo com ele.

Nesse caso, o que você deve fazer é limpar muito bem o local, sem que ele veja, para que não fique nenhum cheiro de urina ou fezes, o que pode estimular o bichinho a fazer suas necessidades no mesmo lugar outras vezes. Para essa limpeza, você pode usar um removedor enzimático, pois esse produto retira completamente o cheiro do xixi e cocô do cachorro das superfícies.

Pronto, agora que você já sabe tudo sobre como ensinar seu cachorro a não fazer mais xixi no lugar errado é só começar o treino e construir uma relação mais agradável com seu animalzinho.

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Filhotes de cachorro: como socializar?

Filhotes de cachorro como sociabilizar

Assim como uma criança, filhotes de cachorros precisam ser ensinados desde muito cedo sobre o mundo que os cerca. Esse processo educativo é chamado de sociabilização e é muito importante para evitar que o animal cresça e se torne um cão excessivamente medroso, reativo ou agressivo. Neste artigo, contaremos tudo o que você precisa saber sobre o assunto.

O que é a sociabilização de filhotes?

A sociabilização é um processo pelo o qual os filhotes passam durante seu crescimento e que permite que eles se relacionem de forma mais positiva com outros animais, pessoas, objetos e situações do dia a dia ao longo de sua vida. Para que isso aconteça, não basta que o cãozinho conheça visualmente esses elementos, ele precisa interagir com eles de forma agradável.

A melhor forma de realizar uma boa sociabilização é agir desde muito cedo, pois é na fase que vai do zero aos três meses de idade que o cachorro está mais aberto a novas experiências. Sendo assim, os tutores devem aproveitar esse período para apresentá-lo aos diferentes tipos de pessoas, objetos, barulhos e situações.

Quando a sociabilização não acontece de forma adequada, alguns filhotes quando crescem podem desenvolver medo de passear, do barulho de moto ou de trovões ou podem ficar agressivos com crianças, idosos ou outros animais. Caso seu cachorro adulto enfrente algum desses problemas, não desanime. Você também pode sociabilizá-lo depois de mais velho, só precisa ter mais paciência e carinho para lidar com essa situação.

Essas interações com diferentes animais, pessoas, objetos e situações devem ser feitas de maneira agradável, para que o animalzinho se sinta seguro. Forçar o cachorro a uma situação desagradável pode gerar traumas. Por isso, é importante ter paciência e deixar ele interagir com os novos elementos no tempo dele.

A seguir, veja algumas dicas de como socializar o filhote em diversas situações.

Pessoas

Para acostumar seu filhote com pessoas, o ideal é apresentá-lo aos mais diferentes tipos. Estimule a interação do cachorrinho com homens, mulheres, crianças, idosos, pessoas brancas, negras, ruivas, pessoas calmas, que falam alto, magras, obesas, com barba, que utilizam cadeira de rodas, muletas e por aí vai. Dessa forma ele não vai estranhar e reagir de maneira inadequada quando encontrar alguém que seja diferente em casa ou na rua.

Animais

Também devemos apresentar os filhotes a diversos tipos de animais: cachorros, gatos, hamsters, bichos grandes, pequenos, de pelo curto, pelo longo, branco, marrom, preto etc. Com isso eles não terão medo, ficarão muito agitados ou agressivos quando encontrarem algum bichinho diferente em sua vida.

Para evitar riscos para o filhote e os outros animais, tenha primeiro certeza que o animal que você está apresentando seja dócil e não irá reagir de forma agressiva à aproximação do seu cãozinho. Deixe o filhote cheirá-lo e interagir respeitando sua vontade.

Como os filhotes ainda precisam tomar todas as vacinas para estarem imunizados adequadamente, é importante ter certeza que o animal novo não tenha nenhuma doença que possa transmitir para o seu cachorrinho. O ideal é que ele interaja apenas com animais vacinados e vermifugados.

Objetos, barulhos e situações do dia a dia

A apresentação de objetos, barulhos e situações comuns do dia a dia é importantíssima para que os filhotes não cresçam com medo e se assustem com qualquer coisa.

Para fazer a socialização com objetos como aspirador de pó, secador de cabelo, campainha etc., podemos aproximar esses objetos aos poucos enquanto brincamos com o filhote, fazemos carinho, oferecemos petiscos, para que ele associe momentos tranquilos àquele elemento e barulho.

Esse mesmo processo de adaptação vale para acostumar os filhotes com sons de carro, moto e ônibus nas ruas durante os passeios. Devemos primeiro começar a levar o cachorrinho para passear em ruas mais calmas, para ele ir se acostumando com a mudança de ambiente e aos diversos ruídos aos poucos. Gradualmente, podemos ir apresentando-o a ruas mais agitadas. Caso ele se assuste, volte para os lugares mais tranquilos e tente novamente depois.

Barulhos como o de trovoadas e rojões podem ser apresentados utilizando uma gravação. Comece tocando a gravação em um volume mais baixo e fique brincando e acariciando o cãozinho enquanto ouvem esses ruídos. Com o tempo, vá aumentando o volume para que ele não tenha medo no futuro.

Curso de Filhote

Com carinho e paciência, seu filhote irá aprender que não precisa ter medo ou reagir de forma agressiva a situações diferentes das que ele esteja acostumado.

Caso você ache necessário, também pode contar com a ajuda e orientação de um especialista em comportamento animal para lhe ajudar a realizar a sociabilização da melhor maneira possível para o filhote e sua família. Entre em contato com a Cão Cidadão e agende uma visita gratuita.

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O que considerar ao escolher um serviço de adestramento?

O que considerar ao escolher um serviço de adestramento?

Muito mais do que ensinar um animal de estimação a realizar alguns truques, o adestramento tem o objetivo de integrar o bichinho da melhor maneira possível na sociedade e oferecer a ele – e ao seu dono – melhor qualidade de vida e de relacionamento.

Por isso, é muito importante escolher bem o profissional que irá adestrar seu pet. Confira, a seguir, alguns pontos que devem ser observados antes de contratar um serviço de adestramento.

Referências do profissional

Antes de contratar um adestrador, se informe sobre esse profissional e busque referências. Procure saber se ele possui formação na área, quantos anos de experiência ele já tem, se ele está atualizado em relação às técnicas mais modernas de treinamento, etc.

Converse também com outros tutores que já contrataram o serviço desse profissional para saber o que eles acharam da experiência, se foi satisfatória para o animal e seu dono.

Observe também a interação entre o seu animal e o adestrador. Um parece gostar do outro? O adestrador demonstra ter carinho pelos animais e paciência?

Avaliar todos esses pontos antes da contratação do serviço podem evitar muitas frustrações e dores de cabeça no futuro.

Método a ser utilizado no adestramento

Existem diversos métodos para o adestramento de animais. Procure saber qual é o utilizado pelo profissional que você deseja contratar e avalie se será confortável para você e seu bichinho.

Um dos métodos mais conhecidos (e eficientes) é o reforço positivo. Com essa metodologia, cada vez que o animal executa uma ação de forma correta ele recebe uma recompensa – carinho, petisco, elogios etc.

Na Cão Cidadão, utilizamos o método adestramento inteligente, que se baseia no reforço positivo para educar o pet, mas, por ser dinâmico, outras técnicas podem ser inseridas no processo de ensino para obter melhores resultados.

Para saber mais sobre esse assunto, clique aqui.

Participação do dono nos treinamentos

A participação do dono durante o processo de treinamento do animal é muito importante, afinal, desenvolver uma boa relação entre o bichinho e seu proprietário é um dos objetivos do adestramento. O profissional deve ensinar o dono como educar o pet e incentivar o animal a reconhecer a liderança de seu tutor. Dessa forma, estimulará a criação de laços de afeto e respeito que durarão por toda a vida.

Além disso, o dono é responsável pelo animal e deve supervisionar o trabalho feito pelo adestrador para garantir que ele está sendo tratado de forma adequada.

Melhora no comportamento do animal

Um bom processo educativo de um animal leva tempo, não acontece da noite para o dia. Porém, é preciso que o dono observe se há melhoras no comportamento do animal e avalie se o trabalho do adestrador tem gerado o resultado esperado. Caso contrário, o proprietário pode conversar com o profissional sobre uma possível tentativa de mudança nas técnicas e estratégias utilizadas para o adestramento ou até mesmo considerar a troca do adestrador.

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Minha cadela está grávida, e agora?

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Por Nathália Camillo, adestradora e franqueada Cão Cidadão

Não há dúvidas de que todos os nossos pets merecem ser cercados de carinho e atenção! E quando descobrimos que nossa cadelinha está grávida, esse carinho e atenção devem ser redobrados.

Assim como nós, humanos, os cachorros também apresentam alterações hormonais durante a gravidez que podem influenciar em seu comportamento durante o período e até mesmo depois do nascimento dos filhotes.

Uma cadela que se encontra grávida pode ficar mais calma, mais agitada ou até mesmo mais agressiva, por tanto, é preciso ter paciência e saber como lidar com cada situação.

Para garantirmos uma gestação tranquila e saudável, devemos nos preocupar principalmente com o bem-estar e saúde das nossas futuras mamães, deixando-as sempre confortáveis e felizes.

Os passeios e brincadeiras continuam sendo indispensáveis nesta época, para distrair um pouco e exercitar os músculos, além de ajudarem a evitar o estresse das cadelas prenhas. Porém, os passeios devem ser mais curtos e em horários em que o sol não esteja quente. As brincadeiras podem ser feitas tanto dentro quanto fora de casa.

É importante também o acompanhamento de um veterinário durante todo o período gestacional, para verificar não só a nutrição e a saúde da mamãe, mas também o desenvolvimento dos filhotes.

Quando estiver próximo ao período do parto, podemos preparar um local para que sua cadelinha possa ter seus filhotes com todo o conforto. Então, você pode escolher um lugarzinho mais escondido, onde não faça frio e não haja tanta circulação de pessoas ou animais. Ali, ela vai se sentir mais segura. Depois de escolher o local, monte uma caminha ou “ninho” para ela ali, com cobertores e almofadinhas para ela se deitar e ficar quentinha junto aos filhotes.

A gravidez, por si só, já altera o estado normal do cachorro, tendendo a deixá-los mais desconfortáveis, portanto, todos esses cuidados vão ajudar a sua cadelinha a ter uma gestação menos estressada e mais tranquila, para que a chegada dos filhotes seja algo natural e prazeroso para toda a família!

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5 dicas para saber lidar com agressividade

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Por Thalita Galizia, adestradora e franqueada da Cão Cidadão

Antes de falarmos sobre os tipos de agressividade, precisamos entender o que ela significa.

Para a maioria das espécies, o comportamento agressivo torna-se fundamental para a sobrevivência. Esse tipo de comportamento é, em parte, inato, podendo surgir em algumas situações ou fases da vida, como para defender seu território, filhotes, comida ou até mesmo sua posição hierárquica.

Cães machos, principalmente no período de sua puberdade, podem começar a brigar com outros cães do mesmo sexo. Os filhotes também podem se tornar agressivos ao disputarem o leite da mãe.

A agressividade pode ser dividida em classes, sendo elas territorial, possessiva, por medo ou por dominância.

Territorial      

Os cães são animais que naturalmente protegem e defendem o seu habitat e seus filhotes ou quem vivenele.

Esse tipo de comportamento pode ocorrer se o cão sentir que alguma ameaça ronda o território dele.

Para que ele não fique agressivo, sempre faça associação positiva com algo que o seu cão goste muito, podendo ser um petisco, um brinquedo.

Toda vez que alguém ou algum outro animal estiver no território do seu pet, recompense-o pelo bom comportamento.

Agressividade por dominância

Quando o cão tem muita liberdade e nenhum limite, há possibilidade dele se colocar como líder.

O cão quando assume essa função, passa a mandar em seus donos, não lidando bem com frustrações e tendo reações agressivas quando contrariado. Ele pode rosnar quando estiver com algo na boca, ou quando o dono pedir que ele desça de um sofá ou cama por exemplo.

A melhor maneira de  lidar com esse comportamento é ter atitudes de liderança e postura. Isso não significa bater no cachorro para ele “aprender” qual é o lugar dele, mas sim colocar em prática alguns exercícios.

Por exemplo, quando você for sair com ele para passear, ensine-o a sentar e a esperar que você abra a porta e passe primeiro, para depois ele sair.

Agressividade por posse

Sempre que alguém chega, o cão defende seus brinquedos, caminha ou até mesmo sua comida pode ser que ele tenha associado a presença de uma pessoa com perda, por exemplo, se o dono chega perto e o cão está comendo e rosna, ao tirar a comida para evitar que o cão  fique mais agressivo, o dono só estará reforçando negativamente e confirmando que o cão estava certo: toda vez que alguém chega, ele perde algo.

A maneira mais eficaz de lidar com essa situação é mostrar que não é uma competição, ao se aproximar da comida, por exemplo, caso ele não tenha tido nenhuma atitude agressiva, jogue um petisco. Aos poucos, seu pet vai aprender que a aproximação das pessoas deixa a comida dele mais gostosa.

Agressividade por medo

Esse tipo de agressividade geralmente ocorre quando o processo de socialização não é feito corretamente ou então decorrente de algum trauma psicológico. Algumas raças que tenham uma pré-disposição genética ao medo, também podem ficar agressivas.

Ao introduzirmos um cão em nosso convívio, é de nossa responsabilidade criarmos boas associações em relação as nossas atividades do dia a dia.

O medo é um sentimento essencial para a evolução e sobrevivência da espécie, ou seja, um cão exposto a esse sentimento recebe um estimulo fisiológico e o hormônio adrenalina se espalha pela corrente sanguínea, ocorrendo um aumento no batimento cardíaco, consequentemente aumenta a irrigação o sangue oxigenado nos tecidos musculares e o cão pode ter          as seguintes reações, fuga ou ataque.

Normalmente a primeira reação dos cães é a fuga e tentam evitar contato com a pessoa que esta lhe causando estresse. Porém, como muitas vezes os sinais corporais são ignorados e os tutores acabam não respeitando o limite que o cão esta pedindo, ele muitas vezes precisa de uma outra alternativa, então ele ataca, rosna e late. Nesse caso se ele obteve sucesso em afastar o agente causador do estresse, passará a repetir esse comportamento sempre.

Para lidar com um cão medroso, podemos fazer um treino de dessensibilização, antes que o cão entre no estado de agressividade, mantenha uma distância segura e vá recompensando a sua presença com algo que ele goste, vá se aproximando aos poucos, sempre respeitando os limites dele. Vá fazendo esse treino, até que você consiga chegar perto do cão e interagir com ele.

Agressividade por transferência

Quando o cão não consegue atingir o objetivo dele, acaba atacando o que tem por perto dele, por exemplo, quando ele esta no portão de casa e passa um gato ou outro cão, como ele não consegue alcançar o fator estressante, automaticamente ele morde quem estiver por perto, ou o tutor ou outro cão que convive com ele.

Para que esse comportamento não mais ocorra, coloque regras e limites e deixe que seu cão saiba lidar com a frustração, estimulando a sua liderança, ensine comandos que o ajudem a ter um autocontrole  e a entender a sua posição dentro da matilha.

Como lidar com as agressividades

  1. Procure ajuda de um profissional, ele ajudará a identificar o tipo de agressividade que seu pet pode ter.
  2. Não recompense o comportamento agressivo, cada vez que ele mostrar esse comportamento frustre-o.
  3. Nunca bata no seu pet ou ameace-o fisicamente.
  4. Evite qualquer tipo de atividade que tende a deixar o seu amigo estressado ou muito agitado.
  5. Tenha  a liderança, conquiste-a de forma positiva e recompensadora, nunca com violência.

Se precisar, conte com a ajuda de um especialista.

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Como apresentar um cão a outro?

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Por Tatiane Abe, adestradora e franqueada da Cão Cidadão

Cães são animais sociais, ou seja, que vivem em grupo. Dessa forma, é bastante importante promovermos encontros saudáveis aos nossos peludos, para que possam realizar seus comportamentos naturais, desfrutando de brincadeiras divertidas com outros amigos de quatro patas.

Para que isso ocorra de forma tranquila durante toda a vida do pet, é essencial que se inicie o processo de sociabilização desde muito cedo – antes dos três meses.

Como nesta fase o pet ainda não está devidamente imunizado, a sociabilização do filhote deve ser feita em ambientes fechados e conhecidos, como a casa de um amigo que tenha cães tranquilos e que estejam vacinados, vermifugados e com o antiparasitário em dia.

Quando for apresentar o filhote a outro cão, mantenha-o na guia, para que consiga controlá-lo caso fique muito eufórico. Ao ficar tranquilo, pode ir se aproximando aos poucos do outro cão, fazendo associações positivas, elogiando-o e recompensando o pet com algum petisco que ele goste.

Sempre deixe o filhote cheirar a parte traseira do outro cão e vice-versa, nunca frente a frente. Este processo deve ser realizado diversas vezes com a maior quantidade de cães possíveis, diminuindo a probabilidade de o amigo se tornar medroso ou agressivo mais tarde com outros animais.

No caso de cachorros adultos que não foram devidamente sociabilizados, também deve-se fazer a associação positiva da presença de outros pets, com petiscos e elogios, mas somente quando o companheiro não demonstrar comportamentos agressivos.

Neste caso, também é importante fazer aproximações graduais com cães tranquilos.

Só permita que seu cão se aproxime do outro se ele estiver calmo e sem puxar a guia, depois deixe-o cheirar a parte traseira do outro cachorro.

Caso precise de ajuda para sociabilizar o seu pet, contate um especialista em comportamento animal de sua confiança.

 

 

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Destruição de objetos tem jeito?

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Por Nathália Camillo, adestradora e franqueada da Cão Cidadão

Quando aquele filhotinho fofo nos olha até esquecemos de seu poder destrutivo. Mas eles vão crescendo, destruindo e isso acaba nos fazendo questionar: o que fazer para que isso não vire um hábito que pode acompanhá-lo até a vida adulta?

É importante, para podermos entender o porquê das destruições, que saibamos sobre as mudanças físicas e psicológicas que ocorrem em todo filhote. O cãozinho, não tendo mãos, reconhece seu mundo através do focinho, absorvendo os delicados odores exalados no ambiente, através de seus potentes ouvidos, captando os mínimos barulhos, e através de sua boca, sentindo os gostos e texturas dos objetos que o rodeiam.

Após o desmame, a curiosidade invade o cãozinho e ele parte para uma exploração detalhada do local onde vive e absolutamente tudo o que encontra deve ser explorado de todas as formas possíveis.

Nessa fase é importante que o animal tenha à disposição brinquedos de diferentes formas e texturas, mas que sejam todos apropriados para sua espécie e idade, e que os objetos que ele não pode morder sejam deixados fora de seu alcance.

A partir dos quatro meses, o filhote começa a troca dos dentes de “leite” para os fixos, assim como acontece com os humanos, e o desconforto e a coceira que sente nas gengivas é igual aos das nossas próprias crianças. Então, é muito importante darmos para eles brinquedos congelados com ração ou petiscos liberados pelo veterinário. O gelo ajuda a diminuir a inflamação nas gengivas e, consequentemente, a vontade incontrolável de roer qualquer coisa que apareça em sua frente.

Outro fator importante na destruição é o gasto de energia. Cada animal tem um nível de energia. Precisamos gastar não somente sua energia física, mas também a energia mental desses peludos.

Os brinquedos interativos, que são aqueles que colocamos ração ou petiscos dentro e, ao rodarem, eles dispensam pelo chão, ajudam muito o animal a gastar mais tempo na alimentação tentando descobrir como retirar o alimento dali. Com isso, o animal gasta energia física e mental junto.

Para complementar, passeios diários e bem estruturados, aqueles em que tutor e cão voltam cansados e felizes, fecham a lista para termos um cãozinho saudável física e psicologicamente, além de manterem os nossos chinelos e móveis inteiros e sem marcas de dentes.

Procure ajuda de um adestrador caso tenha dificuldade com o treinamento.

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