14 de março é o Dia Nacional dos Animais, uma data que promove a conscientização sobre a importância de cuidar, proteger e tratar todos os bichos com respeito, dignidade e compaixão, incluindo os pets, é claro!
Então, convidamos você a refletir sobre como pode contribuir para um mundo mais justo e amoroso para todos os seres. Seja adotando práticas sustentáveis, promovendo a adoção responsável ou aprendendo sobre as melhores maneiras de cuidar dos seus pets.
Na Cão Cidadão, acreditamos que a educação e o comportamento animal vão além do adestramento: é sobre entender as necessidades únicas de cada pet e família, promovendo um ambiente de respeito, amor e compreensão.
Conte com nossos educadores. Juntos, podemos fazer a diferença na vida dos animais!
A relação entre os tutores e seus pets vem se transformando e se aprofundando cada vez mais.
Um estudo recente encomendado pela @petz revelou o quanto os nossos peludos se tornaram fundamentais em nossas vidas, compartilhando com a gente emoções genuínas e transformando nosso dia a dia. Confira alguns dados encontrados:
88% dos brasileiros veem seus pets como membros inseparáveis da família
75% dos tutores conversam com seus pets
52% dos tutores que conversam com seus pets fazem isso usando uma “vozinha” especial
63% se consideram verdadeiros pais e mães de pets
47% encontram na companhia dos pets um alívio para o estresse e a solidão
Mais do que números, essas porcentagens refletem a evolução da nossa comunicação e interação com os pets.
Então, se você faz questão de oferecer sempre o melhor para o seu filho de quatro patas, celebrando cada momento ao seu lado e se preocupando genuinamente com seu bem-estar, você definitivamente faz parte da Geração P!
Esta é a geração que coloca os pets no coração de suas vidas, redefinindo o amor e o conceito de família. Aqui na Cão cidadão, somos todos da Geração P
Qual é a personalidade do seu pet? Ele está sempre colado em você ou fica mais na dele, pedindo carinho apenas em alguns momentos?
Cada pet tem sua maneira única de ser, e é essencial reconhecer e respeitar essas diferenças!
No entanto, é importante também manter um olhar atento às necessidades específicas que esses comportamentos podem indicar. Se ele pede muito carinho e está sempre colado em você, pode ser que ele esteja precisando aprender a ser mais independente e curtir mais momentos sozinho como, por exemplo, com itens de enriquecimento ambiental, como brinquedos interativos.
Por outro lado, se ele é mais reservado, criar rotinas de interação, como sessões de massagem ou treinos de comandos básicos são excelentes formas de ajudar a fortalecer o vínculo entre vocês!
Você mal coloca a comida no comedouro e o pet termina em poucos segundos, sem nem mesmo mastigar? Já teve algum alimento humano roubado da mesa ou pia? Precisa sempre lidar com o famoso olhar “pidão”?
Se você se identifica com essas cenas, saiba que esse comportamento não é nada saudável para os cães, pois pode causar problemas gastrointestinais, intoxicação alimentar e até mesmo obesidade, se acabarmos dando mais comida do que precisam ou alimentos que não são próprios para os pets.
Por isso, separamos a seguir algumas dicas para ajudar, confira:
1) Primeiramente, consulte o veterinário para verificar se o peludo está com a saúde em dia, no escore corporal correto e recebendo a quantidade de comida recomendada.
2) Aumente as atividades físicas e mentais diárias, para diminuir a ansiedade do pet.
3) Divida a quantidade diária em mais porções, ou seja, ofereça em 3 ou 4 vezes, em horários fixos. E não deixe disponível o dia todo!
4) Passe a servir de formas diferentes: em comedouros-brinquedo, em treinos e escondida pela casa como uma caça ao tesouro.
5) Ensine comandos como “senta”, “fica” e “ok” e use na hora das refeições para que ele se controle e só coma ao ser autorizado.
6) Logo antes das refeições da família, coloque o cão em uma caminha próxima da mesa e ofereça um brinquedo recheado. Se necessário, use um portãozinho para não deixá-lo com acesso à mesa. Ignore todos os pedidos de comida.
E conte com a equipe da Cão Cidadão para ajudar a educar o seu pet. Envie uma mensagem para saber mais.
A brasileira Gabrielle Santos decidiu embarcar em uma emocionante aventura: pedalar de São Paulo até Ushuaia, Argentina. Mas ela não está viajando sozinha: ela tem a companhia inseparável de seu querido cachorro, Juliano.
O objetivo da viagem é alcançar a cidade mais ao sul da Argentina, conhecida como o ponto mais austral do continente.
Planejada com amor e cuidado, a jornada considera todos os detalhes para assegurar que tanto a tutora quanto o pet tenham uma experiência segura e prazerosa. Desde escolher rotas que sejam amigáveis para pedalar com um cachorro até garantir conforto em cada parada, cada aspecto foi pensado para o bem-estar de Juliano.
Como destaque dessa viagem, Gabrielle aponta a generosidade das pessoas que tem encontrado pelo caminho, que oferecem comida para ela e Juliano, local para dormir e tomar banho.
Para quem quiser saber mais, a tutora está documentando cada momento da dupla nas redes sociais: @_findus
Um dos assuntos que mais gera dúvida nos tutores é a socialização dos filhotes!
Primeiramente, é importante entender que existe um período chamado de socialização primária, que vai até os 3 meses nos cães e 2 meses nos gatos. Nessa fase, o cérebro do animal está mais curioso e predisposto a absorver novas informações. Ou seja, os estímulos que forem apresentados de forma positiva têm grandes chances de serem aceitos tranquilamente depois.
Por outro lado, uma má socialização pode causar problemas comportamentais no futuro, principalmente medo e agressividade. Por isso, é essencial que a socialização seja uma prioridade dos tutores assim que o filhote chegar à casa. Para ajudar, separamos nas imagens a seguir algumas apresentações importantes, confira:
1) Barulhos: secador de cabelo, aspirador de pó, liquidificador, fogos e trovões (com sons da internet), etc.
2) Animais: da mesma espécie e de outras; filhotes, adultos e idosos.
3) Pessoas: bebê, criança, adulto e idoso; diferentes etnias, com deficiência, etc.
4) Manipulações: corte de unhas, escovação de pelos e dentes, limpeza de orelhas, aplicação de vacina, etc.
5) Objetos: guarda-chuva, vassoura e rodo, mangueira, bicicleta, patins e skate..
6) Ambientes: shopping center, praia, elevador, escada, restaurante…
Muito mais do que uma brincadeira, esse comportamento é natural da espécie canina. Ou seja, todos os cachorros têm necessidade de roer e exercitar a mandíbula, alguns em maior e outros em menor grau.
Existem vários modelos disponíveis nos pet shops que costumam agradar os peludos: roedores de nylon duro, brinquedos de borracha e opções naturais como orelha desidratada, casco, chifre, vísceras e ossos crus.
Então que tal aumentar a qualidade de vida do seu pet e oferecer alguns deles com frequência? Lembrando que todas as primeiras interações devem ser supervisionadas, e que o veterinário deve ser consultado sobre os roedores naturais!
Está pensando em mudar de carreira? Quer sair do escritório e dedicar-se a um trabalho que você faça com paixão? Se você é de Belém (PA) e ama animais, essa é a sua chance de transformar completamente sua vida profissional!
A Cão Cidadão, equipe de educadores pet, está oferecendo uma oportunidade única:
Isenção da taxa inicial de franquia
Fundada pelo Dr Pet, a Cão Cidadão é pioneira no uso de reforço positivo no treinamento, tendo como principal missão promover uma relação harmoniosa entre os animais e seus tutores. Ao se juntar à nossa equipe, você terá acesso a:
Treinamento exclusivo
Suporte contínuo
Flexibilidade na agenda e metas de faturamento
Pronto(a) para mudar de vida e fazer o que ama? Entre em contato por mensagem e comece sua jornada com a gente!
Mais uma semana começando e o tema de hoje é: velhice dos pets! O seu pet é idoso? Se sim, você sabia que existem vários cuidados especiais que ele precisa?
Isso inclui alimentação diferenciada, adaptação da casa, ajustes nos tipos de brincadeiras e treinos e mais visitas ao veterinário.
Mas isso não significa que eles não podem ter uma vida bacana, pelo contrário! Se desde a infância, o seu pet tiver as necessidades supridas e os seus comportamentos naturais estimulados, a tendência é que ele chegue à fase sênior com muita saúde e bem-estar!
Então, hoje queremos saber: qual é a idade do seu pet? E o que você faz pela qualidade de vida dele?
A Cão Cidadão deseja a todos uma excelente semana!
A verdade é que latir faz parte da natureza canina. Ou seja, dificilmente o comportamento pode ser 100% extinto – e nem seria saudável! Por outro lado, latidos em excesso podem incomodar a todos, além de indicar que o bem-estar do pet está comprometido e/ou que a comunicação com ele está falhando.
Dessa forma, o foco deve ser em trabalhar para reduzir o estresse do peludo e redirecionar a sua energia para atividades que lhe proporcionem mais qualidade de vida! Por isso, separamos a seguir algumas estratégias, confira!
1) Comece visitando o veterinário para um check-up, uma vez que problemas de saúde podem fazer o animal ficar mais sensível e latir mais. Recomendamos os profissionais do Centro Veterinário Seres.
2) Aumente a quantidade de passeios semanais e introduza outras atividades na rotina, como brincar de bolinha. Além disso, proporcione estímulos mentais como treino de comandos.
3) Enriqueça o ambiente para incentivá-lo a usar outros comportamentos além do latido. Brinquedos que soltam petisco (como Pet Ball e Kong) e caça ao tesouro são ótimas opções, além de itens para roer e até elementos naturais, como coco verde. Não se esqueça de supervisionar as primeiras interações!
4) Não reforce o comportamento! Não ofereça petisco para o pet parar e evite falar com ele no momento do latido, mesmo que seja para dar bronca. Prefira ignorar ou distraí-lo, correndo para outro lugar, por exemplo.
5) Diminua ou mude o som da campainha/interfone, vede portões/janelas e restrinja o acesso do cão a ambientes estimulantes (como a garagem).
6) Ensine-o a te chamar de outra forma, tocando a patinha em sua perna, por exemplo. Para isso, dê muita atenção (e petiscos, se quiser!) sempre que ele fizer o movimento escolhido.
7) Por fim, não deixe de contar com a orientação de um educador da Cão Cidadão para ajudar a identificar e montar um plano de treino completo para dessensibilizar os gatilhos dos latidos.
Caso precise de ajuda da equipe Cão Cidadão, acesse o link da bio ou envie uma mensagem!
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