Esforço que vale a pena

Quando ainda era candidato à franquia da Cão Cidadão, André Lima, franqueado em São Paulo, foi convidado por Alexandre para ajudar nos treinamentos do trio Estopinha, Barthô e Miah. Após alguns meses como adestrador, em outubro de 2017 o convite se desdobrou e ele começou a auxiliar o especialista no É de Casa!

“O primeiro convite já havia sido maravilhoso. Com a chegada do segundo, fiquei muito ansioso, extremamente feliz pela oportunidade, mas com certa insegurança e medo, pois eu pensava: ‘nem tenho experiência e vou para a Globo?’. Na minha cabeça não fazia sentido”, lembra André.

Todo o processo para apoiar o Alexandre no É de Casa é um desafio! “Participo da reunião para a escolha da pauta, trato com a agência de animais para uma pré-seleção dos pets que participarão no dia – na sexta-feira anterior ao programa, fazemos um ensaio na Globo para testar todo o roteiro, as dinâmicas e os pets pré-selecionados e ainda cuidamos do bem-estar e da segurança de todos, inclusive dos humanos! Além disso, auxilio no que for necessário para dar tudo certo na hora”, explica.

André acredita que participar de tantos casos diferentes ao lado de alguém tão renomado é um constante aprendizado. “Os casos são bastante variados e isso me ajuda muito como franqueado, pois eles podem coincidir com algum caso que eu esteja tendo dificuldade ou que nunca tenha trabalhado antes.”

Até agora, todos os casos do programa que o André participou foram resolvidos. “É incrível ver como um treino intensivo mostra resultados rápidos. Para os do É de Casa, temos, geralmente, de sete a 10 dias para resolver. Então, o treino e a dedicação são bem intensos”, completa.

O que ele achou mais difícil de resolver foi o problema do “Caramelo”, pois ele era um labrador extremamente agressivo. O caso foi bastante desafiador para André não somente por ter sido o seu primeiro treino de agressividade, mas também pelo pouco tempo que ele teve para resolvê-lo.

O profissional concilia o apoio ao Alexandre com a sua rotina de franqueado e entende que auxiliar no programa é essencial para o seu desenvolvimento. “Ser adestrador é exatamente como imaginei, ou seja, muito bom! É gratificante e motivador conseguir ajudar tutores e pets. E participar do É de Casa me traz um aprendizado muito rico, além da confiança para trabalhar em casos parecidos com os quais já auxiliei. Assim, fico com a certeza de que estou no caminho certo e fazendo um bom trabalho!”

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