Qual a melhor opção: adotar ou comprar um filhote?

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Quando planejamos ter um animal de estimação, uma das primeiras escolhas que precisamos fazer é decidir entre comprar ou adotar. As duas alternativas têm suas vantagens e desvantagens, cabe ao futuro dono do bichinho escolher a opção que mais se encaixa nas necessidade de sua família e estilo de vida. Para nós, o mais importante é que o futuro dono do bichinho esteja totalmente ciente do que significa – tanto para ele e sua família, quanto para a sociedade – escolher entre uma ou outra opção.

Além disso, antes de comprar ou adotar um filhote, saiba que ele viverá por muitos anos e precisará de carinho, atenção, cuidados com a saúde, alimentação e um ambiente adequado para crescer e se desenvolver. Tudo isso exige tempo e um certo investimento financeiro e será sua responsabilidade garantir a segurança e o bem estar do bichinho por toda a sua vida. Você está pronto para assumir essa responsabilidade por muitos e muitos anos?

A seguir, apresentaremos alguns pontos que devem ser considerados na hora de fazer sua escolha.

Adotar é um ato de amor

Em todo o mundo, a situação dos animais de rua e abandonados é extremamente triste e preocupante. A grande maioria dos bichinhos que vivem nas ruas passam fome, não recebem os cuidados necessários com sua saúde e, muitas vezes, não são cadastros, o que acaba agravando o problema da superpopulação de animais de rua.

Ao serem resgatados por organizações e abrigos que cuidam de animais, eles passam a ter melhor qualidade de vida. Porém, por mais que os responsáveis por esses espaços deem carinho aos bichinhos, eles não recebem toda a atenção e amor que merecem e que poderiam receber se estivessem em uma família.

Por isso, adotar é um ato de amor aos animais e também uma forma de exercer nossa responsabilidade social. Ao adotar um filhote, você está contribuindo para que menos animais vivam nas ruas ou passem a vida toda à espera de uma família que os acolham.

Se for comprar, seja responsável

Seja por qual for o motivo que você decida comprar um animal, é importante assumir sua responsabilidade por esse ato. O comércio de animais é um negócio lucrativo e, infelizmente, muitas pessoas mau intencionadas têm explorado de forma degradante os animais para a reprodução e não oferecem cuidados básicos com a saúde e o bem estar de adultos e filhotes.

Por isso, antes de comprar, cheque se o criador é sério, responsável e regularizado. Não compre animais em petshops ou em locais nos quais você não possa verificar a procedência do animal ou as condições nas quais os filhotes e seus pais são mantidos e criados.

Existem muitos criadores sérios e comprometidos com a saúde e o cuidado dos animais. Mas é preciso pesquisar muito, se informar e visitar esses locais antes de fechar negócio.


Ao comprar de um criador clandestino ou que pratique crueldade com os animais, você está estimulando e financiando essas práticas. A melhor forma de acabarmos com esse tipo de situação é não comprando animais desse criadores.

O que levar em consideração na hora de escolher entre adotar e comprar?

Bom, agora que você já sabe tudo o que implica socialmente e para a vida dos animais adotar ou comprar, chegou a hora de falar sobre alguns aspectos relacionadas às características dos animais e como elas podem se relacionar às especificidades de sua vida pessoal.

Porte pequeno, médio ou grande?

Ao escolher um animal de estimação, é preciso levar em consideração o seu porte e o espaço físico que você poderá oferecer em sua casa. Se você mora em um apartamento pequeno, talvez não seja uma boa ideia adotar ou comprar um filhote que chegará a ter grande porte.

Além de mais espaço, animais maiores precisam gastar mais energia. Por isso, você não tem tanto tempo ou disposição para longos passeios ou atividades que exijam mais esforço físico do animal, é melhor escolher um filhote que será menor na vida adulta.

Sobre essa característica, os animais de raça definida – e existem muitos deles também para adoção – têm uma vantagem, pois você saberá qual o porte que o animal terá no futuro antes de levá-lo para casa.

Também é possível observar algumas características em filhotes sem raça definida e estimar se, quando adulto, ele será de pequeno, médio ou grande porte. Converse com o responsável pelo abrigo e até mesmo com veterinários para ouvir a opinião dele sobre o assunto. Mas esteja aberto a surpresas no futuro.

Temperamento do animal

O temperamento de um bichinho de estimação deve ser compatível com a realidade de sua família. Por isso, antes de comprar ou adotar um filhote, é preciso que você avalie o seu estilo de vida e entenda quais são as suas necessidade e o que você pode oferecer ao seu novo amigo.

Se você e sua família são ativos, gostam de praticar atividades físicas ou se você tem crianças em casa, um animal com um comportamento mais brincalhão ou que precise gastar mais energia pode ser compatível. Porém, se você já não tem tanto tempo para se dedicar a atividades físicas mais intensa com o bichinho ou mora bebês ou pessoas idosas, o ideal é escolher um animal mais calmo e tolerante.

Mais uma vez, nesse aspecto, filhotes de raça definida são escolhas mais seguras na hora de comprar ou adotar. Porém, os animaizinhos já demonstram sua personalidade desde cedo. Por isso, quando for adotar ou comprar, é importante observar e conversar com o criador ou o responsável pelo abrigo sobre as características comportamentais do filhote desejado. Assim, sua escolha será mais assertiva em relação às suas necessidades e a do animal.

Porém, tenha em mente que filhotes são muito inteligente e podem ser facilmente adestrados. Caso você tenha problemas com o comportamento do seu animal – seja comprado ou adotado – é possível buscar ajuda profissional. Dessa forma, você, sua família e seu bichinho terão uma convivência muito mais harmônica e agradável. Caso tenha interesse, agende uma vista grátis com um adestrador da Cão Cidadão.

Seja qual for sua escolha – adotar ou comprar um filhote, de raça ou vira-lata, no final de tudo, o mais importante é o carinho e cuidado que você e sua família poderão oferecer ao animal. Com certeza, vocês receberão muito amor e companheirismo em troca.

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Adotar faz bem!

dicas_interna-1Já pensou em adotar um melhor amigo? Ou já tem algum adotado? Essa é uma das melhores escolhas que você pode fazer se for uma pessoa apaixonada por pets! A Thais Rocha, cliente da Cão Cidadão, tem cinco cães: alguns adotados e outros resgatados. A história dela é uma verdadeira lição de vida.

Em setembro de 2013, ela e o marido adotaram o Rodolfo, com a ajuda da cunhada dela. Seis meses depois, resolveram dar um irmãozinho para ele. “A gente trabalhava e ele ficava o dia inteiro sozinho. Achamos melhor deixá-lo com uma companhia”, contou Thais. Então, adotaram o Romeu. Mas ela conta que no início seu esposo queria uma fêmea, mas ela tinha um certo preconceito com “meninas”, por achar que davam mais trabalho.

Um mês depois, Thais lembra que eles voltaram à feira, e a fêmea, irmã de Romeu, ainda estava lá para adoção, depois de ser devolvida duas vezes por chorar demais. “Meu marido estava decidido e disse que naquele sábado ela não ficaria sem família. Que se ninguém a quisesse ela seria nossa! Mas eis que apareceu uma moça querendo levá-la. Ufa (eu pensei)! Três cachorros é loucura!”, brinca. No dia seguinte, ligaram do abrigo dizendo que a fêmea tinha sido devolvida pela terceira vez, então, eles a adotaram e deram a ela o nome de Rosinha.

Em menos de um ano, o casal estava com três cachorros em um apartamento. Então, decidiram mudar para uma casa para que conseguissem se acomodar melhor.

Em novembro de 2014 receberam a notícia de que um cachorro foi abandonado na frente do abrigo e junto com ele tinha um bilhete de um menino de 10 anos. “Lá estava escrito que ele gostava muito do cachorrinho, mas que precisava deixá-lo lá porque não podia cuidar. Disse ainda que esse cachorrinho foi parar na comunidade onde morava, pois a família dele havia vindo para o Rio de Janeiro após a casa deles, na região serrana do Rio, ter desmoronado por causa de fortes chuvas. Como a família que os acolheu não aceitou o cachorrinho, ele ficou vagando pelas ruas. Com isso, era maltratado (como consequência de uma pedrada no olho, ele estava com um tumor). Assim, o abrigo pediu ajuda com lar temporário para o tratamento de quimioterapia e nós demos.”, conta Thais.

Ela acrescenta ainda que ficou preocupada pois era um cachorro adulto e muito sofrido, além de ter chegado muito arisco. Mas, com o tempo e muito carinho e paciência, ele se revelou bastante dócil. “O tratamento durou quatro meses e, depois desse período, não o devolvemos e oficializamos a adoção. Assim, em março de 2015, estávamos com quatro cachorros. Mantivemos o nome dele que estava no bilhete do menininho. Era Tapioca, pois ele se escondia embaixo de uma barraca de tapioca da comunidade.”

A última adoção foi feita em uma viagem de férias, em 2015, em que Thais e o marido foram para um hotel e encontraram uma cachorrinha que estava perto do quarto deles. O filhote estava com sarna e, então, decidiram levá-la a um veterinário que ficava próximo. Deixaram ela sob cuidados médicos até o fim da estadia, para que pudesse se recuperar. “Trouxemos a pequena Channel para o Rio de Janeiro no intuito de colocá-la para adoção. O tratamento da sarna demorou e nós nos apegamos. Já estávamos oficialmente com cinco cachorros em casa, em outubro de 2015”, recorda Thais.

Com todos esses cachorros, o casal optou por adestrá-los. Foi então que conheceram a Cão Cidadão e contrataram a Ariane, franqueada do Rio de Janeiro, para ajudá-los nessa missão.

“Como acreditamos que cachorros são parte da família, é muito importante que eles sejam educados, afinal, eles têm acesso livre à casa, não ficam só no quintal”, finalizou.

Adotar com responsabilidade

Ter um animal é muito bom, mas é necessário que você tenha consciência de que eles precisam de cuidados e atenção. Escolher o pet que mais se adepta a sua família, por exemplo, também é fundamental.

A guarda responsável é essencial para o bem-estar da família e do novo integrante. Por isso, leve em consideração os pontos abaixo:

1. Um animal precisa de carinho, amor e atenção.
2. Disponibilize um tempo do seu dia para se dedicar ao seu pet.
3. Leve-o passear.
4. Visite o médico veterinário mesmo quando o animal estiver saudável.
5. Saiba que um bichinho dá gastos, mas em troca traz muita alegria.
6. Cuide do seu animal. Ele é sua responsabilidade.
Agora, boa sorte com a adoção do pet!

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Quiz Adoção: conheça os vencedores!

noticias_interna-quizA Cão Cidadão realizou, de 24 a 30 de janeiro, um quiz especial de adoção em sua página oficial do Facebook.

O objetivo foi aproveitar a participação do especialista em comportamento animal, Alexandre Rossi, no programa É de Casa, da Globo, e  testar o nível de conhecimento dos seus seguidores sobre o tema adoção, discutido durante a atração.

Para brincar e concorrer a prêmios, bastava acessar o link “Mensagem” na página do Facebook da Cão Cidadão e clicar em “quiz”.

Vencedores

Os cinco jogadores que tiveram a maior pontuação e mostraram que sabem tudo de adoção foram:

1º lugar: Lílian Mota.
Ela ganhou um voucher para a loja da Cão Cidadão de R$ 50,00 e um livro “Adestramento Inteligente”, escrito pelo Alexandre Rossi.

 

2º lugar: Sidnei Almeida.
3º lugar: Andressa Macedo.
4º lugar: Nina Guilherme.
5º lugar: Lindsey Nicoli.

Eles foram premiados com um voucher de R$ 30,00 da loja da Cão Cidadão (2º ao 5º lugar).

Parabéns!!! Agradecemos a participação de todos!!

Quem quiser testar os conhecimentos sobre o tema adoção, ainda pode responder ao quiz aqui. Mas, atenção: o período para concorrer a prêmios já se expirou!

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Adoção é tema de Quiz da Cão Cidadão

noticias_interna-quizAdotar é um verdadeiro ato de amor, mas será que você sabe quais são as responsabilidades de assumir um bichinho de estimação?

O tema “adoção” foi discutido pelo zootecnista e especialista em comportamento animal, Alexandre Rossi, no programa É de Casa, da rede Globo, exibido no dia 21 de janeiro.

Aproveitando esse gancho, a Cão Cidadão vai realizar, de 24 a 30 de janeiro, em sua página oficial do Facebook, um quiz especial de adoção para testar o nível de conhecimento dos seus seguidores sobre o assunto.

Ao participar, o internauta concorre a prêmios, se diverte e ainda se informa um pouco mais sobre o tema!

Para brincar, basta clicar aqui ou acessar o link “Mensagem” na página do Facebook da Cão Cidadão e clicar em quiz.

Sobre o jogo

Os cinco jogadores tiverem a maior pontuação serão premiados! O primeiro colocado ganhará um voucher da loja Cão Cidadão de R$ 50,00 e um livro “Adestramento Inteligente”, escrito pelo Alexandre Rossi. Já quem alcançar do 2º ao 5º lugar será premiado com um voucher de R$ 30,00 da loja Cão Cidadão.

Mas, antes de começar a jogar, leia com atenção o regulamento e acompanhe as postagens no Facebook! Os vencedores serão conhecidos em 31 de janeiro.

Para começar agora, clique aqui e boa sorte!!!

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É de Casa: Alexandre Rossi fala sobre adoção

noticias_interna-e-de-casa Alexandre Rossi, zootecnista e especialista em comportamento animal, participou neste sábado, dia 21 de janeiro, do programa É de Casa, da Rede Globo, e comentou sobre um assunto muito importante: adoção.

Hoje, os abrigos possuem muitos animais à espera de uma família. Por isso, adotar um bichinho é uma grande responsabilidade e deve ser bem avaliada por todos que viverão com ele.

Uma dica muito importante é procurar um animal que se adeque à rotina da família. Para isso, é fundamental conversar com o responsável do abrigo para saber quais animais possuem a personalidade e as características desejadas pelo futuro tutor, por exemplo.

Se você não pode acompanhar as dicas sobre adoção no É de Casa, assista ao programa aqui!

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Alexandre Rossi fala sobre adoção no programa É de Casa

noticias_abre-ar-e-de-casa O zootecnista e especialista em comportamento animal, Alexandre Rossi, participará novamente do programa É de Casa, da Rede Globo, sábado, 21 de janeiro, para falar sobre adoção. A atração é exibida sempre aos sábados, das 9h às 12h.

Essa é a terceira vez que especialista participa do programa. Na sua primeira aparição, em 12 de novembro do ano passado, ele falou sobre o universo dos gatos, dando dicas interessantes para os tutores e para quem deseja ter um felino.

Já em sua segunda participação, no dia 17 de dezembro, Alexandre deu dicas para lidar com cães que têm medo de fogos de artifício, por conta das festas de fim de ano.

Não perca: sábado, 21 de janeiro, a partir das 9h, no programa É de Casa, da Globo!

 

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Checklist da adoção

dicas_interna-cheklist-adocaoHoje, os abrigos possuem muitos animais à espera de adoção. Por isso, o ato de adotar um animal é de grande responsabilidade e deve ser bem avaliado antes de ser concretizado.

Uma dica muito importante é procurar um animal que se adeque à rotina da família. Para isso, é fundamental conversar com o responsável do abrigo para saber quais animais possuem a personalidade e as características desejadas pelo futuro tutor.

A maioria dos pets que vivem em abrigos são adultos, mas, infelizmente, muitas pessoas ainda pensam que adotar um animal nessa fase não é uma boa escolha. Porém, adotar um cachorro ou gato maduro pode trazer diversos benefícios que não existiriam com um filhote.

Um cão adulto, por exemplo, já possui características de temperamento mais determinadas e fáceis de serem observadas, quando comparadas as de um filhote. Além disso, o seu tamanho também já está definido. Como já terá passado pela fase de crescimento dos dentes, muito provavelmente o novo amigo não destruirá móveis e objetos.

Logo após a decisão de qual animal será levado para casa, é imprescindível se atentar a alguns cuidados. Confira abaixo.

1. Bem-estar

O cão precisa manter uma alimentação equilibrada e saudável, assim como uma rotina de visitas ao veterinário, para o profissional avaliar se a saúde dele está em dia. Exercícios e passeios também são fundamentais. Como os animais vivem muitos anos, é fundamental planejar esses gastos no orçamento familiar, a longo prazo.

2. Atividades

Todos os pets precisam de atividades frequentes. Dessa maneira, passeios, brincadeiras com o dono e brinquedos são algumas formas de estimular o animalzinho física e mentalmente. É preciso que o dono dedique um tempo para o pet e, com isso, torne o relacionamento dele com toda a família ainda mais próximo e agradável.

3. Educação

Outro ponto importante é entender que muitos comportamentos inadequados que o cão possa apresentar têm a possibilidade de serem modificados com o adestramento, usando a técnica correta, muito carinho e persistência.

Não é raro ouvir relatos de pessoas que doaram ou abandonaram o pet por ele fazer xixi no lugar errado ou destruir os móveis. O suporte de um profissional especializado em comportamento animal é importante nessa etapa.

Tendo em mente todos os cuidados e responsabilidades que um animal requer, com certeza adotar fará um bem enorme para todos!

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Quatro dicas para enfrentar a primeira noite do filhote no lar

dicas_interna_primeira_noite_filhote Quando adotamos um cãozinho, não vemos a hora de levá-lo para casa e curtir os dias ao lado do pequeno. Receber um novo membro na família é sinônimo de muita alegria e diversão. Apesar disso, a primeira noite do filhote na nova casa pode ser um tanto quanto complicada.

Ser retirado da ninhada e da companhia da mãe, para de repente estar em um lugar estranho, com pessoas que ele acabou de conhecer, pode ser muito estressante para o cão. Por isso, separamos algumas dicas para ajudar a lidar com esse momento e torná-lo o mais tranquilo possível.

1. Horário correto

Quando for buscar o seu cão, procure levá-lo para casa durante o dia. Assim, ele terá um tempo para se adaptar ao novo local. Deixe que ele ande pela casa e brinque. Dê comida e passe o dia com ele, para que ele se acostume com a sua presença e associe o lar a coisas boas. Procure manter a alimentação que ele estava recebendo no local de onde veio, para evitar um choque maior com tantas mudanças. Quanto mais normal a situação for, mais fácil será a adaptação do cachorro.

2. Hora de dormir

Quando chegar a hora de dormir, pelo menos nos primeiros dias, evite deixar o filhote sozinho. Ele poderá chorar um pouco, mas isso é normal, pois o local desconhecido e o medo podem deixá-lo assustado. Permita que ele durma por perto nesse início, para que ganhe confiança aos poucos. Mas, caso você não queira que ele durma no seu quarto, acostumá-lo ao local desejado não é uma tarefa difícil. Confira as dicas aqui. Evite broncas, pois elas o deixarão ainda mais assustado e não resolverão o problema. Tenha certeza de que ele está em um lugar confortável e aconchegante, e se esforce para que ele se sinta seguro.

3. Prepare-se

Antes de levar o filhote para casa, tenha certeza de que está preparado com tudo o que o pequeno precisará: potes de água e ração, caminha, brinquedos, ração, petiscos, jornal ou tapete higiênico e, claro, muito amor. Assim, você não será pego de surpresa e poderá oferecer um lar adequado para o seu cãozinho.

4. Paciência

Alguns cães têm mais dificuldade durante a adaptação do que outros, por isso, a paciência é fundamental nessa situação. Procure entender que mudanças são estressantes para os cães também. Mostre a ele o quanto você o ama e, aos poucos, tudo entrará nos eixos. Basta respeitar os limites do seu pet e a convivência será ótima. Boa sorte!

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Adoção de um cão: dicas e cuidados

Photo credit: stanzebla / Foter / CC BY-SA
Photo credit: stanzebla / Foter / CC BY-SA

A adoção de um cão é um momento de felicidade para qualquer dono, pois a chegada de um mascote na casa alegra toda a família. Atualmente, os abrigos possuem muitos bichos à espera de um novo lar – em sua maioria, animais adultos.

Os pets mais “maduros” também merecem uma chance! Há inúmeras vantagens em adotá-los: por não crescerem mais, os donos já sabem o “tamanho final” deles, as características de temperamento são mais determinadas e fáceis de serem observadas, quando comparadas a de um filhote, por exemplo. Além disso, é importante lembrar que eles também podem ser adestrados – pets aprendem em qualquer idade!

Responsabilidade

Antes de tomar qualquer decisão em relação à adoção de um cão, no entanto, é preciso avaliar alguns pontos. Afinal, levar um animalzinho para casa exigirá muitas responsabilidades, ligadas à alimentação, saúde e atenção.

1. Cuidados básicos

O cão vai precisar manter uma alimentação equilibrada e saudável, assim como uma rotina de visitas ao veterinário, para avaliar se a saúde está em dia. Como os animais vivem muitos anos, é fundamental prever esses pontos no orçamento familiar.

2. Atividades

Todos os pets precisam de atividades frequentes. Passeios, brincadeiras com o dono, brinquedos, há várias formas de estimular o animalzinho fisicamente e mentalmente. É preciso, no entanto, que o dono dedique um tempo para o pet e, com isso, torne o relacionamento ainda mais próximo.

3. Educação

Outro ponto importante é entender que muitos dos comportamentos inadequados que o cão possa apresentar podem ser modificados com o adestramento, usando a técnica correta, muito carinho e persistência. Não é raro ouvir relatos de pessoas que doaram o pet por ele fazer xixi no lugar errado ou destruir os móveis. O suporte de um profissional especializado em comportamento animal é importante nessa etapa.

Adote com responsabilidade! A Cão Cidadão colabora com diversos projetos sociais. Saiba mais aqui.

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Estou pensando em ter um gato. Por onde começo?

Photo credit: ^Joe / Photo / CC BY
Photo credit: ^Joe / Photo / CC BY

Por Cassia Rabelo Cardoso dos Santos, adestradora e consultora comportamental da equipe Cão Cidadão.

Na verdade, a resposta a esta pergunta começa antes mesmo da chegada do gatinho! Sim, pois há algumas providências que podem ser tomadas antes de trazê-lo, que serão garantia de segurança e tranquilidade para todos.

Telas nas janelas

A primeira medida diz respeito a instalar telas em todas as janelas, varandas e vitrôs do apartamento – mesmo que você more no primeiro andar! Isso porque, curiosos e exploradores por natureza, não é incomum ouvir histórias de gatos que caíram de janelas de apartamentos.

Essa medida visa, portanto, garantir a segurança total do gato para tomar sol ou se divertir observando o mundo lá fora. Também evita visitas (talvez indesejadas) ao vizinho.

Ambientação

Outra boa sugestão é separar um cômodo da casa para que o gato fique nos primeiros dias. Gatos levam certo tempo para se adaptarem totalmente a um local novo. Eles precisam estar totalmente seguros de que não correm nenhum tipo de risco para, somente então, voltarem ao seu estado comportamental normal, quando passam a explorar novos ambientes.

É justamente para facilitar essa adaptação que o ideal é deixá-lo somente em um quarto no início. Ali também devem ser colocados potes de água e comida, cama, caixas de areia (em local oposto à caminha e vasilhas, pois gatos não gostam de fazer suas necessidades próximo ao local onde comem e dormem) e brinquedos divertidos.

Quando se trata da adoção de um gato adulto, o ideal é que sejam levados objetos com os quais ele já estava acostumado no antigo lar, para que ele possa ter essas referências na nova casa. Pode ser que a exploração total desse ambiente leve dias, mas é preciso deixar o gato à vontade para fazê-la em seu ritmo.

No começo, ele poderá até se manter escondido. Mas a tendência é que, após constatar que não há predadores e existem locais seguros (e altos!) para servirem de “refúgio”, ele fique mais curioso e independente. Somente quando o gato estiver comendo e fazendo as necessidades normalmente nesse cômodo é que se deve liberá-lo para explorar os demais ambientes da casa. Tudo sempre com calma, sem pressa, para dar ao bichano a segurança e a confiança que ele necessita.

Alimentação

Gatos costumam ser bastante seletivos no quesito alimentação e, quando submetidos a situações estressantes, costumam perder o apetite, podendo ficar longos períodos sem se alimentarem, o que não é nada bom para a saúde.

Assim, com a chegada de um gato adulto, vale deixar a alimentação mais gostosa, acrescentando ingredientes mais saborosos, o que proporcionará, inclusive, boas associações com o novo ambiente.

Associações positivas

Neste quesito, para que a chegada ao lar seja feita da forma mais tranquila para o gato, é importante sempre fazê-lo associar elementos da nova casa a consequências divertidas e prazerosas.

O mesmo vale para os membros da família que passarão a conviver com ele! É importante não forçar contatos físicos ou situações assustadoras para ele. Por exemplo: se há um gato novo em casa e é de conhecimento que um profissional precisará consertar uma pia, por exemplo, é bom deixar o novo habitante seguro em um quarto, para que ele não associe o local e as pessoas com sustos e barulhos imprevisíveis.

Esse ambiente deve estar repleto de coisas que ele goste de fazer, bem como esconderijos (casinhas, caixas etc.), caso ele prefira se manter quietinho. Com essas medidas simples, é possível garantir que a chegada do gato ao novo lar seja tranquila e se torne o início de um relacionamento repleto de boas lembranças!

Fonte: BitCão. 

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