Zika vírus e dengue: você também pode ajudar nesta luta!

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Ano após ano, a luta contra a dengue cresce ainda mais. Em 2015, com o zika vírus, o combate ao mosquito Aedes aegypti ganhou ainda mais força. De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 500 mil brasileiros foram afetados pelo vírus Zika neste ano, se considerarem a estimativa mais otimista. Já o Protocolo de Vigilância e Resposta à Microcefalia e ao Zika, que foi divulgado recentemente, informou que mais de 1,4 milhão de pessoas já teriam sido afetadas pela doença.

Os sintomas do Zika vírus incluem febre, dor nas articulações e músculos, conjuntivite e manchas vermelhas na pele. Geralmente, esses sintomas surgem 10 dias após a picada. Em grávidas, o problema é apontado como responsável por casos de microcefalia – quando o bebê nasce com a circunferência cefálica menor do que a padrão.

Como ajudar nesta luta?

Você também pode contribuir com o combate ao Aedes aegypti. Quando se tem um animal de estimação em casa, é natural deixar espalhado pela casa potes de água para ele se refrescar. Redobre os cuidados, uma vez que a reprodução do mosquito ocorre em água parada!

– Troque a água do pet diariamente.

– Lave os recipientes do amigo com escova ou bucha, para ficaram bem higienizados.

– Brinquedos soltos pelo quintal, como aquela garrafa pet furada, usada para dispensar ração e petiscos, também podem se tornar criadores. Fique atento!

Procure acabar com qualquer foco de água parada em sua casa. Se todos fizerem a sua parte, o perigo pode ser evitado!

Cães que têm repulsa a gatos

flickr.com/sabianmaggy
flickr.com/sabianmaggy

“Tenho 3 cachorros e há cerca de um mês adotei uma gatinha de 2 meses que se chama Chloe, o poodle Nicky até que está adaptando-se bem à gata, mas o problema é a dachshund (XuXa ) e a Lady (SRD), pois acho que odeiam gatos. A XuXa fica muito ansiosa, farejando muito, talvez nem vá morder a gatinha mas os movimentos bruscos em direção a ela nos deixa em alerta e com medo de que possa machucar a gatinha. Todos aqui em casa estão apaixonados pela gatinha, gostaríamos de poder ficar com ela. Beijos, sou sua fã!” – Silvana Cozer Ramos, dona da XuXa, de onze anos.

“Recentemente adotei um lindo vira-latinha que trouxe muita felicidade para casa. Comprei seu livro “Adestramento Inteligente” e ele me ajudou muito! Porém, o Thor tem um problema comportamental que não sei como resolver. Além dele, eu tenho três gatinhos: 2 fêmeas e 1 macho. Com as fêmeas, o Thor não tem tantos problemas, pois elas colocam limite. Já com o macho, ele brinca porém de um jeito bastante “grosso”. Seriam brincadeiras normais se fossem com outro cachorro, porém com um gato não dá certo. O pior é que o gato não reage, não tenta sair, ou então parar, e fico muito preocupada em acabar machucando. Por favor, o que posso fazer? Já tentei com o esguicho de água, bronca, deixar sem atenção mas nada disso funcionou!” – Marina Bianchi, dona do Thor, de três meses.

“Olá Alexandre, boa tarde. Bom, tenho 2 cachorras adultas (10 anos e 7 anos) e 2 gatas adultas (9 e 10 anos) e agora adotei mais uma fêmea, a Humi, agora com 7 meses. Ocorre que ela não dá paz para as gatas, pula em cima, dá mordidinhas e, às vezes, até avança. Minhas gatas não querem mais ir para o quintal por isso. Com as outras cachorras o convívio é tranquilo, até se gostam. Percebi que a Humi é muito territorialista (tudo é dela) e também ciumenta (avança se as outras chegarem perto de mim). Sei que isso é normal pois ela ainda é bebê, mas gostaria de corrigir a tempo, para que as gatas tenham paz e o convívio seja tranquilo. Olha a foto da danada aí. Obrigada e um abraço!” – Renata Afonso, dona da Humi, de sete meses.

Por Tiago Mesquita, adestrador da equipe Cão Cidadão.

Que legal!! Quantos pets em casa!! Bem, sabemos que a socialização de cães e gatos deve ser feita com bastante cuidado, pois os gatos têm movimentos rápidos e bruscos, e isso ativa o instinto de caça dos cães, fazendo com que eles corram atrás dos gatos.
Para que eles possam se conhecer com segurança, eu indicaria o uso de uma caixa de transporte, para que seus gatos possam se sentir seguros e seus cães possam farejá-los sem riscos, fazendo treinos de aproximação positiva. Assim, quando os cães avançarem ou fizerem movimentos bruscos, você poderá impor limites com mais facilidade (repita o treino por várias vezes).
Em relação às broncas, talvez você não tenha conseguido resultados positivos porque estava aplicando-as com a intensidade e/ou tempo errado. É importante saber que temos sempre que respeitar a sensibilidade de cada animal.
Outra coisa legal seria adaptar a casa para os gatinhos, porque eles gostam de ficar em lugares mais altos. Tais locais também serviriam de refúgio quando houver algum desentendimento com os cães. Dessa forma, prateleiras com túneis, arranhadores e brinquedos específicos para gatos são sempre bem-vindos. Além disso, enriquecimento ambiental, comandos e passeios também podem tornar os cães mais calmos e tranquilos.
Caso esteja passando por dificuldades para manter a boa convivência entre o cão e o gato, não hesite em procurar a ajuda de um profissional da equipe Cão Cidadão. Bons treinos e, se precisarem, contem sempre com a gente.

Fonte: Portal do Dog

Eventos Cão Cidadão para o fim de semana

noticias_interna_eventosfimdesemana Este fim de semana está cheio de atividades para quem gosta de animais e quer aprofundar o seu conhecimento sobre eles. Se você está procurando um programa para os dias de descanso, confira abaixo os eventos Cão Cidadão!

Alexandre Rossi

No sábado, 7 de novembro, o especialista em comportamento animal, Alexandre Rossi, estará em Porto Alegre (RS) para o evento “Ação Animal Total”. O encontro acontecerá no Shopping Total e contemplará várias atividades, entre elas, a palestra do Alexandre às 11h. Para participar, basta entregar uma doação no local, que será entregue a instituições de proteção aos animais. Para saber mais, clique aqui.

Cão Cidadão

Também no sábado, dia 7, a equipe da Cão Cidadão estará na Petz Morumbi, em São Paulo, para realizar pela primeira fez uma palestra sobre gatos. O evento será gratuito e começará às 17h.

Participe e esclareça as suas dúvidas! Descubra se todo o gato é arisco, se eles precisam ou não de atividades físicas, se podem se tornar amigos dos cães, e muito mais! Para mais detalhes, clique aqui.

Esperamos por você!

Guia de viagem de avião com o pet

Photo credit: Dallas Krentzel / Foter / CC BY
Photo credit: Dallas Krentzel / Foter / CC BY

O ano está chegando ao fim, mas alguns feriados ainda estão por vir. Alguns donos planejam viagens para a toda a família, o que inclui, muitas vezes, o animalzinho de estimação.

Muitas dúvidas surgem quando o meio utilizado é o avião. O que preciso providenciar? A viagem será tranquila para o pet? Planejar tudo isso pode ser um tanto estressante, então, para ajudá-lo, separamos algumas dicas da adestradora e consultora comportamental da equipe Cão Cidadão, Malu Araújo.

1º passo

Depois de decidir o destino da viagem, o indicado é procurar um médico veterinário. O profissional poderá te informar sobre toda a documentação necessária, que varia de acordo com cada destino, mas que consiste basicamente em carteira de vacinação, atestado de saúde, entre outros.

“O ideal é fazer a visita ao veterinário pelo menos 10 dias antes da viagem, para ter certeza de que o seu animal não tem nenhum problema de saúde”, explica a adestradora.

Ao escolher a companhia aérea, atente-se às regras com relação ao transporte de animais que a empresa apresenta. Esse tipo de informação pode ser encontrado facilmente nos sites das empresas.

2º passo

Escolher a caixa de transporte! “Nesse momento, é preciso levar em consideração o tamanho do animal, pois a caixa de transporte deve ser grande o suficiente para que ele possa ficar de pé e dar uma volta ao redor de si mesmo”, orienta Malu. “Tenha certeza de que a portinha é segura e que as travas funcionam e, por precaução, adicione uma trava extra”, completa. Não se esqueça de colocar um bebedouro acoplado à portinha da caixa, para que o seu bichinho tenha como matar a sede durante o passeio de avião.

Depois dessa etapa, cabe ao dono acostumar o animal a ficar dentro da caixinha. “Incentive o pet a entrar na caixa, porém, mantenha a porta aberta, para que ele possa sair quando quiser. Utilize brinquedos e petiscos para que ele associe estar dentro desse local com coisas boas”, explica a adestradora. “Só quando ele começar a entrar e ficar lá dentro por vontade própria, comece a fechar a portinha”, acrescenta.

Se a viagem for muito longa, procure acostumar o seu mascote a dormir dentro da caixa. Lembre-se sempre de que o máximo de tempo que um pet pode ficar dentro na caixa de transporte é de oito horas. “É importante que você faça com que ele se familiarize com a caixa, por isso, esse treino deve começar com algum tempo de antecedência à viagem para que, quando chegar o dia, o animal já esteja completamente à vontade com o espaço e com o fato de ficar ali dentro por algum tempo”, esclarece a adestradora.

3º passo

Antes do dia da viagem, procure acostumar o animal às circunstâncias as quais ele será submetido, como, por exemplo, o barulho da área de embarque, a movimentação etc. “Faça uma simulação antes do dia da viagem. O carrinho que transporta a caixa de transporte dele chacoalha, por isso, quando ele estiver dentro da caixinha dele, dê uma chacoalhada suave para que ele se acostume ao movimento”, orienta Malu. “Levar o animal em um centro comercial, para acostumá-lo aos movimentos e barulhos, por exemplo, é um ótimo treino. Usar o secador para simular o barulho da turbina do avião também é uma boa maneira de fazer o seu mascote se acostumar ao barulho” (é importante se lembrar de apontar o jato de ar quente para longe do animal).

O que não pode faltar na mala do pet?

• A ração que o seu pet está acostumado a comer, em quantidade suficiente para os dias da viagem.

• Algum objeto que faça o cachorro lembrar da própria casa, para que ele fique tranquilo.

• Potinhos de ração e água.

• Carteirinha de vacinação e atestado do médico veterinário.

• Coleira com plaquinha de identificação e número do dono.

• Coloque um adesivo com seu nome, número e endereço na caixinha de transporte do seu bichinho para que, caso algo aconteça, você possa ser contatado facilmente.