Cãominhada de Pinheiros, com Alexandre Rossi e Estopinha!

Foto: Regina Motta
Foto: Regina Motta

Neste sábado, 22 de agosto, o especialista em comportamento animal, Alexandre Rossi, e sua fiel escudeira, Estopinha, participarão da cãominhada em homenagem ao aniversário de 455 anos do bairro de Pinheiros, em São Paulo.

O evento começa às 9h, tendo como ponto de encontro a Rua dos Pinheiros, 423.  Após a cãominhada, Alexandre fará uma palestra sobre comportamento animal.

A Cão Cidadão contará com uma tenda, na qual dará orientações e dicas para os donos presentes. Os patrocinadores da empresa, Bayer e Dog Chow, também participarão do encontro.

Outras atrações

Além da palestra e da cãominhada, o evento em homenagem a Pinheiros reunirá 30 food trucks, terá a exibição de cinco filmes, alimentação para cães e muito mais.

Será uma festança, tanto para os animais quanto para seus donos. Portanto, participar!

Para mais informações, clique aqui.

Medo de barulho: como ajudar o pet?

Não é um problema fácil de ser resolvido, mas não desanime! Com alguns treinamentos, você pode amenizar esse medo todo.

Local seguro

Se o seu cão procura um lugar para se abrigar quando está com medo, permita que ele fique lá. Além disso, se possível, crie um espaço que ele possa ficar tranquilo, com janelas e portas vedadas para abafar o som externo.

Um ambiente associado a uma pessoa que ele adora também pode ajudá-lo a se sentir mais seguro. Habitue-o a ouvir sons altos da TV, rádio ou música mesmo. Esses sons podem ser usados para “mascarar” os barulhos de fogos e trovões.

Ajude-o a se acostumar aos poucos

Para que seu pet aprenda a lidar com barulhos que o assustam é preciso que ele faça associações positivas com esses momentos. Quando ouvir um barulho parecido com o que o assusta, comemore com ele: dê petiscos, elogie, faça carinho ou brinque com ele.

Assim, aos poucos, ele começará a associar o barulho, que antes representava perigo, a situações muito prazerosas.

Cão estressado? Saiba como lidar com esse problema!

Você sabia que o estresse não é um comportamento exclusivo dos humanos? Sim, isso mesmo. O problema também pode acometer os pets.

O coração fica acelerado, a frequência respiratória aumenta e há a liberação de hormônios na corrente sanguínea, promovendo alterações fisiológicas e comportamentais. Caso isso aconteça, o cão poderá apresentar sintomas como não se alimentar corretamente, ter comportamentos repetitivos e sintomas de compulsão.

Testando com petisco

Você pode observar a mudança de comportamento do pet através de petiscos, por exemplo. Se ele aceitar a guloseima em determinada situação, é porque não está estressado. Se a recusar, é provável que esteja.

Como tratar?

Por meio de terapia comportamental, o cão pode aprender a tolerar com naturalidade situações muito estressantes para ele, como ficar em casa sozinho, ouvir barulhos de fogos, ir passear no parque com outras pessoas e animais, etc. Cães mais sensíveis devem ter um tratamento mais cuidadoso do que os mais corajosos, diante das mesmas situações.

Compulsão em gatos

Photo credit: Josh Antonio / Foter / CC BY
Photo credit: Josh Antonio / Foter / CC BY

Por Malu Araújo, adestradora da Cão Cidadão.

Classificamos como compulsão, comportamentos repetitivos, que não possuem motivo aparente ou objetivo. Se lamber muito, miar em excesso, arrancar pelos, andar em círculos e comer tecidos podem ser alguns exemplos de comportamentos compulsivos. Se lamber, miar, entre outras ações são comportamentos normais dos gatos, porém, o que chamamos de compulsão é o excesso.

A compulsão pode aparecer por diversos motivos: uma reforma barulhenta e fluxo de pessoas no ambiente, aos quais o gato não está acostumado; pela presença de outro animal; por situações que acontecem e que deixam o gato muito ansioso ou estressado. Existe também o fator genético e, nesse caso, o ideal é não permitir que um gato compulsivo se reproduza, pois a chance dos filhotes apresentarem os mesmos comportamentos é alta.

A sociabilização do gato é a melhor forma de evitar que comportamentos compulsivos apareçam. Apresentá-lo para pessoas, sons, cheiros, e sempre de uma forma agradável, associando essas situações a um petisco ou um carinho, pode fazer com ele se habitue às possíveis mudanças que ocorrerão durante a vida. Tratar é mais complicado do que prevenir, portanto, faça uma sociabilização com seu bichano.

Parar ou interromper uma compulsão nem sempre é o melhor a se fazer, pois pode fazer com que o gato deixe de apresentar determinado comportamento e parta para outro, que pode ser pior. A interrupção da compulsão só deve ser feita se o que o animal faz for muito perigoso para ele – se está causando algum tipo de machucado ou no caso de ele estar comendo algum objeto, por exemplo.
Conversar sobre o que está acontecendo com o veterinário é sempre válido. Em alguns casos, é necessária a introdução de medicamentos e feromônio.

Evite expor o gato a situações de estresse. Se ele tem medo de pessoas e você vai oferecer um jantar, deixe um cômodo da casa para ele e não permita que as pessoas entrem lá sem motivo. Você adotou um novo amigo, então, conte com a ajuda de um profissional de comportamento para auxiliar na interação entre eles.

Ofereça também alternativas para o gato gastar energia. Brinquedos interativos e jogos são um excelente estímulo mental e uma forma de atividade para ele. Brincadeiras em que ele possa “caçar” a comida são ótimas.

Proporcionar uma rotina previsível para o gato influenciará na mudança comportamental dele.

Fonte: PetShop Magazine.

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