Preparando o gato para a mudança

Photo credit: protohiro / Source / CC BY
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Por Katia de Martino, adestradora da equipe Cão Cidadão.

Você e sua família vão se mudar para uma casa nova e, claro, o gato vai junto. Como proceder para que o animal fique o menos estressado possível com a mudança?

Mesmo com todas as precauções, é natural que seu felino se sinta desconfortável no início. Porém, com alguns cuidados simples, é possível diminuir o estresse até que ele esteja à vontade no novo ambiente.

Gatos gostam de lugares altos e com pouco movimento. Caso ele prefira ficar dentro de algum armário, deixe-o. Entenda que lá é o local que ele escolheu e que, aos poucos, principalmente durante à noite, ele conseguirá explorar o território.

Coloque a caminha e brinquedos bem perto do local que ele tiver escolhido. Apenas quando você sentir que ele está mais adaptado, coloque os objetos no lugar definitivo.

Florais e feromônios sintéticos, vendidos em pet shop, também podem auxiliar no processo de adaptação. Tenha paciência e lembre-se de que é preciso tempo para que seu amigo esteja completamente à vontade em seu novo lar.

Fonte: Petz.

Como acostumar o gato a usar a caixa de areia

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Photo credit: sabianmaggy / Foter / CC BY

Gatos são animais muito higiênicos e aprendem muito fácil onde devem fazer as suas necessidades, porém, existem alguns bichanos que não sabem utilizar a caixa de areia. Mas, não se preocupe: com muita paciência e calma é possível ensiná-lo!

Segundo o especialista em comportamento animal, Alexandre Rossi, o ideal é sempre ter uma caixa higiênica a mais do que o número de gatos que você possui em casa. Por exemplo, se você tem dois gatos, o ambiente deverá ter três caixas, e assim por diante.

Confira o vídeo com algumas dicas do especialista:

Dicas

Banheiro ideal

Existem vários modelos de caixas e substratos em pet shops, próprios para o gato depositar as necessidades e enterrá-las. O ideal é ir descobrindo de quais o seu gato gosta mais. Teste diferentes caixas e substratos, bem como os possíveis locais de colocação das caixas.

Quantidade

Ofereça sempre uma caixa a mais do que o número de gatos que você tenha em casa.

Posição

As caixas devem ser colocadas nos lugares onde o gato se sinta mais à vontade. Evite posicioná-las perto de lugares onde ele bebe água ou come.

Limpeza

Mantenha também as caixas sempre limpas! Alguns gatos acabam segurando as necessidades até que alguém as limpe, o que não é bom para a saúde dele.

Confira mais informações e orientações sobre gatos na nossa página de Dicas.

Gato preto: vencendo o preconceito

Photo credit: aturkus / Foter / CC BY
Photo credit: aturkus / Foter / CC BY

Quem foi que disse que gato preto dá azar? Não deixe que superstições, como as relacionadas à sexta-feira 13, possam influenciar o seu modo de pensar.

O mito do gato preto surgiu de uma crença muito antiga, que vem da época da Inquisição. Como muitos sabem, os gatos ficam mais ativos à noite e, como nesse período não existia iluminação nas ruas, todos os gatos vistos à noite eram considerados da cor preta.

“Nessa época, as mulheres que eram consideradas bruxas e, portanto, perseguidas pela Inquisição, acabavam saindo de suas casas também durante a noite, quando a probabilidade de serem capturadas era menor. Sendo assim, os gatos passaram a ser associados com essas pessoas e a ligação deles com o azar pode ter surgido desse mito”, explica Laraue Motta, adestradora da equipe Cão Cidadão.

Superstições e os dias atuais

Hoje, ainda é comum encontrar pessoas que dizem não gostar dos gatos pretos, simplesmente por conta de sua pelagem. Isso mostra o quanto o preconceito com o bichano é grande e é baseado em uma crença que, muitas vezes, as pessoas não sabem nem de onde surgiu, mas nutrem a teoria do azar porque isso já virou uma questão de senso comum do dia a dia.

“A melhor forma de reduzir o preconceito é conscientizando as pessoas de que os gatos pretos não têm absolutamente nenhuma diferença dos outros gatos, e que acreditar que eles dão azar é algo completamente fora da realidade do mundo atual”, reforça Laraue. “Animais inocentes sofrem com as consequências de um mito antigo e sem fundamento concreto algum, e que, muitas vezes, infelizmente, ainda é alimentado por programas de televisão ou matérias de revistas, que são veículos de comunicação formadores de opinião”, completa.

Adoção

O mito sobre o gato preto exerce influência não somente nas datas próximas às sextas-feiras 13. “Existe um grande número de gatos pretos que aguardam adoção, muitas vezes, por anos. Têm alguns que nunca recebem a chance de terem um lar só porque são pretos”, conta a adestradora. “Os gatos pretos são lindos, eles são minipanteras! Muitas vezes, eles compensam os mitos sendo supercarinhosos e fiéis aos seus tutores”.

Adestramento não funciona apenas com cães e gatos

Photo credit: Kabir Bakie / Foter / CC BY-SA
Photo credit: Kabir Bakie / Foter / CC BY-SA

Por Malu Araújo, adestradora da Cão Cidadão

Muitas pessoas, hoje, têm outros pets em casa e não imaginam que é possível também ensiná-los. Eles podem aprender desde o local correto das necessidades até comandos, como o “sentar” e o “ficar”.

Aves, roedores, répteis, peixes e animais exóticos estão convivendo com as famílias e também podem ter uma proximidade maior na rotina, participando de algumas atividades quando os donos têm controle e confiança no comportamento desses pets.

O treinamento funciona da mesma maneira com que fazemos com os cães ou gatos: utilizamos o reforço positivo, respeitando as necessidades de cada espécie. Então, quando usar um petisco, ele deve ser apropriado para a espécie. Fale sempre com o médico-veterinário, para saber o que pode ser oferecido ou não. Também utilizamos o clicker, que é um aparelhinho que faz um barulho característico e serve para marcar o comportamento.

Animais que vivem em zoológicos e que estão em alguma entidade de proteção também podem ser adestrados, para facilitar o acesso aos recintos e à manipulação segura deles – mas, principalmente, para melhorar a qualidade de vida em um ambiente controlado. Essas são algumas das coisas que o adestramento pode ajudar!

O mais importante em treinar outras espécies é entender e adaptar o treino, respeitando suas limitações, horários e costumes.

Gostaria de treinar seu pet, mas não sabe como? Então, busque um adestrador. Ele poderá te orientar e ajudar!

Fonte: PetShop Magazine

Comportamento: gatos são sempre ariscos?

Photo credit: frankieleon / Foter / CC BY
Photo credit: frankieleon / Foter / CC BY

Por Malu Araújo, adestradora da Cão Cidadão.

Eles gostam, sim, de carinho e de contato com as pessoas – claro que alguns podem ser mais reservados, e a maioria deles se torna arredia quando sente algum tipo de perigo, mas essa não é uma característica de todos os gatos.

Assim como os cães, os gatos também têm uma fase de socialização, que dura até mais ou menos a 16º semana. Nessa etapa, o gatinho precisa ser apresentado aos estímulos e pessoas. Tudo com muita calma, cuidado e sempre associando com coisas boas, como petiscos e carinho.

Se o seu gatinho já chegou a casa mais reservado, tenha paciência e vá o acostumando, aos poucos, com pessoas e situações, de uma maneira agradável. Não o obrigue a enfrentar o que ele tem medo. Gatos aprendem em qualquer idade, mas é preciso ir com cuidado, para não assustar e intensificar o medo.

Algumas coisas podem ajudar neste processo. O feromônio, por exemplo, é uma ferramenta que auxilia muito, tanto na socialização, quanto nos casos do gatinho já ser mais receoso.

A ajuda de um adestrador também é muito bem-vinda, para tirar as dúvidas e orientar sobre o que deve ser feito.

Fonte: PetShop Magazine

Arranhadores para gatos

http://foter.com/f/photo/7614906548/dafa3fae05/
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Por Malu Araújo, adestradora da Cão Cidadão.

Gatos precisam afiar as unhas, e arranhar também ajuda eliminar o estresse e relaxar. Se você não tiver arranhadores para eles, com certeza um sofá, um encosto de cadeira ou algum outro móvel será escolhido. Arranhar é uma forma de marcar território, assim, ele solta hormônios e deixa o seu cheiro nesses lugares.

Para saber qual é a preferência de arranhador para o seu gatinho, observe o comportamento dele. Muitos gostam de arranhadores altos na vertical, para poderem se espreguiçar, enquanto outros curtem arranhadores na horizontal. Analise a preferência da textura também, teste brinquedos e arranhadores de papelão, de corda e revestido com tecido. Mas, com certeza, uma coisa que todos eles procuram é que os arranhadores sejam firmes. Então, escolha um modelo que pode ser fixado em algum lugar ou que seja pesado e transmita segurança na hora do seu gatinho usar.

Também é possível fabricar em casa um arranhador com coisas simples, como uma caixa de papelão de uma encomenda que você recebeu, com cordas de sisal, que são facilmente encontradas e são vendidas por metro. Um pedaço de tapete também costuma ser muito atraente.

Outra coisa importante para ser levada em consideração é o ambiente que você colocará esse arranhador. Ele não deve ficar, por exemplo, na área de serviço, se o seu gatinho não frequenta muito esse ambiente. O ideal é colocá-lo onde o gato gosta de ficar, em um cômodo que ele sempre está.

Apesar de arranhar ser um comportamento natural do gato, se possível, estimule-o a usar o arranhador desde pequeno. Sempre que ele estiver brincando com ele, elogie, fale com ele, dê atenção.

Não esqueça que o arranhador não é para a vida inteira. Eles podem estragar ou ficar com mau cheiro e, se isso acontecer, troque! O gatinho deixará de usá-lo com tanta frequência, podendo voltar a arranhar o sofá.

Fonte: PetShop Magazine.

Dicas para viajar com o gato

Photo credit: Team Erin Sucks / Foter / CC BY-SA
Photo credit: Team Erin Sucks / Foter / CC BY-SA

Por Malu Araújo, adestradora da Cão Cidadão. 

Vai viajar nessas férias e o seu gatinho vai te acompanhar? Primeiro, faça uma consulta com o veterinário, para verificar o estado de saúde do animal e deixar as vacinas em dia.

Vai viajar de carro?

O seu gato deve se acostumar a sair de carro, então, sempre que possível, leve-o com você em trajetos curtos. Assim, quando for para ele passar mais tempo no veículo, já estará adaptado.

O animal também deve viajar com segurança. Nunca o deixe solto no carro. Leve-o na caixinha de transporte, evitando, assim, um acidente, caso ele pule em você ou tente sair pela janela. Dessa forma, você garante a sua segurança e a dele também.

A caixa deve deixar o gato confortável. Ela precisa ser arejada, para que ele fique tranquilo durante o trajeto. O animal deve estar acostumado a usá-la antes de viajar também – mesmo gatos muito tranquilos podem ficar estressados em ambientes diferentes.

Faça algumas pausas durante o caminho. Deixe o animal relaxar um pouco e sair do carro, mas sempre use uma coleira para que ele não tente fugir. Não se esqueça também de deixá-lo devidamente identificado com uma plaquinha na coleira, na qual conste o seu telefone. Procure sempre as paradas onde animais sejam bem-vindos. Ofereçam água durante esses intervalos.

Vai viajar de avião?

Verifique com antecedência com a companhia aérea as regras de como transportar seu gatinho, se ele pode ir com você na cabine ou se ele terá viajar no bagageiro. Veja também a documentação necessária para a viagem, como carteira de vacinação, atestado de saúde, etc. Algumas empresas também têm regras com relação ao tamanho da caixa de transporte. Preparando-se antes, o passeio será agradável a todos.

Lembre-se de que, além de deixar o seu gato identificado, você também deverá identificar a caixa de transporte dele. Coloque seu nome, endereço, telefones para contato, cidade, estado, além de algum telefone de emergência ou de algum amigo ou familiar.

Bagagem

Viajando de carro ou de avião, não importa: faça as malas do gatinho também. Não se esqueça de levar os potes para água e comida, os brinquedos que ele gosta, a ração e petiscos. Leve também o atestado de saúde e a carteirinha de vacinação.

Tente não dar comida para o gato seis horas antes da viagem, para evitar enjoos. Caso seja necessário, somente o médico veterinário deverá fazer a aplicação de algum tranquilizante. Nunca o medique sozinho.

Se a viagem for para o exterior, é necessário ir ao Ministério da Agricultura retirar um Certificado Zoo Sanitário Internacional e consultar, no consulado do país de destino, quais são as exigências necessárias para a entrada do pet.

Fonte:PetShop Magazine.

Hora do banho

Photo credit: Raelene G / Foter / CC BY
Photo credit: Raelene G / Foter / CC BY

Por Malu Araújo, adestradora da Cão Cidadão.

O processo pode ser menos complicado se os treinos forem iniciados desde cedo, quando o gato ainda é um filhotinho.

O banho deve ser algo agradável e gostoso, então, cuidado com a temperatura da água. Prepare uma bacia com uma borracha de EVA no fundo, para evitar que ele escorregue. Não deixe a bacia muito cheia de água e não dê o banho se você estiver com pressa, pois, o ideal é ter tempo para acostumá-lo aos poucos. Não tente secá-lo com o secador, pois essas coisas podem assustá-lo muito. Faça tudo com calma, já que você quer que ele goste de tomar banho.

Apresente-o primeiro a tudo que possa envolver o momento do banho. Comece por pequenas etapas: faça com que ele se habitue ao som do secador, com ele ligado em outro ambiente, depois, com calma, aproxime-o do seu gato, nunca direcionando o jato para a cara dele, para não assustá-lo. Faça carinho nele com a toalha, deixe que ele sinta o cheiro dos produtos que você vai usar, como o xampu; use a escova para fazer carinho bem devagar. Procure sempre associar esses momentos com algo agradável, oferecendo um petisco, brincando, fazendo carinho e falando com ele com um tom de voz suave.

Outra opção é dar preferência aos dias mais quentes e secar bem o gatinho com a toalha. Depois, deixe que ele termine de se secar com o calor do sol, principalmente se o gato apresentar muita resistência ao secador. Depois que o seu gato já estiver mais habituado com os objetos, sons e tudo o que envolve esse momento, você pode dar um banho completo nele.

Organize-se! Um dia antes você pode cortar as unhas do gato. Você também pode escová-lo antes de dar banho, o que evita que ele solte muito pelo.

Proteja o ouvido dele com um chumaço de algodão. Tome cuidado também com os olhos e nariz: não jogue água diretamente nesses locais.

Use sempre produtos recomendados pelo médico veterinário.

Fonte: PetShop Magazine.

Preparando o gato para uma mudança

Photo credit: Douglas J O'Brien / Foter / CC BY-SA
Photo credit: Douglas J O’Brien / Foter / CC BY-SA

Por Katia de Martino, adestradora da equipe Cão Cidadão.

Você e sua família vão se mudar para uma casa nova e, claro, o gatinho vai junto. Como proceder para que o animal fique o menos estressado possível com a mudança?

Mesmo com todas as precauções, é natural que seu felino se sinta desconfortável no início. Porém, com alguns cuidados simples, é possível diminuir o estresse até que ele esteja à vontade no novo ambiente.

Gatos gostam de lugares altos e com pouco movimento. Caso ele prefira ficar dentro de algum armário, deixe-o. Entenda que lá é o local que ele escolheu e que, aos poucos, principalmente durante à noite, ele conseguirá explorar o território.

Coloque a caminha e brinquedos bem perto do local que ele tiver escolhido. Apenas quando você sentir que ele está mais adaptado, coloque os objetos no lugar definitivo.

Florais e feromônios sintéticos, vendidos em pet shop, também podem auxiliar no processo de adaptação. Tenha paciência e lembre-se de que é preciso tempo para que seu amigo esteja completamente à vontade em seu novo lar.

Fonte: Pet Center Marginal.

Cuidados com a caixa higiênica

Photo credit: René (and then some) / Foter / CC BY
Photo credit: René (and then some) / Foter / CC BY

Por Malu Araújo, adestradora da Cão Cidadão. 

O bichano deve se sentir confortável para usá-la, pois, caso não esteja, poderá urinar e defecar em locais inapropriados. Ou ainda, utilizar o banheiro menos vezes do que é recomendado, o que pode ocasionar problemas de saúde!

O ideal é oferecer uma caixa a mais do que a quantidade de gatos que há na casa, ou seja, se você tem um gato, deve ter duas caixas. Se tem dois gatos, deve proporcionar a eles pelo menos três caixas higiênicas. Outra dica é não colocar a caixa em locais que possam deixá-lo desconfortável, por exemplo, um lugar muito barulhento, que pode ser próximo à máquina de lavar ou da janela da casa, se sua rua for muito movimentada.

Também não a deixe perto da água, comida ou do local onde o gato dorme. A caixa pode ficar no chão ou em um local mais alto, e a frequência de uso do bichano é o que vai indicar para você a preferência dele.

Faça, ainda, testes com relação ao tipo de areia que será usado. Muitas delas têm um preço mais econômico ou certa facilidade de limpeza, mas, a “opinião” do gato é muito importante e deve ser levada em consideração. Assim, você vai evitar que ele, por não gostar do material usado, deixe de usar a caixa e faça as necessidades em local errado.

As caixas também não devem ficar muito sujas. Os gatos são higiênicos e evitam usar o banheiro, caso ele esteja muito sujo.

Cuidado com o produto que será usado para a limpeza da caixa: os que possuem o cheiro muito forte podem afastar o bichano.

Não se esqueça, também, de trocar periodicamente a areia. Com o tempo, ela pode ficar com odor e afastar o pet.

Fonte: PetShop Magazine.