Convivência entre cães agressivos e crianças

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Por Camila Mello, adestradora e franqueada da Cão Cidadão.

“Olá! Tenho um cachorro da raça Poodle. Ele é um pouco agressivo e já atacou e mordeu a minha mãe, minha irmã, eu, a minha tia e primas.

Ele é bastante ciumento e ataca a pessoa de repente, principalmente quando são desconhecidas e chegam em casa. Ele late muito e logo quer atacar a pessoa. Temos que prendê-lo. Ele também não gosta muito de crianças, pelo fato de não ter convivido com elas (acredito eu).

Eu estou grávida e logo terei o bebê, e tenho muito medo de como será a reação dele com a criança. O que devo fazer?”

Oi, Andreyssa. Tudo bem?

Seu relato não foge muito do usual, quando tratamos de comportamento animal. Os pets são parte da nossa família e por isso os tratamos como filhos.

Sendo parte agora da matilha humana, seu cão pode estar tendo comportamentos de líder desta matilha e agindo dessa forma para proteger a sua família, e também o seu território.

O Pompom pode, de fato, não ter passado pela fase de sociabilização corretamente, e isso pode causar a ele alguma estranheza ou receio em determinadas situações.

Sendo seu pet ainda um cão jovem, é importante iniciar o quanto antes treinos para modificar esses comportamentos que, às vezes, podem ter sido reforçados pelos donos sem que vocês tivessem percebido, ainda mais agora com a chegada do bebê.

Esse treino se caracteriza em tornar a presença de visitas, crianças e parentes prazerosa e positiva para o Pompom. Ele deverá entender que em vez de ser privado da presença de todos por ter tido um mau comportamento, poderá permanecer no ambiente se ficar calmo.

Ademais, é preciso que ele entenda que os líderes da matilha são os humanos da casa, e não ele. Para isso, ele precisará aprender exercícios de limite e também alguns comandos básicos, como o “Senta” e o “Deita”.

Esses treinos vão mostrar ao cão que ele não precisa tomar a frente das situações desconfortáveis ou assustadoras, simplesmente por entender que você tomará conta desta situação.

Fonte: Portal do Dog.

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Compulsão: como lidar com o problema?

Photo credit: porschelinn / iwoman / CC BY
Photo credit: porschelinn / iwoman / CC BY

Por Katia de Martino, adestradora da equipe Cão Cidadão.

A compulsão é uma das causas mais comuns de problemas comportamentais em animais domésticos. Mas, porque os nossos mascotes sofrem tanto desse mal? Nossos animais estão cada vez mais confinados em casas e apartamentos, reféns de nossas rotinas de longas horas de trabalho, que diminuem o tempo que passamos com eles e o nível de atividade e exercício que realizam.

Com essa diminuição, os nossos mascotes ficam cada vez mais estressados e, sem nada para fazer, desenvolvem “manias’’ (estereotipias), como correr atrás do rabo, lamber as patas, andar de um lado para outro sem direção, entre outras. Esses problemas são as famosas “compulsões”.

Caso o animal já apresente sintomas, o ideal é procurar um veterinário para tratar possíveis complicações, como dermatites por lambedura e fratura de cauda. É possível, até mesmo, receitar medicamentos para controlar a compulsão. Porém, certamente o melhor caminho é a prevenção.

Precisamos dar mais atividades aos nossos animais, que devem se exercitar diariamente. Caminhe com seu cão! Esse hábito fará bem a você e a ele. Meia hora todos os dias é o suficiente para melhorar a qualidade de vida do cão e dono! Day cares (creches) para cães são muito bem-vindas. Enquanto você estiver trabalhando, seu cão estará se divertindo e fazendo novos amigos.

Também é possível criar muitas atividades em casa – o famoso enriquecimento ambiental. Tente colocar petiscos dentro de uma garrafa pet e faça nela alguns furos. O seu mascote passará horas tentando remover as guloseimas! Há diversos brinquedos interativos que deixam os cães entretidos por horas, facilmente encontrados nos grandes pet shops.

Esconda esses brinquedos (de preferência, com petiscos dentro) pela casa, antes de sair. O seu cão terá o desafio de encontrá-los e conseguir a recompensa. É importante também que o cão tenha brinquedos ou ossos que possa roer, atividade que ajuda a eliminar o estresse do animal.

Criando uma rotina de atividades diárias, certamente seu animal de estimação ficará mais saudável e feliz.

Fonte: Petz.

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Domingo é dia de Desafio Pet!

desafio-pet-save-the-dateNeste domingo, 8 de março, o especialista em comportamento animal, Alexandre Rossi, e a equipe de adestradores da Cão Cidadão vão apresentar o caso do Piauí no quadro Desafio Pet, do Programa da Eliana (SBT).

Piauí é um cão SRD que foi encontrado ainda filhotinho em um ponto de ônibus e adotado pela Sônia, atual tutora dele. Aos sete meses, ele começou a apresentar um comportamento agressivo, o que deixou a família bastante assustada. Ele chegou a atacar a neta, a filha e a própria Sônia, o que fez com que ele ficasse isolado no quintal da casa onde mora.

Assim que acionado, Alexandre sugeriu a castração de Piauí. O cachorro não aceitava a guia para ser levado ao veterinário e o cenário era tão perigoso que, mesmo com uma roupa de proteção e capacete, Alexandre ficou bastante assustado. “Diferentemente dos outros casos, ele queria atacar o meu rosto. Não tinha certeza de que a grade do capacete resistiria”, conta o especialista.

Será que o Alexandre e a equipe conseguiram ajudar o Piauí?

Não perca o desfecho dessa história neste domingo, 8 de março, a partir das 15h, no Programa Eliana (SBT).

 

 

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Saiba como preparar seu bichinho para viajar com ele ou sem ele

viagem-carroOs animais de estimação são seres que dependem de amor, carinho e atenção, mas se ausentar para viagens de trabalho ou a lazer é comum e nem sempre é possível levá-los. Os cães e gatos podem sofrer muito nesses períodos, principalmente se não estão acostumados a ficar sem o dono.

Antes de viajar, é necessário pensar no que fazer com o seu pet. Conforme sugere o especialista em comportamento animal Alexandre Rossi, existe a opção de deixá-lo em hotéis, em casa ou levá-lo junto.

Se você optar por um hotel para animais, a dica é levá-lo alguns dias antes para passar o dia lá, para que ele vá se adaptando ao ambiente, sem que seja um afastamento brusco.

Confira aqui algumas dicas sobre viagem.

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