Preparados para um fim de semana lotado de palestras e eventos? Confira abaixo a nossa programação!
Aula sobre como melhorar o passeio
Passear com o cão é um desafio e tanto? Seu cão é do tipo que não fica quieto de forma alguma: corre para um lado, late para o outro, tenta morder e atacar todo mundo e não para de te puxar? Você, então, deve estar buscando dicas básicas para realizar um bom passeio, certo?.
A equipe Cão Cidadão fará neste sábado, 18 de julho, às 17h, uma aula gratuita com dicas sobre como melhorar o passeio com o pet. O evento acontecerá na Petz do Morumbi, em São Paulo. Participe!
Palestra sobre agressividade
O seu pet anda apresentando um comportamento agressivo? Bom, o primeiro passo é identificar o tipo de agressividade que o animal manifesta: posse, territorial, medo ou dominância. Entenda melhor aqui.
Para ajudar os donos que sofrem com esse problema, o especialista em comportamento animal, Alexandre Rossi, fará uma palestra gratuita neste domingo, 19 de julho, às 13h, na inauguração da loja Petz da Mooca, em São Paulo. O evento é gratuito!
Por Malu Araújo, adestradora e consultora comportamental da equipe Cão Cidadão.
O passeio é uma hora que o pet passa mais tempo com o dono, encontra outros animais na rua, sente o cheiro de muitas coisas diferentes e sons diferentes. Difícil o cachorro que não goste de um bom passeio. Mas, para todos curtirem esse momento tão bacana do dia, alguns cuidados são necessários.
Leve seu peludo para passear sempre de coleira e guia. Cachorro solto não é sinônimo de liberdade e sim de risco. Os cães podem se interessar por qualquer estímulo e ir atrás (seguir um passarinho, outro cão, algum conhecido), podem comer alguma coisa do chão, se aproximar de algum cão reativo correndo o risco de sair uma briga, enfim, os riscos não valem a pena. Existem parques com áreas para os cães ficarem soltos com segurança. A coleira deve sempre conter a plaquinha de identificação com o telefone de contato.
Uma reclamação constante dos tutores é que os cães puxam muito, mas esse comportamento pode ser corrigido com aulas de adestramento. Também existem algumas coleiras que podem ajudar a melhorar essa postura.
Outro comportamento que pode se tornar um problema são os cães reativos com outros cães ou pessoas, e isso não deve se tornar uma desculpa para sair menos ou deixar de sair com seu cachorro. Cães que latem ou são agressivos durante o passeio devem passar por um treinamento com reforço positivo, para que passem a ver os cães, pessoas ou qualquer outra coisa que o incomoda como algo agradável. Se esse é o seu caso, conte com o auxílio de um profissional especialista em comportamento.
Vale lembrar que o passeio deve ser feito no horário mais fresco do dia, pois o chão muito quente pode causar ferimento na pata do seu amigo e, principalmente, em raças de focinho curto. O horário de sol mais intenso pode causar problemas respiratórios.
Por Katia de Martino, adestradora da equipe Cão Cidadão.
Cães e gatos podem ser amigos, sim! Mas antes é preciso se lembrar da sociabilização. Tanto o cão, como o gato, durante a sua infância (entre o segundo e terceiro mês), têm uma fase importante e crucial para o resto da vida deles.
Nesse período, seu bichinho precisa entrar em contato com pessoas diversas, crianças, idosos, raças, animais de espécies diferentes, objetos, como aspirador de pó, cadeira de roda, entre outros.
Porém, existe um problema: essa fase também coincide com a da vacinação e, como sabemos, o animal ainda não está imune completamente. Por isso, o permita conviver com outros animais que você conheça a procedência. Essa iniciativa é crucial para que seu pet não estranhe outros cães, gatos, aves e outros.
Acertando no começo, pode ter certeza de que você não terá problema algum quando seu amigo cruzar com outro animal de espécie diferente.
Neste domingo, 21 de junho, o especialista em comportamento animal, Alexandre Rossi, fará uma palestra comportamental na Petz do Morumbi, em São Paulo. O evento, que é gratuito, terá início às 13h.
Para participar, não é necessário se inscrever previamente. Basta chegar no horário programado!
Anote as suas dúvidas sobre o comportamento do pet e esclareça com a gente. Esperamos vocês!
Por Katia de Martino, adestradora da equipe Cão Cidadão.
A compulsão é uma das causas mais comuns de problemas comportamentais em animais domésticos. Mas, porque os nossos mascotes sofrem tanto desse mal? Nossos animais estão cada vez mais confinados em casas e apartamentos, reféns de nossas rotinas de longas horas de trabalho, que diminuem o tempo que passamos com eles e o nível de atividade e exercício que realizam.
Com essa diminuição, os nossos mascotes ficam cada vez mais estressados e, sem nada para fazer, desenvolvem “manias’’ (estereotipias), como correr atrás do rabo, lamber as patas, andar de um lado para outro sem direção, entre outras. Esses problemas são as famosas “compulsões”.
Caso o animal já apresente sintomas, o ideal é procurar um veterinário para tratar possíveis complicações, como dermatites por lambedura e fratura de cauda. É possível, até mesmo, receitar medicamentos para controlar a compulsão. Porém, certamente o melhor caminho é a prevenção.
Precisamos dar mais atividades aos nossos animais, que devem se exercitar diariamente. Caminhe com seu cão! Esse hábito fará bem a você e a ele. Meia hora todos os dias é o suficiente para melhorar a qualidade de vida do cão e dono! Day cares (creches) para cães são muito bem-vindas. Enquanto você estiver trabalhando, seu cão estará se divertindo e fazendo novos amigos.
Também é possível criar muitas atividades em casa – o famoso enriquecimento ambiental. Tente colocar petiscos dentro de uma garrafa pet e faça nela alguns furos. O seu mascote passará horas tentando remover as guloseimas! Há diversos brinquedos interativos que deixam os cães entretidos por horas, facilmente encontrados nos grandes pet shops.
Esconda esses brinquedos (de preferência, com petiscos dentro) pela casa, antes de sair. O seu cão terá o desafio de encontrá-los e conseguir a recompensa. É importante também que o cão tenha brinquedos ou ossos que possa roer, atividade que ajuda a eliminar o estresse do animal.
Criando uma rotina de atividades diárias, certamente seu animal de estimação ficará mais saudável e feliz.
Ao contrário do que alguns donos podem pensar, investir na educação do pet não é tornar o peludo um robô, ao contrário, é melhorar o relacionamento dele com a família, outras pessoas e animais.
Ao ser educado, o pet compreende melhor o que se espera dele, os comportamentos que são corretos e os que não agradam. Todos ganham: o dono, que se relaciona melhor com o bicho de estimação, e o próprio pet, com o aumento do seu bem-estar.
Nosso método
Os especialistas da Cão Cidadão utilizam o método Adestramento Inteligente, que é baseado em reforço positivo. As atitudes corretas são valorizadas e não as erradas!
Com o Adestramento Inteligente, o animal assimila o aprendizado mais rapidamente e tem prazer em obedecer, além de ser também uma atividade psicológica, importante para manter a saúde mental dele.
O especialista em comportamento animal, Alexandre Rossi, participará da 14º Semana do Meio Ambiente, que acontecerá no dia 5 de junho, em Erechim, no Rio Grande do Sul (RS).
No evento, o especialista fará uma palestra comportamental às 19h. Sua fiel escudeira, Estopinha, também estará presente ao evento.
Para quem deseja participar, a Secretaria do Meio Ambiente de Erechim disponibilizará 500 ingressos à comunidade, por meio das ONGs SOS Animais, Mania Cães e PRÓ CÃO.
Para retirar o ingresso, é pedida a doação de dois quilos de ração por ingresso, como apoio às instituições.
Têm cachorros que não suportam ouvir o barulho da chuva, outros que se apavoram ao serem atendidos por veterinários. Afinal, qual é a melhor forma de lidar com os ditos “cães medrosos”?
É importante reforçar que esse medo pode surgir por diversas razões: o animal pode não ter tido uma boa sociabilização quando filhote, ou seja, não ter sido apresentado a diversos sons, cheiros, pessoas e outros animais da forma adequada; ele também pode ter passado por alguma espécie de trauma.
De qualquer forma, é fundamental que o dono tenha paciência com o bichinho. Com algumas dicas, é possível minimizar esse medo ou mesmo superá-lo. Confira!
Medo de água
Os cães que têm medo de água sempre se esquivam de uma piscina, uma mangueira, da chuva e de qualquer outra situação semelhante. No caso dos banhos, o dono pode molhar um pouquinho o chão e incentivar que o cão se aproxime, sempre respeitando os limites dele. Toda vez que ele chegar próximo ao local, ofereça um petisco e elogie bastante.
O objetivo é acostumá-lo gradativamente à água, primeiro com a aproximação, depois molhando as patinhas, até que, após algumas repetições, quando o animal estiver mais à vontade, você possa começar a molhá-lo mais para cima. Se em alguma etapa ele recuar, retroceda o treino até a fase em que ele esteja confortável. Quando o cão estiver tranquilo para tomar o banho todo, não demore muito tempo: os primeiros devem ser bem básicos e, com o tempo, você poderá demorar um pouco mais.
Medo de barulhos
Para os pets, barulhos altos podem ser sinônimos de perigo, e é por isso que eles geralmente tentam fugir desses sons. O primeiro passo é identificar o som que mais amedronta seu cão – trovão, música alta, trovão? – e iniciar um treino de dessensibilização. Você pode, por exemplo, gravar esse ruído que causa medo e apresentá-lo de forma gradativa ao pet.
Separe os petiscos e os brinquedos favoritos do animal e, enquanto você brinca com ele, pode colocar o som no mínimo para tocar. Quando ele estiver tranquilo, você pode aumentar o volume gradativamente, até que ele se acostume. Em algumas situações, como festas e finais de campeonato de futebol, em que os fogos de artifício são utilizados de maneira mais intensa, o barulho prolongado pode deixar os cães atordoados.
Nesses casos, além das dicas acima, o ideal é criar um espaço para que ele permaneça tranquilo, com janelas e portas vedadas para abafar os sons. Se ele escolher um local para se esconder dos barulhos, respeite o espaço do animal e não o retire de lá, pois, nesse espaço ele está se sentindo mais seguro das “ameaças”.
Medo de veterinário
O cão que tem medo de veterinário e de ser manejado durante as consultas deve ser introduzido ao ambiente de maneira gradativa. Na primeira visita ao profissional, tente acalmá-lo, oferecendo carinhos e petiscos. Você também pode usar a massagem como aliada, porque animais que já estão acostumados com esse contato, tendem a não estranhar a avaliação do veterinário. Outra dica é usar o comando “fingir de morto”, que é se deitar na posição lateral, para fazer com que a consulta aconteça sem estresse.
Se precisar de suporte profissional, nossa equipe de especialistas está à disposição! Acesse Serviços, para saber como podemos ajudá-lo!
O especialista em comportamento animal, Alexandre Rossi, é o mais novo colunista da revista Viva! Mais.
Quinzenalmente, ele divulgará dicas sobre comportamento animal para ajudar a tornar o relacionamento entre donos e animais ainda mais equilibrado e feliz!
Mas, não é só isso: a Estopinha, a sua fiel companheira, também participará da coluna. Ela responderá as dúvidas dos leitores! Quer fazer alguma pergunta para a cadelinha? Escreva para estopinha@caocidadao.com.br!
O primeiro artigo foi publicado na revista no dia 23 de março.Veja aqui.
Mudanças nunca são fáceis: separa daqui, encaixota dali. Essa fase de transição pode ser bastante estressante para os humanos e, também, para os animais de estimação. Quando eles saem de uma casa, que geralmente possui um espaço maior para interação e diversão, e vão morar em um apartamento, a adaptação pode exigir ainda mais cuidados.
Alguns cães podem se sentir perdidos, sem entender o que está acontecendo, pois perdem as referências que tinham do antigo lar. É comum eles estranharem o ambiente e não saberem em quais locais eles devem brincar, descansar, comer, dormir e fazer as necessidades.
De acordo com a adestradora da Cão Cidadão, Joilva Duarte, é preciso ter muita paciência nesse momento. “Refaça os treinos e relacione os comandos a algo agradável ou apetitoso, como um carinho ou petisco. Tenha muita sensibilidade para perceber as reações do seu cão e dê recompensas. Essa fase exige muito cuidado, justamente para não deixá-lo traumatizado”, explica.
O período de adaptação não segue um padrão e pode variar conforme o animal. O tempo que o dono tem disponível para treinar o bichinho, por exemplo, pode fazer toda a diferença: quanto mais dedicação e companheirismo você tiver com seu cãozinho, mais rápido ele se sentira “em casa”.
O elevador também pode causar estranhamento no pet. Nesse caso, Joilva recomenda uma ação de integração. “Enquanto estiver aguardando a chegada do elevador, vá falando com ele e oferecendo petiscos. Se ele travar na porta, não force a entrada. Entre você primeiro e o convença a acompanhá-lo, mostrando que é uma situação normal. Quando ele entrar, elogie e ofereça mais um petisco”, aconselha.
Dicas de atividades para os cães
– O cachorro que mora em apartamento deve ter uma rotina de atividades. Uma boa sugestão é tornar os passeios frequentes. Além desse exercício ser ótimo para a saúde do bichinho (e do dono também), é um excelente estímulo mental para o amigo.
– Invista no enriquecimento ambiental! Ofereça ao pet brinquedos, com opções variadas de formatos e texturas. Não o deixe cair no tédio!
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