#Especial de Natal: o que não pode faltar na lista do bom velhinho?

flickr.com/AustinKirk
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A aproximação do fim do ano desperta em todos o desejo de mudanças e de traçar novos caminhos para 2016. Além da tradicional lista de presentes de Natal, o que você pediria para o bom velhinho para tornar o próximo ano melhor para os humanos e pets?

Que tal, o fim do abandono dos animais? Eliminar a violência contra os peludos também é outro grande desejo! Um pensamento comum é que mais animais sejam adotados e que ganhem famílias tão amorosas e dedicadas a eles quanto eles são aos humanos.

Não precisa ir muito longe: o que você faria de diferente para tornar o seu relacionamento com o bichinho ainda melhor no próximo ano e fazer com ele se sinta ainda mais feliz em família?

Mais momentos bons, menos problemas

Você sabia que, nos Estados Unidos, problemas comportamentais superam os de saúde entre as razões que levam animais a serem eutanasiados? Se o seu pet não foi um bom menino durante 2015, você até pode pedir para o bom velhinho que ele seja mais comportado no próximo ano, mas saiba que você pode fazer a diferença, também!

Primeiro, é preciso ter em mente que os animais podem, sim, se comportar de forma diferente da que os donos querem, mas que é possível mostrar para eles o que é certo e errado. Isso de forma positiva, com carinho e sem usar violência. Ao adestrar o pet, você melhora a sua comunicação com ele e esse é o caminho!

Tenha paciência e carinho, pois ele entenderá o que se espera dele! Muitos casos de devolução e abandono de animais passam por essas questões!

Juntos e não separados

A rotina de todos é muito agitada e não adianta pedir ao Papai Noel que o dia tenha 36 horas em 2016. Arrume um tempinho para se divertir ao lado do amigo. Que tal programar mais passeios, comprar aqueles mimos novos e oferecer ao amigo mais estímulos físicos e mentais? Ele também precisa se distrair!

Melhorar o relacionamento e a comunicação entre os donos e seus bichinhos sempre foi o nosso objetivo, então, Papai Noel, o que esperamos de 2016 é que possamos ajudar muitos outros pets e suas famílias a se entenderem e a conviverem melhor uns com os outros!

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Violência contra animais nunca é a solução!

Photo credit: Nick Harris1 / Foter / CC BY-ND
Photo credit: Nick Harris1 / Foter / CC BY-ND

Há anos ouvimos dizer que a violência contra animais não é a resposta, muito menos a solução para os problemas e isso se prova cada vez mais verdadeiro.

Quando se trata de adestramento, ou seja, ensinar ao animal o comportamento que se espera dele, bater ou gritar não vai trazer benefício algum e servirá apenas para traumatizá-lo.

Muitas pessoas se esquecem que, quase tudo o que o cão aprende, é por imitação, por isso, impor respeito usando a violência fará com que o cão imite a técnica para obter respeito ou até disputar violentamente a liderança com o dono.

Cães que recebem maus-tratos adquirem sequelas graves, que dificultam o aprendizado e o tornam agressivos. Não o culpe se ele agir dessa maneira, pois ele estará apenas imitando as atitudes do dono.

Por exemplo, esfregar o focinho dele no local onde ele fez xixi não fará com que ele entenda que ali não é o lugar correto para se aliviar. Bater quando o cachorro late demais também não fará com que ele se cale.

Como agir

O reforço positivo é a melhor forma de se comunicar com o pet e ensinar o que ele pode ou não fazer. Trata-se de uma técnica utilizada no Adestramento Inteligente, método da Cão Cidadão, cujo objetivo é tornar a aprendizagem dos animais muito prazerosa.

Para isso, recompensas, como carinho e petisco, são utilizadas todas as vezes que os animais se comportam da maneira desejada, ou executam algum comando ou atividade solicitada. Dessa forma, o pet tem prazer em repetir os comportamentos esperados, sempre de forma positiva, associando um bem-estar com a ação desejada.

Fonte: Livro Adestramento Inteligente, de Alexandre Rossi.

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