Gravidez psicológica: o que é preciso saber

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Muito comum entre cadelinhas que ainda não foram castradas, a gravidez psicológica ou pseudociese pode ocorrer em qualquer momento da vida do animal. “Esse problema é causado por uma alteração do hormônio progesterona, que envia para o cérebro das fêmeas a informação de que estão prenhas, mesmo sem terem cruzado”, explica o adestrador da equipe Cão Cidadão, Paulo César.

Esse problema afeta a fêmea de maneira psicológica e física, causando nela mudanças comportamentais. “Ela chega a produzir leite e adotar um filhote, que pode ser um bicho de pelúcia ou qualquer outro objeto”, detalha o adestrador.

Apesar de comum, a maioria dos tutores não sabe o que fazer quando a gravidez psicológica ocorre. Por isso, o profissional Paulo César deu dicas de como lidar com esse comportamento.

1. A castração é a melhor maneira de evitar o problema, pois retira os órgãos produtores do hormônio que causa a gravidez psicológica.

2. Após essa fase, deve-se procurar um veterinário e verificar os níveis hormonais da cadelinha. Em caso de desequilíbrio, um tratamento pode ser indicado.

3. Durante a gravidez psicológica, que dura em média duas semanas, deve-se deixar o animal bastante confortável e evitar retirar o seu “filhote” imaginário.

4. Esses sintomas podem se manifestar em intensidades diferentes em cada animal.

5. Apesar de ser um problema comum, não é recomendado que a cadelinha passe por isso muitas vezes. Isso porque ela pode desenvolver estresse, além de mastite (inflamação das glândulas mamárias).

Evitar o convívio com cadelinhas que estejam de fato prenhas pode ajudar muito a controlar esses sintomas na sua cachorra. “Apesar de não haver comprovação científica definitiva, existem relatos de cadelas que entraram nesse estado ao conviver com outras prenhas”, informa o adestrador.

É indispensável não mudar a rotina da cadelinha durante esse período e respeitar o espaço dela. Com muito carinho, paciência e cuidados especiais, sua peluda voltará ao normal rapidamente. Vale sempre consultar um veterinário, principalmente nesses casos, ok?

Gostou desta dica? Se quiser contratar um de nossos profissionais de adestramento e comportamento animal, fale com a Central de Atendimento da Cão Cidadão, pelos telefones: 11 3571-8138 (São Paulo) e 11 4003-1410 (demais localidades).

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Gravidez psicológica: como identificar?

gravidez-psicologica Por Malu Araújo, adestradora e consultora comportamental da equipe Cão Cidadão.

A gravidez psicológica ou pseudociese é o nome dado ao comportamento quando as fêmeas agem como se estivessem esperando filhotinhos. A pseudociese é uma falsa gestação e pode acontecer com as gatas também.

Normalmente, manifesta-se em torno de dois meses depois do cio. Alguns dos sinais que sua cachorrinha ou gatinha está passando por uma gravidez psicológica são: aumento das mamas, buscar panos, toalhas ou roupas e montar um “ninho”, levar para esse local alguns brinquedos e objetos como se fossem filhotinhos, ela pode adotar também os outros animais da casa, ter perda de apetite e alteração no comportamento, chegando a ficar agressiva com os próprios donos.

Esses sintomas são diferentes em cada animal, e elas podem apresentar um ou mais sintomas e com intensidade diferente. Para realmente ter certeza de que a fêmea está com gravidez psicológica, não deixe de conversar com o médico-veterinário. Somente um profissional poderá confirmar e indicar o que deve ser feito.

Apesar de ser um problema relativamente comum, não é aconselhável que a fêmea passe por isso muitas vezes ao longo da vida, pois esse comportamento é estressante e pode desencadear outras doenças, como mastite.

O tratamento mais recomendado é a castração, somente com ela a produção de prolactina será interrompida – hormônio responsável tanto pela pseudociese, quanto pela gravidez verdadeira.

Se a fêmea já está com esses sintomas, aguarde esse período passar, respeitando o espaço dela e continue com a rotina habitual, os passeios, o horário da alimentação, etc. Mas, se ela se recusar, respeite.

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Gravidez psicológica: tudo o que você precisa saber!

Photo credit: numberstumper / Foter / CC BY-SA
Photo credit: numberstumper / Foter / CC BY-SA

Se a sua cachorrinha começou a raspar os cantinhos da casa ou caminha, fica protegendo objetos, está mais ansiosa do que o normal ou anda “choramingando”, é preciso ficar atento: ela pode estar sofrendo de gravidez psicológica.

Esse problema costuma acometer mais de 50% das cadelas não castradas. Além das mudanças comportamentais, a gravidez psicológica causa alterações físicas, como o desenvolvimento das glândulas mamárias e a produção de leite, chegando a surpreender muitos proprietários.

O que fazer?

– Aja com naturalidade e respeite esse comportamento.

– Evite tirar os objetos que a cadelinha está protegendo, pois ela pode ficar mais ansiosa e até agressiva.

– Se precisar se aproximar do “ninho”, faça isso oferecendo algum petisco, para que ela faça associações positivas e não se estresse.

– A melhor maneira de prevenir esse comportamento é a castração, que também pode evitar doenças, como o câncer de mama e de útero nas fêmeas.

– Buscar orientação de um médico veterinário: existem medicamentos que inibem a prolactina e fazem cessar rapidamente a produção do leite e o comportamento maternal. Sem medicação, a gravidez psicológica costuma terminar em duas semanas.

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Gravidez psicológica: como identificar?

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Photo credit: Erháld / Foter / CC BY-SA

Por Malu Araújo, adestradora da Cão Cidadão.

A pseudociese ou gravidez psicológica é uma falsa gestação e pode acontecer com as gatas também. Normalmente, manifesta-se em torno de dois meses depois do cio.

Alguns dos sinais que sua cachorrinha ou gatinha está passando por uma gravidez psicológica são: aumento das mamas, buscar panos, toalhas ou roupas e montar um “ninho”, levar para esse local alguns brinquedos e objetos como se fossem filhotinhos, ela pode adotar também os outros animais da casa, ter perda de apetite e alteração no comportamento, chegando a ficar agressiva com os próprios donos. Esses sintomas são diferentes em cada animal, e elas podem apresentar um ou mais sintomas e com intensidade diferente.

Para realmente ter certeza de que a fêmea está com gravidez psicológica, não deixe de conversar com o médico-veterinário. Somente um profissional poderá confirmar e indicar o que deve ser feito.

Apesar de ser um problema relativamente comum, não é aconselhável que a fêmea passe por isso muitas vezes ao longo da vida, pois esse comportamento é estressante e pode desencadear outras doenças, como mastite.

O tratamento mais recomendado é a castração, somente com ela a produção de prolactina será interrompida – hormônio responsável tanto pela pseudociese, quanto pela gravidez verdadeira.

Se a fêmea já está com esses sintomas, aguarde esse período passar, respeitando o espaço dela e continue com a rotina habitual, os passeios, o horário da alimentação, etc. Mas, se ela se recusar, respeite.

Fonte: PetShop Magazine

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Gravidez psicológica em cães

Photo credit: Aidras / Foter / CC BY-ND
Photo credit: Aidras / Foter / CC BY-ND

Por Tarsis Ramão, adestradora da equipe Cão Cidadão.

De uns tempos para cá, a sua cachorrinha anda com comportamentos estranhos? Raspa cantinhos da casa ou cava a caminha? Fica protegendo objetos ou está mais ansiosa e choramingando? Se a sua cadelinha nunca teve um “namorado” e apresenta essas atitudes, talvez ela esteja com o que chamamos de gravidez psicológica.

A gravidez psicológica, ou pseudociese, ocorre em mais de 50% das cadelas não castradas. Além das mudanças comportamentais, ela causa alterações físicas, como o desenvolvimento das glândulas mamárias.

Por que acontece?

Dois fatores podem favorecer essa gravidez imaginária. Primeiramente, a questão fisiológica. Alterações hormonais podem influenciar o comportamento e o desenvolvimento de tecidos mamários. Isso pode acontecer quando diminui bruscamente o hormônio progesterona, presente durante o cio e por mais dois meses.

Quando a cadela está para dar à luz, cai o nível de progesterona, o que estimula a produção do hormônio prolactina – que, por sua vez, age no tecido mamário, podendo ativar a produção de leite, mesmo sem a fêmea estar esperando nenhum filhotinho.

A questão comportamental também favorece essa condição. Mas, para entender, devemos pensar quando os cães viviam em matilhas. Nelas, só os indivíduos dominantes se reproduziam, que também eram os melhores caçadores. As lobas não dominantes, que desenvolviam gravidez psicológica, podiam cuidar, com perfeição, dos filhotes das fêmeas dominantes, que saiam para caçar.

Assim, as fêmeas “babás” se aproximavam afetivamente da líder e desenvolviam um bom relacionamento com a próxima geração. E, ser influente em uma matilha era muito relevante para sobrevivência.

Como lidar?

O ideal é agir com naturalidade e respeitar esse comportamento. Evite tirar os objetos que sua cachorrinha pode estar protegendo. Isso pode deixá-la mais ansiosa e até agressiva. Se precisar se aproximar do “ninho”, faça isso oferecendo algum petisco, para que ela faça associações positivas e não se estresse.

A gravidez psicológica costuma terminar em duas semanas. Mas, você pode consultar um veterinário para verificar a necessidade de algum medicamento para inibir a produção de leite antes disso. A melhor maneira de prevenir esse comportamento é a castração, que também pode prevenir doenças, como o câncer de mama e de útero nas fêmeas.

Fonte: Pet Center Marginal.

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Lidando com a gravidez psicológica

Photo credit: jespahjoy / Foter / CC BY
Photo credit: jespahjoy / Foter / CC BY

Por Alexandre Rossi, especialista em comportamento animal. 

A gravidez psicológica, ou pdeudociese, ocorre em mais de 50% das cadelas não castradas. Além das mudanças comportamentais, ela causa alterações físicas, como o desenvolvimento das glândulas mamárias e a produção de leite, chegando a surpreender muitos proprietários. Como isso foi acontecer se a fêmea nem esteve com um macho?

Como surge?
Do ponto de vista fisiológico, a gravidez psicológica é um engano do organismo. É gerada por alterações hormonais, capazes por si só de influenciar o comportamento e o desenvolvimento de tecidos mamários. Portanto, para que a “gravidez” ocorra, não é preciso haver filhotes no útero.

A confusão parece acontecer quando diminui bruscamente o hormônio progesterona, presente durante o cio e por mais dois meses. Quando a cadela está para dar a luz, cai o nível de progesterona, o que estimula a produção do hormônio prolactina. A prolactina, por sua vez, age no tecido mamário, podendo ativar a produção de leite e também causar o comportamento maternal. É comum as cadelas desenvolverem gravidez psicológica após a castração, se realizada até três meses depois do início do cio. Com a retirada dos ovários, que produzem a progesterona, há a interrupção da produção desse hormônio e a liberação da prolactina pela hipófise, localizada no cérebro.

Por que é comum?
À primeira vista, fica difícil imaginar como a gravidez psicológica se tornou comum na espécie canina. Mas, se pensarmos numa alcateia (grupo de lobos), a coisa fica mais fácil. Nela, só os indivíduos dominantes costumam se reproduzir. E eles, tanto os machos como as fêmeas, são também os melhores e mais corajosos caçadores.

As lobas não dominantes que desenvolviam gravidez psicológica podiam cuidar, com perfeição, dos filhotes das fêmeas dominantes, já que apresentavam os comportamentos necessários para tal, e até amamentavam. Graças a essa ajuda, as fêmeas dominantes podiam caçar e conseguir alimento para o grupo. Com isso, as fêmeas que cuidavam dos filhotes se aproximavam afetivamente da líder e desenvolviam um bom relacionamento com a próxima geração. E ser influente numa alcateia é importante para a sobrevivência e para a escalada hierárquica.

O que fazer?
Quando ocorre a gravidez psicológica, há quem deseje interrompê-la para a cadela voltar logo ao normal. Medicamentos que inibem a prolactina fazem cessar rapidamente a produção do leite e o comportamento maternal.

Sem medicação, a gravidez psicológica costuma terminar em duas semanas. Alguns proprietários preferem aproveitar essa fase para admirar o comportamento materno das suas cadelas. Apreciam vê-las adotar e proteger os filhotes imaginários, na forma de bichos de pelúcia, de bolinhas e até de controle remoto de TV! Uma das atitudes destinadas à proteção dos filhotes é cavar – serve para lhes preparar uma toca.

Devemos retirar os filhotes imaginários?
Algumas pessoas, para impedir que a cadela adote objetos, têm atitudes como tirá-la do cantinho que escolheu e esconder seus brinquedos. Tais procedimentos podem aumentar a ansiedade da cadela e estimular comportamentos compulsivos. Deixá-la a vontade é a maneira mais respeitosa de lidar com a situação.

Evitar agressividade
A cadela pode ficar com ciúme dos filhotes imaginários e se tornar agressiva para protegê-los. Mostre que você não irá roubá-los. Para isso, ao se aproximar dela, ofereça um petisco ou brinquedo. A maioria das fêmeas deseja a aproximação de alguém que, além de não ser ameaça, traga coisas gostosa.

Complicações com as mamas
O aumento das mamas é normal durantes a gravidez psicológica e o leite produzido acaba sendo reabsorvido pelo corpo da fêmea. Mas às vezes ocorre a mastife – inflamação nas glândulas mamárias. Por isso, se surgirem caroços, dores ou pele avermelhada, não deixe de consultar um médico-veterinário. A produção de leite pode aumentar ou durar mais tempo se as mamas forem estimuladas. É melhor, portanto, evitar manuseá-las. E se a cadela praticar auto-sucção das mamas, pode ser recomendado impedi-la com um colar elisabetano (posto em volta do pescoço torna impossível o contato da boca com o próprio corpo).

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Gravidez psicológica: o que fazer?

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Você sabia que a gravidez psicológica pode atingir mais de 50% das cadelas não castradas? Além de mudanças comportamentais, o ciúme dos filhotes imaginários pode torná-las agressivas.

Algumas pessoas, para impedir que a cadela adote objetos, têm atitudes como tirá-la do cantinho que escolheu e esconder seus brinquedos. Tais procedimentos podem aumentar a ansiedade da cadela e ainda estimular comportamentos compulsivos. Deixá-la a vontade é a maneira mais respeitosa de lidar com a situação.

Por que acontece?

A “confusão” é gerada por alterações hormonais, capazes de influenciar o comportamento e o desenvolvimento de tecidos mamários.

O que fazer?

Quando ocorre a gravidez psicológica, há quem deseje interrompê-la para a cadela voltar logo ao normal. Medicamentos que inibem a prolactina fazem cessar rapidamente a produção do leite e o comportamento maternal. Sem medicação, a gravidez psicológica costuma terminar em duas semanas.

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Como agir diante dos ‘filhotes imaginários’

A sua cadela está criando ‘filhotes imaginários’? Você sabia que a gravidez psicológica pode atingir mais de 50% das cadelas não castradas?

Além de mudanças comportamentais (o ciúme dos filhotes imaginários pode torná-las agressivas), o problema provoca alterações físicas no animal, como o desenvolvimento das glândulas mamárias e a produção de leite.

A “confusão” é gerada por alterações hormonais, capazes de influenciar o comportamento e o desenvolvimento de tecidos mamários.

Se a sua cadelinha começou a raspar cantinhos da casa, simulando cavar, está protegendo alguma área ou objeto, pode ser que ela esteja sofrendo de gravidez psicológica. Fique atento!

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