Sabia que seu pet pode se distrair mesmo sem você?

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Você já comprou um brinquedo incrível pro seu pet e ele… simplesmente ignorou? Ou até cheirou e tentou interagir, mas não curtiu muito?

Pois é… É mais comum do que você imagina! Mas, na maioria das vezes, isso não acontece porque o pet é “fresco”, e sim porque os brinquedos podem não estar sendo usados da forma que mais faça sentido para ele!

Um exemplo são os que foram criados para se colocar comida, como explica neste vídeo o nosso especialista Alexandre Rossi Dr Pet. Chamados de comedouros-brinquedo ou brinquedos dispenser, eles têm compartimentos para colocar alimentos e, assim, estimular o faro e instinto de caça dos animais. Ou seja, sem comida, eles perdem grande parte da graça!

Como a ideia é que o pet se distraia sozinho, ele é ideal para quando não podemos dar atenção aos peludos ou saímos de casa. Itens para roer como mordedores de nylon ou proteínas desidratadas também podem funcionar nesses momentos.

Já opções como bolinha, frisbee e brinquedos de corda são brinquedos para serem usados num momento de interação entre tutor e pet, então, podem ser guardados no resto do tempo!

👇Quer saber mais formas de dar mais qualidade de vida pro seu pet e interagir melhor com ele? Conte com a ajuda dos educadores da Cão Cidadão, equipe do Dr Pet!

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Pets e idosos combinam?

Sim, pets e idosos podem ser uma ótima combinação!

De fato, vários estudos científicos já apontaram que os animais podem contribuir para níveis mais baixos de colesterol, frequência cardíaca e pressão arterial em idosos, além de acelerar a sua recuperação em casos de internação. 

Além disso, uma pesquisa do Instituto Metropolitano de Gerontologia de Tóquio, publicada na revista Plos One, mostrou que idosos que possuem um pet costumam ser emocionalmente mais estáveis e sociáveis, pois interagem mais, se movimentam mais e confiam mais na vizinhança.

Mas, apesar de tantas vantagens comprovadas, é também essencial lembrar a grande responsabilidade que é ter um cão ou gato, afinal, eles têm uma expectativa de vida de mais de 12 anos em média.

Outro aspecto importante é que os pets têm várias necessidades a serem supridas e características únicas de cada espécie, que podem mudar dependendo da idade, porte e personalidade do indivíduo.

Por isso, não deixe de contar com nossos educadores para ajudar na missão de cuidar melhor e treinar o seu peludo e, assim, poder retribuir todo o bem que ele proporciona a todos da família.

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Qual é a brincadeira preferida do seu pet?

Mais uma semana começando e, hoje, a pergunta é: você sabe qual é a brincadeira preferida do seu pet? Bolinha, frisbee, cabo de guerra, “caçar”, destruir/roer, correr…

Seja qual for a preferência do seu peludo, é importante permitir que eles brinquem sempre que possível, para estimular a sua saúde física, mental e emocional!

Outra coisa: é muito importante escolher um local amplo e com piso não escorregadio para evitar acidentes e lesões nas articulações do seu pet durante as brincadeiras.

Desejamos a todos uma excelente semana, e que vocês possam curtir ótimos momentos em família!

👇 E conte com os educadores da Cão Cidadão para te ajudar nos exercícios do seu pet!

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Feliz Dia dos Namorados!

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Hoje, 12 de junho, é comemorado aqui no Brasil o Dia dos Namorados!

Por isso, desejamos que o dia de vocês seja tão cheio de amor quanto esta foto! E que a gente possa aprender sempre com os nossos animais a amar de forma incondicional e sem preconceitos.

E é sempre bom lembrar: os pets podem e devem participar das comemorações, mas é importante tomar cuidado para que não comam nenhum alimento tóxico nem deixem de ter momentos de descanso durante o dia!

Conte sempre com a Cão Cidadão para buscarmos juntos a melhor forma de retribuir todo o carinho que os peludos nos dão!

Mais uma segunda-feira começando e, hoje, queremos saber: como está a rotina de atividades físicas do seu cãozinho?

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Independentemente da raça, porte e idade, todo pet precisa se exercitar – cada um de acordo com seu limite, claro! Uma simples volta em um quarteirão diferente do habitual já pode trazer inúmeros outros estímulos e contribuir para a qualidade de vida do animal.

Além disso, há vários estudos que mostram que os cachorros nos incentivam a levar uma vida mais saudável!

Então que tal aproveitar e sair para uma caminhada com o peludo? E não deixe de postar um comentário para a gente!

Desejamos a todos uma excelente semana!

Cachorro que fica sozinho: saiba o que fazer e o que evitar

Cachorro que fica sozinho: saiba o que fazer e o que evitar

Uma das maiores preocupações de donos de cachorros é garantir que os bichinhos fiquem bem durante os períodos que precisam ficar sozinhos. Entretanto, por mais que os tutores tentem assegurar o bem estar dos animais nesses momentos, alguns cães acabam sofrendo mais com a solidão do que outros e podem desenvolver comportamentos indesejados e prejudiciais.

Esse é um problema muito comum e que, com algumas atitudes simples, pode ser facilmente solucionado. Confira neste artigo algumas dicas.

O que é ansiedade de separação?

Se você passa muitas horas fora de casa e tem observado alguns comportamentos diferentes em seu cachorro – como empolgação exagerada quando você volta para casa, excesso de latidos, xixi e cocô fora de lugar, aumento da destruição de objetos, ou até mesmo apatia, falta de apetite e automutilação – isso pode ser sinal de que seu bichinho está sofrendo de ansiedade de separação.

Como os cães são seres sociais, eles desenvolvem fortes laços afetivos com o grupo ou indivíduo com o qual vivem. Essa é uma das características que os tornam tão amigos dos homens. Porém, algumas vezes os animais acabam desenvolvendo uma dependência muito forte de seus donos, o que pode ser prejudicial tanto para o cachorro quanto para o tutor.

Essa dependência prejudicial pode se desenvolver por diversos motivos. Algumas raças, por exemplo, têm mais tendência a se tornarem excessivamente apegadas a seus donos do que outras. Se você tem um estilo de vida que te obriga a ficar muitas horas fora de casa, é recomendado que, antes de adotar ou comprar um cachorro, se informe e busque por animais que sejam mais independentes. Algumas raças que costumam ter esse tipo de comportamento são: fox paulistinha, beagle, schnauzer e pug.

Outro fator que colabora para o desenvolvimento da ansiedade de separação é a forma como criamos o animal. Muitas pessoas se sentem tão culpadas por ter que sair por longos períodos de casa e deixar o cachorro sozinho que fazem uma longa cena de despedida antes de sair e uma enorme festa quando voltam. Porém, esse comportamento dos humanos é um dos principais fatores que levam os cães a desenvolverem a ansiedade de separação.

Esse tipo de atitude faz com que o animal entenda o momento da separação como algo que pode ser ruim, tanto para ele quanto para o humano, pois ele sente sua tristeza e preocupação. Sendo assim, ele passa a desejar que o dono não saia de casa. Além disso, ao voltar e dar atenção excessiva ao cachorro você está ensinando ao animal que aquele é o melhor momento do dia para ele, no qual você oferece petiscos e faz muito carinho. Dessa forma, o bichinho passa a esperar ansiosamente pela volta do tutor, o que acaba sendo um problema.

Além disso, a falta de estímulos para ele brincar enquanto está sozinho também colabora para que ele desenvolva a ansiedade de separação. Se você não oferece um ambiente rico ao animal em sua casa quando não está presente, como brinquedos, dispensers de petiscos e etc., a chance de cãozinho ficar entendiado é muito grande e isso aumenta a probabilidade dele desenvolver comportamentos indesejados.

Como acostumar o cachorro a ficar bem quando está sozinho?

1. Treine deixá-lo sozinho aos poucos

Se você já sabe que seu cachorro irá precisar se acostumar a ficar sozinho por longos períodos, uma maneira de amenizar esse problema é treinando-o desde pequeno para aprender a lidar com essa situação.

Você pode fazer isso oferecendo um brinquedo ou ossinho. Quando ele estiver entretido, vá para outro cômodo da casa e deixe-o um tempo brincando sozinho. Volte depois de alguns minutos e aja naturalmente, sem fazer grandes festas para ele entender esses momentos como normais.

Alguns animais ficam ansiosos quando notam algum estímulo comum ligado a sua saída – como calçar o sapato ou mexer nas chaves. Para deixá-lo calmo durante esses momentos, também vale treinar o cachorro para se acostumar com essas situações. Então, você pode calçar o sapato ou fazer barulho com a chave e continuar na casa normalmente. Assim que perceber que o cachorro está distraído, deixe ele um tempo sozinho e volte. Repita esse processo algumas vezes. Com o tempo ele entenderá que essas são ações normais, que não representam um problema.

2. Aumente a atividade física

Insira na sua rotina e na do animal a prática de atividades físicas antes de você sair de casa – seja um passeio longo ou uma brincadeira intensa. Assim, o cachorro estará com a energia mais baixa quando estiver sozinho, o que diminuirá a sensação de ansiedade para a sua volta.

3. Prepare o ambiente para a sua saída

Ao invés de fazer uma cena triste antes de sair de casa, torne sua ausência algo legal para o cachorro. Espalhe petiscos pela casa para que ele brinque de caça ao tesouro e deixe os brinquedos preferidos à disposição. Tente sair quando ele estiver distraído e de forma natural.

4. Volte para casa sem fazer festa

Ao voltar para casa depois de um período fora, segure a vontade de fazer uma festa com o cãozinho. Evite dar muita atenção ao animal enquanto ele estiver muito agitado. Aja como se nada estivesse acontecendo e só depois que o cachorro se acalmar dê atenção para ele.

Com o tempo e paciência, seu cachorro irá entender que não precisa ficar desesperado quando você não está junto a ele e poderá até gostar de passar um tempo sozinho.

Caso você prefira, você pode optar por deixar seu animal em uma creche para cachorros, que são locais onde os bichinhos passam um ou dois dias por semana, brincando e interagindo com outros animais.

Em casos muito graves de sofrimento por ansiedade de separação, converse com seu veterinário e ele poderá indicar alguma medicação para acalmar o cãozinho.

Além disso, você pode contar com a ajuda de um adestrador profissional para acostumar o cachorro a ficar mais tranquilo nos momentos que precisa estar só. Se você precisa de ajuda, entre em contato com a Cão Cidadão e agende uma primeira aula gratuita com um de nossos profissionais e saiba mais sobre nosso método e planos.

O que pode tornar o seu cachorro agressivo

Photo credit: Mr. Dtb / Foter / CC BY-SA
Photo credit: Mr. Dtb / Foter / CC BY-SA

Por Alexandre Rossi, especialista em comportamento animal. 

É muito comum que as pessoas tenham ideias erradas a respeito do que torna um cachorro agressivo. Por exemplo, algumas acreditam que determinadas raças são muito dóceis e nunca se tornam agressivas ou que cães tratados só com amor e carinho jamais morderão ou atacarão alguém da família. Mas isso não é verdade.

Muitos motivos podem estimular um comportamento agressivo nos animais. Para conseguir evitar que isso aconteça, é importante conhecer essas causas. Neste artigo, iremos te explicar como surge um comportamento agressivo e o que pode desencadeá-lo.

Afinal, de onde vem a agressividade canina?

Para a maioria das espécies, na natureza, a agressividade é um comportamento fundamental para sua sobrevivência. É por meio dela que os animais defendem seu território, seus parceiros sexuais, filhotes, comida e até mesmo sua posição hierárquica dentro do grupo.

Em alguns bichos, o comportamento agressivo é inato e pode aflorar somente em algumas situações ou fases da vida. Esse é o caso dos cães, principalmente dos machos.

Principais motivos que tornam um cachorro agressivo

Raça e linhagem

No imaginário popular, existe a crença de que algumas raças de cães são totalmente dóceis e outras são muito agressivas. Porém, essa classificação é muito simplista.

Não se pode afirmar que existam raças caninas que não possuam um único indivíduo agressivo. Esse engano faz com que muitas pessoas se surpreendam quando se deparam com um Golden Retriever ou um Labrador bravo.

É claro que algumas raças são, em média, mais agressivas ou dóceis que outras. Por exemplo, é mais comum Rottweilers serem mais agressivos que Beagles. Entretanto, há muitos Rottweilers mais dóceis do que alguns Beagles. O que acontece é que devemos evitar generalizações em relação à raças e nos atentar aos indivíduos.

Outro fator que colabora para verificar se cães têm mais tendência a serem dóceis ou agressivos são as diferentes linhagens de uma mesma raça. Existem linhagens que apresentam indivíduos mais tranquilos ou bravos do que a média geral de determinada raça.

Por isso, ao tentar prever o comportamento futuro do filhote, pode ser mais importante conhecer o comportamento típico da sua linhagem do que da sua raça.

Influência da criação

O modo como lidamos com o cão influencia muito o comportamento dele. A boa educação pode controlar a tendência à agressividade maior e, por outro lado, a má educação pode tornar perigoso um cão pouco agressivo. Mas, de fato, é muito mais fácil e garantido educar para ser manso e confiável um cão que tem tendência a ser dócil.

Amor e carinho não bastam

É comum ouvirmos relato de tutores de animais que dizem sempre ter feito tudo que o cão queria, nunca ter lhe deixado faltar amor e nem carinho, e que não entendem por que o cachorro ataca as pessoas da casa. Mas, para controlar a agressividade dos nossos cães e evitar acidentes, muitas vezes graves, devemos estar cientes de que a educação correta envolve muito mais do que amor e carinho.

Tipos de agressividade

Podemos dividir o comportamento agressivo em classes, para melhor entendê-lo e controlá-lo. Independentemente dos critérios adotados, mais complexos ou mais simples, em geral as classificações se assemelham.

Agressividade territorial

Normalmente, um cão fica mais agressivo no território dele, para defendê-lo. Muitos cães aceitam um outro cão quando estão em espaço neutro, mas passam a atacá-lo se ele entrar no território deles ou ameaçar entrar.

Agressividade possessiva

Manifesta-se quando alguém se aproxima de um objeto, de um animal ou de uma pessoa de quem o cão tem “ciúmes”. Ocorre, por exemplo, quando ele está com algo que considera valioso, como um osso com pedaços de carne. Acontece também quando uma visita abraça ou cumprimenta o dono do cão.

Agressividade por medo ou dor

Às vezes, para se defender, o cão acuado pode atacar o agressor. Ou, ameaçá-lo mostrando os dentes e rosnando, para evitar que chegue perto demais. Um cão com dor, por medo de que um outro bicho ou uma pessoa se aproveite dessa vulnerabilidade, tende a ser agressivo. Esse é o principal motivo que leva cães atropelados a atacar a pessoa que tenta socorrê-los.

Agressividade por dominância

Serve para mostrar quem manda. Costuma acontecer quando é questionada ou contrariada a dominância de um cão que se considera líder do grupo.

Está com dificuldades para entender ou controlar o comportamento de seu animal de estimação? Agende uma visita gratuita com a equipe da Cão Cidadão e conheça nosso método de adestramento inteligente.

Saiba como fazer a sociabilização de cães e gatos

Saiba como fazer a sociabilização de cães e gatos

Muitas pessoas acreditam que cães e gatos são espécies inimigas, incapazes de conviverem juntas em harmonia. Mas, isso não é verdade. Claro que cães e gatos têm suas diferenças comportamentais e algumas vezes acabam se estranhando por conta disso, mas quando esses animais são bem sociabilizados desde filhotes, a relação entre as duas espécies pode ser muito pacífica e de amizade.

O que é sociabilização?

A sociabilização é um processo muito importante pelo qual os filhotes devem passar durante seu crescimento para que, quando adultos, se relacionem de forma mais positiva com outros animais, pessoas, objetos e situações do dia a dia. A melhor fase para garantir uma boa sociabilização vai dos zero aos três meses de idade, pois é nessa etapa do desenvolvimento que o animalzinho está mais aberto a novas experiências.

Nesse período, os tutores devem aproveitar para apresentar ao animal (com paciência e sem forçá-lo a nada) os mais diferentes tipos de pessoas, animais, objetos, barulhos e situações. Dessa forma, ao crescer, o bichinho irá lidar muito melhor com outros seres e situações inusitadas, que não sejam tão comuns ao seu dia a dia.

Quando a sociabilização não acontece de forma adequada, alguns filhotes podem se tornar medrosos, reativos ou até mesmo agressivos quando adultos, pois eles não aprenderam desde cedo a conviver com diferentes estímulos e, então, não sabem como reagir ao novo.

Cães e gatos bem sociabilizados, acostumados com a presença de outros animais, de diferentes espécies, têm muito mais chances de conviverem de forma harmoniosa com outros bichinhos. Isso facilita muito o processo de uma adaptação futura.

Como sociabilizar cães e gatos?

A forma mais fácil de garantir que cães e gatos convivam de forma harmoniosa é criando os dois juntos desde filhotes, pois, como já dissemos, nessa fase eles estão mais abertos a novas experiências e vão se acostumar um com o outro desde muito cedo.

Porém, se você já tem um animal adulto em casa – seja cão ou gato – e decidiu agora que quer acolher um novo amiguinho, o ideal é que ambos tenham sido bem sociabilizados desde pequenos.

Caso você não tenha certeza que isso tenha ocorrido da maneira correta dos zero aos três meses dos bichinhos, confira as dicas a seguir, pois elas irão te ajudar a realizar o processo de adaptação da melhor maneira possível.

Passo a passo para apresentar cães e gatos

Para evitar ciúmes excessivo, é recomendável que o morador mais antigo da casa tenha alguns privilégios. Ou seja, o bichinho novo é quem deve ser mantido em local separado enquanto os dois ainda não estiverem prontos para conviverem tranquilamente juntos.

Na hora de começar a apresentação, é muito importante que você garanta a segurança dos animais. Então, deixe o gato dentro de uma caixa de transporte e o cão seguro com guia. Deixe portas e janelas fechadas para evitar que os bichos fujam com medo.

Com os dois animais seguros, coloque-os no mesmo ambiente e próximos, assim eles poderão começar a se acostumar com a presença e cheiro um dos outro. Comece a dar petiscos, fazer carinho e acalmá-los. Quando você perceber que os dois estão tranquilos um com a presença do outro, se ignorando e prestando mais a atenção nos petiscos, você pode abrir a portinha da caixa de transporte e deixar o gato sair se ele se sentir a vontade. O cão deve ser mantido na guia o tempo todo.

Observe os dois animais, como eles se comportam. Se o cão se agitar e ir para cima do gato, repreenda-o imediatamente. Continue brincando e dando atenção para os dois e espere até que eles fiquem calmos e tranquilos novamente.

Depois disso, comece a brincar com o gato e tente fazer ele correr de um lado para o outro. O cão deve se manter calmo e não ir para cima do gato. Caso ele tente fazer isso, repreenda-o mais uma vez. De novo, espere até que todos se acalmem para continuar o processo.

Se os dois animais aparentarem estar confortáveis na presença um do outro, você pode retirar a guia do cachorro e deixar que cão e gato fiquem no mesmo ambiente com sua supervisão constante e atenta para evitar qualquer problema.

Repita todo esses processo quantas vezes forem necessárias para que os animais fiquem tranquilos um na presença do outro. Ao longo do tempo, você irá perceber se os dois estão preparados para poderem ficar juntos no mesmo local sem a presença de alguém os supervisionando.

Caso você precise de ajuda profissional para estabelecer essa relação, entre em contato com a Cão Cidadão. Temos profissionais capacitados para acompanhar esse processo para que ele seja o mais tranquilo possível para você e seus animais. Agende uma visita gratuita e saiba mais sobre nosso trabalho.

É possível adestrar mais de um cachorro ao mesmo tempo?

É possível adestrar mais de um cachorro ao mesmo tempo?

Você tem dois ou mais cachorros e deseja adestrá-los mas não sabe o que fazer ou por qual deles começar? Que tal treiná-los ao mesmo tempo? Considera uma missão impossível? Mas não é.

Assim como para adestrar um cão, ao treinar dois você precisará de tempo, dedicação e paciência. A diferença é que você precisará entender que cada cão é um indivíduo e, por isso, é preciso trabalhar cada um entendendo sua personalidade. Porém, com algumas dicas, educar seus dois bichinhos ao mesmo tempo pode ser mais simples do que você imagina.

Entenda as especificidades de cada cão

Antes de começar o adestramento – e até mesmo durante o processo – entenda e reconheça a personalidade de cada um. Tente identificar o que cada um gosta, o que os incomoda, quais são os comportamentos negativos e positivos que cada um apresenta, se um é mais agitado que o outro etc. Observe também as semelhanças comportamentais que eles apresentam.

Com base nessa observação ficará mais fácil saber o que você poderá usar para ajudar durante o treinamento e o que evitar. Por exemplo, se os dois cães adoram um determinado petisco, use-o para recompensar comportamentos positivos. Se um deles não gosta de barulhos muito alto, esse pode ser o seu jeito de repreender o comportamento negativo desse animal, mas talvez você precise encontrar outra forma para inibir o do outro animal. Se eles ficam mais bem comportados depois de passear, escolha esses horários para realizar o adestramento.

Acostume os cachorros a conviverem de forma harmoniosa

Você, sua família e seus animais de estimação são um grupo e os cães precisam entender que você é o líder e que eles devem ter uma boa relação, de carinho e respeito, todo mundo – inclusive entre eles.

Acostume e eduque seus cachorros para que eles interajam de forma civilizada entre eles, sem brigas. Se eles forem filhotes, é mais fácil se acostumarem a viver juntos. Se forem adultos, é importante apresentar os animais uns aos outros com calma e paciência, para evitar problemas.

Se eles já se dão bem, faça as atividades diárias com eles juntos, como passear, brincar, alimentar, escovar, etc. Assim, eles estarão acostumados a estar com você e dividir sua atenção sempre e isso pode ajudar no processo de adestramento em conjunto.

Ensine os comportamentos adequados e comandos aos cães ao mesmo tempo

Com os cães já acostumados a viverem juntos e a dividirem sua atenção, você pode começar o adestramento dos dois ao mesmo tempo. Pense como se você fosse o professor e estivesse dando aula para uma turma.

Com dos cães calmos e prestando atenção em você, ensine um comando e sempre que seu cão fizer o que você deseja recompense o comportamento com um petisco e carinho. Faça com que cada um repita a ação desejada e recompense individualmente.

O bom de treinar os cachorros ao mesmo tempo é que um serve de exemplo para o outro. Assim, se um cão aprender mais rápido que o outro, as chances de o companheiro repetir o comportamento desejado é grande.

Se um dos animais tiver um comportamento indesejado, você pode repreendê-lo, mas evite ficar acariciando muito o outro cachorro nesse momento para não gerar ciúmes ou rivalidade. Ou seja, se deu bronca em um, não dê atenção excessiva para o outro.

Caso você tenha dificuldades para ensinar seus cachorros, você pode contar com a ajuda de um profissional. Na Cão Cidadão, o valor do adestramento é calculado por aula, independente da quantidade de alunos. Agende uma visita gratuita e saiba mais sobre nossa metodologia.

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Como adaptar um novo cachorro à família?

Como adaptar um novo cachorro à família?

Ao trazer um novo cachorro para casa, o desejo de todo tutor é que ele se adapte bem ao ambiente, sua rotina e aos outros membros da família – sejam humanos ou pets. Mas, você sabe o que pode fazer para garantir que essa adaptação ocorra da melhor forma possível? Algumas atitudes simples podem te ajudar e facilitar muito todo esse processo.

Confira, a seguir, dicas que te ajudarão na hora da adaptar um novo cachorro à sua casa e família.

Adaptação da casa para o cachorro

Antes da chegada do cachorro, você já deve preparar sua casa para recebê-lo da melhor forma possível. Monte um enxoval para o bichinho com tudo o que ele vai precisar, como comedouro e bebedouro, caminha, brinquedos, tapete higiênico, etc. Também já tenha definido o local que será o banheirinho do cachorro e onde você posicionará sua caminha e sua comida. Lembre-se: cachorros não gostam de comer e dormir próximo ao local onde fazem suas necessidades. Portanto, tenha isso em mente ao escolher onde ficará o banheiro do cachorro.

Caso você já tenha outros animais na casa, evite forçar os animais a dividirem a mesma cama, bebedouro, comedouro, brinquedo e banheiro. Se cada um dos bichinhos tiver seus objetos, a chance de acontecerem estranhamentos e brigas é bem menor.

Além disso, observe sua casa e retire do alcance do animal tudo o que pode representar um risco à sua saúde, como produtos de higiene e limpeza, objetos cortantes ou afiados e plantas que podem ser tóxicas para os animais. Também retire do alcance do cãozinho tudo o que você não quer que ele estrague de forma nenhuma.

Você deverá, ainda, pensar em formas de limitar o acesso do animal desacompanhado e sem supervisão a ambientes que possam representar riscos a sua vida e saúde, como piscinas, escadas e até mesmo a rua.

Para ajudar ainda mais o animalzinho, nos primeiros dias da adaptação, tente deixar no local onde ele irá dormir um pano com o cheiro de sua mãe e irmãozinhos, se ele for filhote, ou algo que tenha seu cheiro, como uma roupa. Isso pode ajudar a acalmar o cachorro durante a noite.

Adaptação com outros pets

Se você já tem um cachorro ou outro animal em casa e deseja aumentar a família pet, antes de tudo é muito importante observar o temperamento do seu bichinho. Se ele realizou uma boa sociabilização quando filhote ou até mesmo depois de adulto, provavelmente ele não terá grandes problemas em receber e conviver com outro animal em casa, seja de que espécie for. Entretanto, se ele é muito territorialista, dominante, medroso ou agressivo, é preciso ficar atento para evitar problemas.

Como fazer a apresentação

Uma das formas mais tranquilas de se fazer a apresentação de dois animais é em ambiente neutro. Usando coleira e guia, leve seu atual cãozinho para passear e, durante o passeio, peça para alguém de quem seu pet já gosta para trazer o novo bichinho (também na coleira e na guia). Continue o passeio normalmente, com todos os animais juntos, mas deixe o cão mais antigo andar um pouco a frente do novato. Quando todos já tiverem gastando bastante energia e se sentirem tranquilos na presença um do outro, é hora de deixar os cachorros se cheirarem e interagirem. Dê bastante atenção para o seu animal mais antigo, assim ele não se sentirá ameaçado de perder seu espaço na casa.

Caso você esteja trazendo para sua casa um filhote que ainda não pode ir para a rua, a apresentação deverá ser feita dentro de casa. Escolha um momento no qual seus animais mais velhos estejam bem tranquilos para começar a fazer a apresentação. Traga seu novo animal – usando coleira e guia – para dentro de casa e observe por um tempo como todos irão reagir. Se você estiver confiante de que não haverá problemas, solte o novato da guia, mas mantenha a supervisão constante.

Muito provavelmente os animais irão se cheirar bastante, talvez até se estranharem um pouco. Fique atento, mas tente não demonstrar tanta preocupação e medo, pois essa é a forma que os cães encontram para mostrarem um ao outro a hierarquia da matilha. Só interfira nessa interação se os cachorros estiverem realmente se tornando muito agressivos e começarem a se machucar. Caso isso aconteça, coloque os animais na guia e espere-os até que todos se acalmarem. Separar os cachorros com uma cerca ou portão pode ajudar, mas é importante que eles possam se ver e se cheirar para irem se acostumando um com o outro. Evite deixar os bichinhos isolados completamente um do outro por muito tempo, pois isso poderá tornar a adaptação muito mais difícil.

Se o tempo for passando e a convivência entre os animais não melhorar, as brigas começarem a se tornar constantes e perigosas, você pode buscar ajuda de um profissional em comportamento animal. Aqui na Cão Cidadão, você pode agendar uma visita gratuita para saber mais sobre o adestramento em domicílio.

Adaptação com crianças

Se você tem crianças em casa, é preciso tomar alguns cuidados ao trazer um animal de estimação para o seu lar.

Antes de comprar um cachorro, pesquise sobre as raças mais dóceis e que geralmente têm melhor convivência com crianças. Caso você deseje adotar um animal, observe o comportamento dele no abrigo e informe-se com os responsáveis sobre o comportamento do cãozinho pelo o qual você está interessado. Pergunte se ele é calmo, se apresenta bom relacionamento com crianças, etc. Dessa forma a adaptação do animal à criança se tornará mais tranquila.

Quando levar o cachorrinho para a sua casa, ensine à criança como brincar com o cãozinho sem machucá-lo ou irritá-lo. Explique que não se deve bater no cachorro ou puxar seus pelos. Diga, ainda, que o animal não deve ser incomodado enquanto come, dorme ou está com seus filhotes. O ideal é que a criança não fique perseguindo o cachorro pela casa, mas que espere ele vir até ela para brincar.

No início da convivência, é importante que um adulto sempre supervisione a interação da criança e do cachorro, para evitar acidentes. Respeitando o espaço e comportamento um do outro, com o tempo, os dois se tornarão grandes amigos.

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