Dicas para viajar com cachorro nas férias

Dicas para viajar com cachorro nas férias / Photo by Tadeusz Lakota on Unsplash

As tão esperadas férias chegaram. Para relaxar e aproveitar esse período ao máximo, muitas pessoas escolhem viajar. E, para garantir momentos ainda mais agradáveis, alguns tutores desejam levar seus cachorros junto nesses passeios. Porém, viajar com cachorro exige alguns cuidados para evitar riscos e garantir a diversão tanto para humanos quanto animais.

Confira, a seguir, algumas dicas valiosas que irão fazer a sua viagem melhor para você, sua família e seu pet.

Organizando a viagem

Antes de arrumar as malas e sair por aí viajando com seu cãozinho, é preciso tomar algumas atitudes para evitar possíveis problemas.

Visite o veterinário

Em primeiro lugar, você deve levar seu cachorro para uma visita ao seu veterinário de confiança. O profissional irá avaliar a saúde do seu animalzinho, se as vacinas e vermífugo estão em dia e poderá te orientar sobre qualquer dúvida que você tiver sobre a melhor forma de viajar com cachorro. Ele também poderá te indicar medicações para evitar enjoos e outros problemas comuns durante viagens.

Arrume as malas com antecedência

Não é apenas com a sua bagagem que você deverá se preocupar. Para garantir que o cãozinho fique bem durante a viagem e evitar ao máximo qualquer stress para o animal, você deverá preparar uma mala com tudo o que ele irá precisar fora de casa. Leve ração, comedouros, bebedouros, tapete higiênico, brinquedos, petisco, caminha, carteira de vacinação, remédios (caso ele tome algum), etc.

Se possível, prepare esse enxoval antes da viagem. Deixar para comprar essas coisas no local de destino da viagem pode ser arriscado, você pode não encontrar determinados produtos com os quais seu cachorro está acostumado e ele não se adaptar às novidades, causando transtornos tanto para o animal quanto para você.

Hospedagem

Se você for se hospedar em um hotel ou pousada, verifique antes de fazer a reserva se o estabelecimento aceita cachorros e que tipos de serviços e condições ele oferece ao pet. Avalie se essas condições são adequadas ao perfil do seu animal.

Informe-se, também, sobre clínicas veterinárias localizadas próximas ao seu local de hospedagem. Tenha em mãos o endereço e telefone desses locais para utilizar em caso de emergência.

Cuidados ao viajar com cachorro de carro

De acordo com as leis de trânsito brasileiras, animais não podem andar soltos dentro de veículos. Eles devem utilizar cinto de segurança próprio para cães ou ficarem dentro da caixa de transporte. Dessa forma, você evita que eles pulem pela janela ou no motorista enquanto dirige, evitando acidentes.

Para que o cachorro fique tranquilo nessa situação, antes de viajar, faça treinos para costumá-lo, pouco a pouco, com a caixa de transporte ou cinto de segurança e passeios de carro. Assim, ele se sentirá seguro nessas situações e se habituará cada vez mais a passar períodos maiores nessas condições. Uma dica é deixar um brinquedo com ele para que ele possa morder e se distrair durante o trajeto.

Para que o animal descanse, faça suas necessidades, coma e tome água, faça paradas a cada duas horas. Saia com o animal por um tempo do carro – sempre utilizando coleira e guia – e deixe ele andar e farejar por um tempo. Nesses momentos, ofereça um pouco de comida e água fresca.

Jamais deixe o cachorro sozinho dentro do carro fechado no sol ou em dias quentes. Eles podem ter um aquecimento interno alto e rápido, que pode acabar levando-os à morte.

Cuidados ao viajar com o cachorro de ônibus ou avião

Antes de comprar sua passagem para viajar com o cachorro, entre em contato com a companhia aérea ou empresa de ônibus para saber quais as regras específicas para o transporte de animais. Caso viaje para fora do país, você também deverá se informar sobre a legislação do local de destino para a entrada de pets no país.

No geral, as regras para viajar com cachorro são: apresentar atestado do veterinário informando sobre as boas condições de saúde do animal, ter a carteira de vacinação atualizada e transportar o bichinho na caixa de transporte.

Algumas empresas possuem regras específicas para o transporte do animal, como a obrigatoriedade do cachorro ocupar um assento ao lado de seu dono (portanto o tutor deve pagar por esse lugar), número limite de pets que podem ser transportados por viagem, peso máximo do cachorro que irá ser transportado, caixas de transporte com características específicas, etc.

No avião, para viajar com cachorro com mais de 10 kg, geralmente as companhias aéreas determinam que o animal seja transportado no porão da aeronave. Se esse for o caso, identifique seu bichinho com uma plaquinha e também sua caixa de transporte.

Algumas empresas não transportam cães de determinadas raças. Sendo assim, mesmo que seu cão tenha todos os documentos exigidos, ele poderá ser impedido de viajar.

Em voos internacionais, além de contatar a empresa aérea, você deve se informar sobre as regras do país de destino, pois alguns pedem, por exemplo, que o animal passe por um período de quarentena antes de entrar no país. Devido a essas e outras situações, é imprescindível que você se informe antes de viajar com o cachorro para evitar grandes problemas.

Com essa preparação, você está pronto para curtir seus dias de descanso em companhia do seu melhor amigo.

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Cuidados essenciais com o pet nos dias frios

https://www.flickr.com/photos/29969125@N05/8745083744/
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A primavera chegou, mas parece que os dias frios ainda vão permanecer por algum tempo. E, apesar dos peludos sentirem com menos intensidade as baixas temperaturas do que nós, os pets também precisam de um cuidado todo especial.

Confira as dicas para deixar seu amigão mais aquecido quando faz frio:

1. Preste atenção no seu comportamento – se o bichinho estiver tremendo ou encolhidinho em um canto, pode estar com frio. Providencie uma caminha bem quentinha e longe de correntes de ar, para que ele possa se sentir protegido. Se ele estiver com a língua para fora (no caso dos cães), possivelmente está com calor.

2. Mesmo que o seu cão esteja muito peludo, evite a tosa – os pelos ajudam a protegê-lo das baixas temperaturas.

3. As roupinhas para o pet também podem ajudar. É importante verificar se o seu bicho de estimação está confortável ao usar o acessório, se não tem alergias, se a roupa realmente protege (e não apenas enfeita), entre outros.

4. Colocar tapetes de borracha ao redor da casa ajuda a isolar o frio do chão, além de proporcionar ao pet mais liberdade para brincar, mesmo nos dias mais gelados.

5. Tenha certeza de que as vacinas do animal estão em dia. Isso evitará que ele fique doente.

No mais, aproveite o friozinho para se aconchegar em algum cantinho com o pet. Afinal, existe momento mais gostoso do que aquele em que estamos juntinho do nosso amigo?

Gostou desta dica? Se quiser contratar os profissionais em comportamento animal para realizar o adestramento, fale com a Central de Atendimento da Cão Cidadão, pelos telefones: 11 3571-8138 (São Paulo) e 11 4003-1410 (demais localidades).

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Dia Mundial da Saúde: pets também precisam de cuidados

Photo credit: Magnus Bråth / Foter / CC BY
Photo credit: Magnus Bråth / Foter / CC BY

No dia 7 de abril, comemora-se o Dia Mundial da Saúde. Assim como os humanos, os cães também precisam ter uma alimentação saudável e uma rotina de exercícios físicos para manter o bem-estar lá em cima.

Se o seu pet for daqueles que comem sem parar, é importante que você comece a equilibrar essa balança. O primeiro passo é manter uma rotina de visitas ao veterinário, para avaliar se a saúde dele está certinha.

Segundo, dê sempre a quantidade certa de alimento ao animal – aquela indicada na embalagem da ração! A qualidade do produto também não deve ser esquecida.

Outro ponto importante é não dar alimentos de humanos para os bichinhos! Muitos cães desenvolvem o hábito de “pedir” comida: basta sentir um cheirinho diferente que ele encosta no dono e que provar também a guloseima. Resista! Além de contribuir para a obesidade dele, alguns alimentos podem fazer muito mal aos pets.

Exercícios e brincadeiras também não podem faltar. Invista em enriquecimento ambiental e passeios. Fará bem para o amigo e, também, para o dono!

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Tem um gato idoso? Conheça os cuidados recomendados para o seu bichano

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Photo credit: Maarten Takens / Foter / CC BY-SA

Eles brincam, pulam e sobem nos lugares mais inusitados. Porém, com o passar dos anos, os gatos passam por mudanças comportamentais e fisiológicas, o que requer muita atenção dos donos para que eles vivam felizes e saudáveis.

Comportamento 

Na parte comportamental, a partir dos 12 anos, já podem ser notadas alterações no modo de agir do gatinho. Muitas vezes, os bichanos idosos se tornam ainda mais seletivos com a alimentação. Uma dica interessante é aquecer um pouco de ração úmida para torná-la mais atrativa pelo aroma.

Alterações fisiológicas

Nessa fase, o gato pode se tornar também menos ativo do que o normal, com menos habilidade para escalar e subir em lugares altos. Sendo assim, é preciso verificar o local que ele gosta de ficar  e,  se for alto, permitir que o acesso a ele seja fácil, colocando rampas ou prateleiras.

Como todo amante de gato sabe, eles são sensíveis a mudanças no ambiente e na rotina, e essa característica pode se tornar ainda mais evidente durante a velhice. Procure, então, evitar alterações bruscas, mesmo que isso signifique uma simples mudança de um objeto do lugar. Se for absolutamente necessária, o ideal é fazer a modificação com o gato em um ambiente separado.

Retribua toda a alegria e os bons momentos ao lado dele com o essencial: carinho e cuidado!

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Deixando o pet no clima de Natal: o que pode e o que faz mal?

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Photo credit: photoverulam / Foter / CC BY-SA

Enfim, chegamos à semana do Natal. Momento de ficar com os familiares e amigos, trocar presentes, comer e se divertir bastante. Os pets também embarcam nessa magia e alguns gostam de caracterizá-los com roupas natalinas. Mas, cuidado! Antes de colocar o gorro em seu cãozinho, confira as recomendações da adestradora da equipe Cão Cidadão, Joilva Duarte.

Cuidado com as roupinhas

O dono precisa ficar atento para utilizar de forma correta as roupinhas em seu cão, principalmente nesta época do ano, que sempre faz muito calor. “Ao colocar qualquer tipo de roupa no bichinho, é importante dessensibilizar, ou seja, oferecer petiscos e ir colocando aos poucos a vestimenta, para que o pet se habitue com a peça de maneira tranquila e recompensadora, se sentindo à vontade”, explica a adestradora.

Segundo Joilva, é importante tomar cuidado com o tamanho da roupa, que não pode ficar grande ou pequena demais, para evitar que o cão se machuque. Isso vale, principalmente, para o gorro de Natal, que deve ser usado com muito cuidado e sob supervisão do proprietário.

“O ideal, mesmo com a dessensibilização, é colocar as roupinhas nos cães somente no horário da festa ou evento, e tirar assim que possível. Afinal, a roupa não é algo natural do peludo, mas sim um mimo do dono”, relata.

Alerta para os alimentos de Natal

Os donos precisam ficar de olho na alimentação dos pets, evitando que eles comam alimentos das ceias, pois eles podem ser tóxicos para os bichinhos. Leia mais sobre comida de humanos para cães aqui!

Sobre os alimentos próprios para pets, como doces e panetones, Joilva faz um alerta aos donos. “Mesmo sendo indicado para os animais de estimação, sempre devemos tomar cuidado com os produtos que oferecemos aos nossos bichinhos. Leia atentamente quais são os ingredientes que compõem o produto e avalie se nenhum componente é prejudicial ao pet. Se perceber algo errado, procure imediatamente a ajuda de um veterinário,” finaliza.

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Cuidados que seu cachorro merece na velhice

Photo credit: jumpinjimmyjava / Foter / CC BY
Photo credit: jumpinjimmyjava / Foter / CC BY

Por Alexandre Rossi, especialista em comportamento animal. 

Cão também envelhece
Cães, como nós, envelhecem. E estão sujeitos a doenças, dores e alterações comportamentais. Dar atenção às mudanças da idade permite suprir novas necessidades e, com isso, proporcionar a eles melhores condições de vida.

Semelhanças com os humanos
O processo de envelhecimento canino é bastante semelhante ao nosso. Vários inconvenientes e doenças são iguais. Os cães também podem sofrer de artrite, mal de Alzheimer e depressão. Problemas como esses e outros, decorrentes da idade, são diagnosticáveis desde o início pela observação das mudanças comportamentais e pela realização de checapes veterinários.

Envelhecimento conforme o porte
Cães pequenos envelhecem mais lentamente e vivem mais do que os grandes. Um Poodle pequeno, por exemplo, pode viver 18 anos. Já um Dogue Alemão vive apenas 9 anos, em média.

Alterações no metabolismo
Com o envelhecimento, normalmente, o organismo produz menos calor e gasta menos energia. O cão fica propenso a sentir mais frio e a engordar com mais facilidade, mesmo que continue comendo sempre a mesma quantidade de ração. Por sentir frio, passa mais tempo encolhido e treme freqüentemente.

Oferecer uma casinha protegida do vento, com o fundo coberto por material isolante impermeável, contribui para o bem-estar do cão idoso. Roupas também podem ajudar. É mais importante proteger os cães do frio quando estão inativos ou dormindo – raramente eles sentem frio durante a prática de atividades. Para controlar a tendência de engordar. Procure diminuir um pouco a quantidade de alimento oferecido ou substitua-o por ração diet.

Dores nas articulações
O desgaste e a inflamação das articulações também são comuns nos cães idosos. Na maioria dos cães, existe tratamento para amenizar o desconforto e estimular o crescimento da cartilagem desgastada. Animais com esses problemas preferem não andar muito porque as caminhadas lhes causam dor. Outro sintoma comum é a dificuldade que o cão tem para se levantar após fazer atividade física. De certa maneira, não praticar exercícios pesados ajuda a evitar que o problema piore. Mas alguns cães ficam tão excitados com bolinhas e outros estímulos que podem não respeitar as limitações corporais. É preciso conter a excitação evitando corridas e saltos, para o cão não se machucar facilmente. Fique atento se ele tiver tomado analgésico. Ao sentir-se aliviado da dor, poderá exagerar nos exercícios e piorar a situação.

Oferecer uma cama macia colabora para diminuir a pressão sobre as articulações, que é uma causa das dores provocadas por má circulação. Nesse caso, colocar um colchão na casinha do cão é uma boa alternativa. Para evitar as dores articulares, que se manifestam mais quando o cão se levanta, a tendência é ele passar mais tempo parado. Se antes do problema o cão se levantava e ia para outro lugar quando molestado por crianças, por exemplo, poderá passar a rosnar para afastar quem o incomoda. Por isso, convém oferecer aos cães que se encontram nessa situação locais resguardados de perturbações.

Mudanças nos sentidos
Visão, olfato e audição também podem ficar prejudicados com a idade. É comum o atropelamento de cães mais velhos, por não perceberem a aproximação do carro.
O cão de guarda idoso pode levar mais tempo para reconhecer pessoas amigas, inclusive os proprietários. Por isso, ajude-o a identificar você. Ao entrar na área onde ele fica, fale com ele e evite estar trajado de modo muito diferente do usual, como com chapéu e sobretudo se não for esse o seu costume.

Envelhecimento cerebral
O cérebro também sofre alterações com a idade e passa a ser cada vez menos flexível a novas rotinas e aprendizados. Mudar de casa, de ambiente ou de proprietário pode deixar o cão ansioso ou desorientado. Mesmo estando num lugar que conheça bem, o cão está sujeito a desorientar e a cair de uma sacada ou na piscina, por exemplo.

São males típicos do envelhecimento os distúrbios de caráter depressivo, compulsivo, bipolar (quando ocorre alternância entre depressão e mania), e o mal de Alzheimer, entre outros. Alguns sintomas decorrentes de tais males são o choro contínuo sem razão, distúrbios de sono, comportamentos repetitivos sem função alguma, como ficar lambendo a pata e ficar tentando por horas passar por espaços menores que o corpo. Para a maioria desses distúrbios, existem tratamentos feitos com remédios homeopáticos, alopáticos e fitoterápicos (de plantas). É interessante notar que a maioria dos remédios utilizados são os mesmos adotados para pessoas. Advertência: não dê medicamento sem aval do seu veterinário.

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