Brinque mais com seu gatinho!

27062022_GATO-brincando

Estimular alguns tipos de comportamentos é essencial pro bem-estar dos felinos

Mais uma semana começando, e hoje queremos saber: você dá oportunidade pro seu gatinho expressar seus comportamentos naturais de caça?

Pois, saiba que esse tipo de comportamento é essencial para o bem-estar felino, segundo grandes cientistas do ramo!

Por isso, brinque com seu gato de uma forma que ele possa simular movimentos de caça! Por exemplo: use brinquedos que imitam presas, como varinhas e laser. 

Até mesmo uma bolinha, brinquedo considerado canino, pode funcionar para o seu bichano liberar esse lado selvagem. E aí, serve tanto uma comum, como um item com guizo dentro ou uma bolinha de papel alumínio!

Brinquedos com comida dentro ou tabuleiros interativos também funcionam muito bem para estimular a caça e fazer o bichano conquistar o próprio alimento! 

Então, que tal começar já a dar mais qualidade de vida para o seu gato?

✨Desejamos a todos uma excelente semana!

Cão Cidadão 📚Educação que aproxima o pet da gente por meio de 🐾 adestramento e consulta presencial ou on-line!

#CaoCidadao #AdestramentoInteligente #ComportamentoAnimal #Gato #ComportamentoFelino

Sabia que seu pet pode se distrair mesmo sem você?

CAOCIDADAO_Sabia-que-seu-pet-pode-se-distrair-mesmo-sem-voce

Você já comprou um brinquedo incrível pro seu pet e ele… simplesmente ignorou? Ou até cheirou e tentou interagir, mas não curtiu muito?

Pois é… É mais comum do que você imagina! Mas, na maioria das vezes, isso não acontece porque o pet é “fresco”, e sim porque os brinquedos podem não estar sendo usados da forma que mais faça sentido para ele!

Um exemplo são os que foram criados para se colocar comida, como explica neste vídeo o nosso especialista Alexandre Rossi Dr Pet. Chamados de comedouros-brinquedo ou brinquedos dispenser, eles têm compartimentos para colocar alimentos e, assim, estimular o faro e instinto de caça dos animais. Ou seja, sem comida, eles perdem grande parte da graça!

Como a ideia é que o pet se distraia sozinho, ele é ideal para quando não podemos dar atenção aos peludos ou saímos de casa. Itens para roer como mordedores de nylon ou proteínas desidratadas também podem funcionar nesses momentos.

Já opções como bolinha, frisbee e brinquedos de corda são brinquedos para serem usados num momento de interação entre tutor e pet, então, podem ser guardados no resto do tempo!

👇Quer saber mais formas de dar mais qualidade de vida pro seu pet e interagir melhor com ele? Conte com a ajuda dos educadores da Cão Cidadão, equipe do Dr Pet!

AGENDE SUA AULA GRATUITA: caocidadao.com.br

Cão Cidadão 📚Educação que aproxima o pet da gente por meio de 🐾 adestramento e consulta presencial ou on-line.

Pets e idosos combinam?

Sim, pets e idosos podem ser uma ótima combinação!

De fato, vários estudos científicos já apontaram que os animais podem contribuir para níveis mais baixos de colesterol, frequência cardíaca e pressão arterial em idosos, além de acelerar a sua recuperação em casos de internação. 

Além disso, uma pesquisa do Instituto Metropolitano de Gerontologia de Tóquio, publicada na revista Plos One, mostrou que idosos que possuem um pet costumam ser emocionalmente mais estáveis e sociáveis, pois interagem mais, se movimentam mais e confiam mais na vizinhança.

Mas, apesar de tantas vantagens comprovadas, é também essencial lembrar a grande responsabilidade que é ter um cão ou gato, afinal, eles têm uma expectativa de vida de mais de 12 anos em média.

Outro aspecto importante é que os pets têm várias necessidades a serem supridas e características únicas de cada espécie, que podem mudar dependendo da idade, porte e personalidade do indivíduo.

Por isso, não deixe de contar com nossos educadores para ajudar na missão de cuidar melhor e treinar o seu peludo e, assim, poder retribuir todo o bem que ele proporciona a todos da família.

Cão Cidadão 📚Educação que aproxima o pet da gente por meio de 🐾 adestramento e consulta presencial ou on-line.

Qual é a brincadeira preferida do seu pet?

Mais uma semana começando e, hoje, a pergunta é: você sabe qual é a brincadeira preferida do seu pet? Bolinha, frisbee, cabo de guerra, “caçar”, destruir/roer, correr…

Seja qual for a preferência do seu peludo, é importante permitir que eles brinquem sempre que possível, para estimular a sua saúde física, mental e emocional!

Outra coisa: é muito importante escolher um local amplo e com piso não escorregadio para evitar acidentes e lesões nas articulações do seu pet durante as brincadeiras.

Desejamos a todos uma excelente semana, e que vocês possam curtir ótimos momentos em família!

👇 E conte com os educadores da Cão Cidadão para te ajudar nos exercícios do seu pet!

Cão Cidadão 📚Educação que aproxima o pet da gente por meio do 🐾 adestramento e consulta presencial ou online!

Mais uma segunda-feira começando e, hoje, queremos saber: como está a rotina de atividades físicas do seu cãozinho?

CAOCIDADAO_rotina-de-atividades-fisicas-do-seu-caozinho

Independentemente da raça, porte e idade, todo pet precisa se exercitar – cada um de acordo com seu limite, claro! Uma simples volta em um quarteirão diferente do habitual já pode trazer inúmeros outros estímulos e contribuir para a qualidade de vida do animal.

Além disso, há vários estudos que mostram que os cachorros nos incentivam a levar uma vida mais saudável!

Então que tal aproveitar e sair para uma caminhada com o peludo? E não deixe de postar um comentário para a gente!

Desejamos a todos uma excelente semana!

Dicas para reduzir os latidos dos cães.

Latir faz parte da natureza canina. Ou seja, dificilmente o comportamento pode ser 100% extinto – e nem seria saudável! Por outro lado, latidos em excesso podem indicar que o bem-estar do pet está comprometido e/ou que a comunicação com ele está falhando. Dessa forma, o foco deve ser em trabalhar para reduzir o estresse do peludo e redirecionar a sua energia para atividades que lhe proporcionem mais qualidade de vida! Por isso, confira a seguir algumas estratégias:⠀

➡ Comece visitando o veterinário para um check-up, uma vez que problemas de saúde podem fazer o animal ficar mais sensível e latir mais.

➡ Aumente a quantidade de passeios semanais e introduza outras atividades na rotina, como brincar de bolinha. Além disso, proporcione estímulos mentais como treino de comandos.⠀

➡ Enriqueça o ambiente para incentivá-lo a usar outros comportamentos além do latido. Brinquedos que soltam petisco (como Pet Ball e Kong) e caça ao tesouro são ótimas opções, além de itens para roer e até elementos naturais, como coco verde. Não se esqueça de supervisionar as primeiras interações!

➡ Não reforce o comportamento! Não ofereça petisco para o pet parar e evite falar com ele no momento do latido, mesmo que seja para dar bronca. Prefira ignorar ou distraí-lo, correndo para outro lugar, por exemplo.

➡ Ensine-o a te chamar de outra forma, tocando a patinha em sua perna, por exemplo. Para isso, dê muita atenção (e petiscos, se quiser!) sempre que ele fizer o movimento escolhido.⠀

➡ Por fim, não deixe de contar com a orientação de um profissional da equipe da Cão Cidadão para ajudar a identificar e montar um plano de treino completo para dessensibilizar os gatilhos dos latidos.

Dormir com o pet faz mal?

per na cama

Dormir com o pet no quarto ou até mesmo na cama. Quase todo tutor de cão e gato já viveu essa experiência ao menos uma vez na vida. Mas, esse é um hábito que divide opiniões. Os que gostam e defendem a prática dizem que se sentem mais relaxados com o pet por perto na hora de dormir e que essa proximidade cria um laço afetivo mais forte entre humano e animal. Já os que não gostam dizem que o bichinho no quarto ou na cama atrapalha o sono, tira a privacidade de casais e que pode até causar problemas de saúde.

Mas, afinal, dormir com o pet é bom ou ruim? Algumas pesquisas apontam que esse costume pode trazer benefícios, tanto para o dono quanto para o animal. Porém, para usufruir deles é preciso alguns cuidados. Confira.

Pontos positivos e negativos de dormir com o pet

Segundo um estudo realizado nos Estados Unidos com 40 pessoas e seus animais de estimação, algumas confirmaram que realmente dormem melhor com a companhia do bichinho.

Outra pesquisa, ainda em desenvolvimento, realizada pelo especialista em comportamento animal Alexandre Rossi, sugere que animais que dormem pelo menos dentro de casa apresentam menos sintomas de ansiedade de separação e agressividade.

Porém, antes de liberar o acesso de cães e gatos à sua cama, é importante observar se esses benefícios se aplicam na sua relação com o animal. Apesar de os estudos indicarem que há vantagens tanto para o pet quanto para o tutor, há casos que essa proximidade pode acabar atrapalhando e até estimulando comportamentos negativos.

Se ao dormir em sua cama, o cão ou o gato se mexe muito durante a noite e acaba te acordando muitas vezes, talvez seja bom repensar se vale a pena continuar dormindo com ele. Uma boa saída, tanto para você quanto para o bichinho, é permitir que ele durma no quarto, mas em uma caminha separada.

Além disso, alguns animais que dormem tão perto de seus donos podem acabar desenvolvendo sentimentos excessivos de posse ou de dependência, o que acaba aumentando sua agressividade e ansiedade de separação. Se esse for o seu caso, treinar o bichinho para que ele fique bem e se divirta sem você por perto é uma alternativa. Além disso, é importante acostumá-lo a dividir sua companhia e atenção com outras pessoas, para que ele não se torne um animal ciumento.

Caso você precise de ajuda para treinar seu animal ou acostumá-lo a dormir fora do quarto e em sua própria cama, você pode contar com a ajuda da Cão Cidadão. Agende uma visita gratuita e conheça nossos serviços e método de treinamento.

Cuidados com a saúde e higiene do pet são fundamentais

Para evitar problemas ao dormir com seu animal de estimação, é preciso tomar alguns cuidados.

O primeiro deles é sempre manter as vacinas, vermifugações e proteção contra pulgas e carrapatos em dia. Também é importante seguir uma rotina frequente de escovação, corte de unhas, banho e tosa.

Se o cão ou o gato dorme na mesma cama que você, reforce a troca e limpeza de lençóis e cobertas, para evitar o acúmulo de pelos. Caso ele durma em sua própria caminha, mas dentro do quarto, também garanta que a higienização dela seja frequente. Assim, você evita diversos problemas que podem por em risco sua saúde e de sua família – desde alergias até doenças mais sérias. Então, você é do time que dorme com o pet ou sem? Conte para a gente em nossas redes sociais!

Sobre proteção contra pulgas e carrapatos

Nós da equipe Cão Cidadão, junto ao nosso especialista Alexandre Rossi e seus cães Estopinha e Barthô, temos uma longa parceria com a MSD Saúde Animal e recomendamos o uso de Bravecto contra carrapatos e pulgas.

Alexandre, Estopinha e Barthô

A maioria dos produtos antipulgas e carrapatos possui duração de 4 semanas, o que é suficiente pra matar os que estão presentes no cão, mas, infelizmente, eles representam apenas 5% dos parasitas, o restante encontra-se no ambiente.

O que ocorre é que quando uma pulga “pousa” no cão, ela pode pôr até 50 ovos por dia, que vão acabar se espalhando na sua casa, no sofá, no tapete e, como falamos, até mesmo na sua cama.

O grande problema é que, o ciclo de vida dos 95% pode durar 8 semanas ou mais! Ou seja, mais do que o tempo de duração destes produtos.

Recomendamos Bravecto porque é o único protege o seu pet e a sua casa contra carrapatos e pulgas por 12 semanas, com uma única dose, eliminando o ciclo de vida desses parasitas. Como somos parceiros, oferecemos 20% DE DESCONTO NA COMPRA ONLINE ATRAVÉS DESTE LINK. Aproveite e compre agora.

bravecto

Dicas para viajar com cachorro nas férias

Dicas para viajar com cachorro nas férias / Photo by Tadeusz Lakota on Unsplash

As tão esperadas férias chegaram. Para relaxar e aproveitar esse período ao máximo, muitas pessoas escolhem viajar. E, para garantir momentos ainda mais agradáveis, alguns tutores desejam levar seus cachorros junto nesses passeios. Porém, viajar com cachorro exige alguns cuidados para evitar riscos e garantir a diversão tanto para humanos quanto animais.

Confira, a seguir, algumas dicas valiosas que irão fazer a sua viagem melhor para você, sua família e seu pet.

Organizando a viagem

Antes de arrumar as malas e sair por aí viajando com seu cãozinho, é preciso tomar algumas atitudes para evitar possíveis problemas.

Visite o veterinário

Em primeiro lugar, você deve levar seu cachorro para uma visita ao seu veterinário de confiança. O profissional irá avaliar a saúde do seu animalzinho, se as vacinas e vermífugo estão em dia e poderá te orientar sobre qualquer dúvida que você tiver sobre a melhor forma de viajar com cachorro. Ele também poderá te indicar medicações para evitar enjoos e outros problemas comuns durante viagens.

Arrume as malas com antecedência

Não é apenas com a sua bagagem que você deverá se preocupar. Para garantir que o cãozinho fique bem durante a viagem e evitar ao máximo qualquer stress para o animal, você deverá preparar uma mala com tudo o que ele irá precisar fora de casa. Leve ração, comedouros, bebedouros, tapete higiênico, brinquedos, petisco, caminha, carteira de vacinação, remédios (caso ele tome algum), etc.

Se possível, prepare esse enxoval antes da viagem. Deixar para comprar essas coisas no local de destino da viagem pode ser arriscado, você pode não encontrar determinados produtos com os quais seu cachorro está acostumado e ele não se adaptar às novidades, causando transtornos tanto para o animal quanto para você.

Hospedagem

Se você for se hospedar em um hotel ou pousada, verifique antes de fazer a reserva se o estabelecimento aceita cachorros e que tipos de serviços e condições ele oferece ao pet. Avalie se essas condições são adequadas ao perfil do seu animal.

Informe-se, também, sobre clínicas veterinárias localizadas próximas ao seu local de hospedagem. Tenha em mãos o endereço e telefone desses locais para utilizar em caso de emergência.

Cuidados ao viajar com cachorro de carro

De acordo com as leis de trânsito brasileiras, animais não podem andar soltos dentro de veículos. Eles devem utilizar cinto de segurança próprio para cães ou ficarem dentro da caixa de transporte. Dessa forma, você evita que eles pulem pela janela ou no motorista enquanto dirige, evitando acidentes.

Para que o cachorro fique tranquilo nessa situação, antes de viajar, faça treinos para costumá-lo, pouco a pouco, com a caixa de transporte ou cinto de segurança e passeios de carro. Assim, ele se sentirá seguro nessas situações e se habituará cada vez mais a passar períodos maiores nessas condições. Uma dica é deixar um brinquedo com ele para que ele possa morder e se distrair durante o trajeto.

Para que o animal descanse, faça suas necessidades, coma e tome água, faça paradas a cada duas horas. Saia com o animal por um tempo do carro – sempre utilizando coleira e guia – e deixe ele andar e farejar por um tempo. Nesses momentos, ofereça um pouco de comida e água fresca.

Jamais deixe o cachorro sozinho dentro do carro fechado no sol ou em dias quentes. Eles podem ter um aquecimento interno alto e rápido, que pode acabar levando-os à morte.

Cuidados ao viajar com o cachorro de ônibus ou avião

Antes de comprar sua passagem para viajar com o cachorro, entre em contato com a companhia aérea ou empresa de ônibus para saber quais as regras específicas para o transporte de animais. Caso viaje para fora do país, você também deverá se informar sobre a legislação do local de destino para a entrada de pets no país.

No geral, as regras para viajar com cachorro são: apresentar atestado do veterinário informando sobre as boas condições de saúde do animal, ter a carteira de vacinação atualizada e transportar o bichinho na caixa de transporte.

Algumas empresas possuem regras específicas para o transporte do animal, como a obrigatoriedade do cachorro ocupar um assento ao lado de seu dono (portanto o tutor deve pagar por esse lugar), número limite de pets que podem ser transportados por viagem, peso máximo do cachorro que irá ser transportado, caixas de transporte com características específicas, etc.

No avião, para viajar com cachorro com mais de 10 kg, geralmente as companhias aéreas determinam que o animal seja transportado no porão da aeronave. Se esse for o caso, identifique seu bichinho com uma plaquinha e também sua caixa de transporte.

Algumas empresas não transportam cães de determinadas raças. Sendo assim, mesmo que seu cão tenha todos os documentos exigidos, ele poderá ser impedido de viajar.

Em voos internacionais, além de contatar a empresa aérea, você deve se informar sobre as regras do país de destino, pois alguns pedem, por exemplo, que o animal passe por um período de quarentena antes de entrar no país. Devido a essas e outras situações, é imprescindível que você se informe antes de viajar com o cachorro para evitar grandes problemas.

Com essa preparação, você está pronto para curtir seus dias de descanso em companhia do seu melhor amigo.

Para receber informações atualizadas sobre cuidados com animais, assine nossa newsletter.

5 coisas que você precisa saber sobre cachorros filhotes

5 coisas que você precisa saber sobre cachorros filhotes

 

Depois de pensar muito sobre o assunto e sonhar com esse dia, finalmente você e o seu filhote de cachorro estão em casa. Com certeza você e sua família esperam vivenciar momentos felizes e agradáveis na companhia do cãozinho.

Mas, para que esse sonho não se torne um pesadelo, é importante que você se informe sobre algumas características e cuidados básicos que precisará ter com o filhote. Neste artigo a gente te conta 5 coisas que você precisa saber sobre seu novo amiguinho.

1. Cada raça tem características comportamentais e necessidades distintas

Você sabe quais são as características comportamentais e necessidades específicas da raça do seu filhote? Se você ainda não pesquisou sobre esse assunto, o momento é agora. Entenda o que você deve esperar do seu cachorro e prepare-se para não ter problemas futuros.

Se a raça do seu filhote é mais agitada, já crie uma estratégia para que ele possa gastar energia durante passeios e brincadeiras, por exemplo. Por outro lado, se for uma raça que tem tendência ao sedentarismo e obesidade, já comece a pensar em formas de incentivar seu filhote a sempre se exercitar. Dessa forma você evita problemas comportamentais e até mesmo de saúde no futuro.

2. Não há idade mínima para começar a adestrar um cachorro

Muitas pessoas ainda acreditam que é preciso esperar o cachorrinho chegar a uma certa idade para começar a adestrá-lo, mas isso é um mito. Filhotes podem ser ensinados desde o primeiro dia que chegam a sua casa.

Começar o treinamento desde cedo é importante para que o animalzinho não desenvolva hábitos indesejados, como fazer xixi fora do lugar adequado ou morder objetos e móveis da casa. Ensinar um filhote de cachorro é fácil, só requer um pouco de tempo e paciência. O momento dedicado à educação do filhote é uma ótima oportunidade para criar uma relação de afeto e confiança entre o animal e o seu dono.

Assista agora algumas dicas de como começar a treinar seu cachorro em casa. Caso sinta a necessidade, você pode contratar um especialista em adestramento para te ajudar nessa missão.

Passo a passo para educar filhotes de cães

3. Cuidados com a saúde do pet desde pequeno são essenciais

Nenhum animalzinho está livre do risco de ter algum problema de saúde. Porém, muitas doenças podem ser evitadas com cuidados básicos com a saúde do animal. Com os filhotes, é importante vaciná-los corretamente e manter um ambiente limpo, seguro e livre de pulgas e carrapatos.

Durante os três primeiros meses de vida, período em que ele deve tomar as vacinas recomendadas, você pode levar o filhote para passear no colo ou em um carrinho, e deve evitar que ele entre em contato com animais que você não conhece. Por ele não estar totalmente imune, os riscos dele contrair uma doença é muito alto. No entanto esta também é uma fase muito importante, assunto do próximo tópico.

4. Sociabilizar o filhote é importante

Não tem jeito. Para que seu cachorro não seja reativo e tenha medo de objetos e situações comuns do dia a dia, é preciso sociabilizar o filhote desde de cedo.

Dos zero aos três meses de idade é a fase em que o cãozinho está mais aberto a novas experiências. Por isso, devemos aproveitar esse período para apresentá-lo ao maior tipo diferente de pessoas, objetos, barulhos e situações diferentes. Essas interações devem ser feitas de maneira agradável, de maneira que o animalzinho se sinta seguro. Forçar o cachorro a uma situação desagradável para ele pode gerar traumas. Por isso, tenha paciência e deixe ele interagir com situações, pessoas e objetos novos no tempo dele. Veja aqui dicas de como socializar o filhote em diversas situações.

5. Filhotes reconhecem (ou não) a liderança do dono desde cedo

Na natureza, cachorros são seres sociais, que vivem em matilhas e precisam fazer parte de um grupo equilibrado, com um líder definido para seguir.

Em casa, o grupo do seu cachorro é você e sua família. Caso ele não reconheça alguém da casa como seu líder, ele certamente irá tentar dominar o ambiente e as situações. Isso pode gerar problemas de comportamento e até mesmo agressividade.

Por isso, é importante que seu filhote reconheça seu dono como um líder. Assim, ele irá respeitar e entender os limites impostos e se tornará mais obediente e dócil na vida adulta.

Adestrar o cachorro desde pequeno, com carinho e recompensando bons comportamentos, é uma ótima forma de desenvolver essa relação com o animal. Desse jeito você criará uma ligação com seu bichinho baseada no afeto, confiança e respeito que irá durar por toda a vida.

Se você quiser saber mais sobre como educar o seu filhote, conheça o curso online ministrado pelo Alexandre Rossi: Passo a passo para educar filhotes de cães.

Minha cadela está grávida, e agora?

dicas_interna-cachorra-gravida

Por Nathália Camillo, adestradora e franqueada Cão Cidadão

Não há dúvidas de que todos os nossos pets merecem ser cercados de carinho e atenção! E quando descobrimos que nossa cadelinha está grávida, esse carinho e atenção devem ser redobrados.

Assim como nós, humanos, os cachorros também apresentam alterações hormonais durante a gravidez que podem influenciar em seu comportamento durante o período e até mesmo depois do nascimento dos filhotes.

Uma cadela que se encontra grávida pode ficar mais calma, mais agitada ou até mesmo mais agressiva, por tanto, é preciso ter paciência e saber como lidar com cada situação.

Para garantirmos uma gestação tranquila e saudável, devemos nos preocupar principalmente com o bem-estar e saúde das nossas futuras mamães, deixando-as sempre confortáveis e felizes.

Os passeios e brincadeiras continuam sendo indispensáveis nesta época, para distrair um pouco e exercitar os músculos, além de ajudarem a evitar o estresse das cadelas prenhas. Porém, os passeios devem ser mais curtos e em horários em que o sol não esteja quente. As brincadeiras podem ser feitas tanto dentro quanto fora de casa.

É importante também o acompanhamento de um veterinário durante todo o período gestacional, para verificar não só a nutrição e a saúde da mamãe, mas também o desenvolvimento dos filhotes.

Quando estiver próximo ao período do parto, podemos preparar um local para que sua cadelinha possa ter seus filhotes com todo o conforto. Então, você pode escolher um lugarzinho mais escondido, onde não faça frio e não haja tanta circulação de pessoas ou animais. Ali, ela vai se sentir mais segura. Depois de escolher o local, monte uma caminha ou “ninho” para ela ali, com cobertores e almofadinhas para ela se deitar e ficar quentinha junto aos filhotes.

A gravidez, por si só, já altera o estado normal do cachorro, tendendo a deixá-los mais desconfortáveis, portanto, todos esses cuidados vão ajudar a sua cadelinha a ter uma gestação menos estressada e mais tranquila, para que a chegada dos filhotes seja algo natural e prazeroso para toda a família!

NÃO VÁ AINDA!!

Agende agora mesmo uma primeira aula gratuita (on-line ou presencial) com um dos nossos adestradores!!