O que fazer com cães que têm medo de tosa e banho?

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Por Tiago Cardoso, adestrador e franqueado da Cão Cidadão.

A higiene com nossos cãezinhos é muito importante e vai além de deixar o peludo cheiroso e com os pelos bonitos. O banho e a tosa são importantes para diminuir a sensação de calor nos dias quentes, manter as unhas no tamanho adequado e ajudar a preservar o pet livre do acúmulo de sujeira, o que, consequentemente, inibe a proliferação de bactérias e parasitas que podem prejudicar a saúde do nosso fiel amigo.

Apesar da importância desses cuidados, devemos ter em mente que ser tosado e tomar banho não são atividades naturais para os cães. Sendo assim, é compreensível que alguns queiram fugir, evitar ou confrontar esses momentos. E o que leva os cachorros a ter tais comportamentos é o medo. Isso mesmo, medo!

O medo pode ser causado por vários motivos. Alguns cães são desconfiados por natureza e se assustam mais facilmente. Cães com esse temperamento, muito provavelmente ficarão desconfortáveis com a altura da mesa e da banheira do pet shop, com os barulhos dos sopradores, dos secadores e das máquinas de tosa, e com as pessoas estranhas os manipulando.

Muitos cães se assustam com o que é novo, por isso, a apresentação do ambiente e dos materiais utilizados deve ser realizada de maneira gentil e cuidadosa, a fim de deixar uma primeira impressão boa e sem traumas.

Cães que não tiveram boas experiências na hora do banho e da tosa ou que associaram o pet shop a algo ruim poderão vir a ter medo. Aquele cão que só vai ao pet shop para tomar vacina, possivelmente, não vai gostar de tomar banho e ser tosado em um local que te traga lembrança ruim.

Treino

Caso 1 – cão que nunca foi ao pet shop

Se o seu cãozinho é filhote e nunca foi ao pet shop, apresente o local e os instrumentos utilizados de maneira gradual, cuidadosa e positiva.

Comece o treino em casa, pois o pet estará em um ambiente conhecido e se manterá mais calmo e relaxado. Faça uma massagem no cão, como se ele estivesse sendo ensaboado, e ofereça uma guloseima que ele goste. Depois, tente acostumá-lo ao toque da toalha, ao movimento de secar, ao secador, à máquina de tosa e assim por diante.

Todo o processo deve ser realizado com calma e associando cada elemento do banho e da tosa a algo agradável (petiscos, brinquedos, brincadeiras etc).

Associe o pet shop a algo positivo. Não deixe para ir ao local somente quando tem que dar banho, tosar ou vacinar o cão. Leve-o para passear ao pet shop e compre um brinquedo, um ossinho, um petisco ou simplesmente leve-o até lá e solicite às pessoas que trabalham no local que façam carinho no seu peludo. Assim, seu animalzinho vai se acostumando com o pet shop e terá experiências agradáveis lá.

Caso 2 – cão que já foi ao pet shop e não gostou

Se o seu cão já não gosta do banho e/ou tosa, o primeiro passo é identificar o que deixa ele desconfortável. Por exemplo, alguns não gostam que segure suas patas e, consequentemente, não gostam de cortar as unhas. Outros, associaram algum instrumento a algo negativo, como cães que tiveram suas unhas cortadas e sangraram. Estes, às vezes, se sentem desconfortáveis só de ver a tesoura.

Em ambos os casos será necessário realizar a dessensibilização, ou seja, diminuir ou retirar a sensibilidade daquilo que causa desconforto ao animal. No caso das patas, podemos começar tocando-as levemente, enquanto recompensamos com um petisco que o cão goste. Conforme ele for sentindo-se confortável nesse estágio, passamos para os próximos, que seriam toques mais demorados ou longos, pressionar sutilmente as patas, depois com um pouco mais de força e assim ir evoluindo.

Em relação aos materiais, como tesoura, máquinas de tosa, secadores e outros, o treino segue a mesma lógica, um passo de cada vez. Por exemplo, mostre o secador desligado ao cão e associe a algo bom, como um petisco ou uma brincadeira. Depois, ligue e desligue em seguida, mas mantenha certa distância. Depois, ligue e vá aproximando gradativamente. Direcione o vento para o cão e em seguida desligue. Direcione o vento por mais tempo e desligue. Aproxime o secador ligado e com vento direcionado para o cão e assim por diante, sempre recompensando e respeitando seu tempo. Não tenha pressa e, se for necessário, retroceda o treino.

Tudo o que é previsível e faz parte da rotina do cão vai deixá-lo mais tranquilo, possibilitando mudar as reações de medo para reações positivas. Assim, melhoramos a situação para todos: você, seu bichinho e para os funcionários do pet shop.

Bons treinos!

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Dessensibilizando medos

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Por Thalita Galizia, adestradora franqueada da Cão Cidadão

Seu cãozinho tem medo de barulhos, como, por exemplo, fogos, trovões, secador de cabelo e aspirador de pó? Ou, então, medo de algumas situações, como ir ao pet shop tomar banho, se consultar com o veterinário ou andar de carro?

É possível ensinar a ele que não precisa ter medo. Com a dessensibilização conseguimos contornar a situação e deixarmos nossos peludos mais calmos.

Vamos começar com barulhos altos: podemos pegar na internet sons de trovões e fogos de artifícios, gravar e iniciar o treinamento.

A apresentação desses sons deve ser feita de forma gradativa para evitar sustos ao cão, portanto, comece com o som bem baixinho. Quando o mesmo começar a tocar, vá recompensando o pet na mesma hora e lembre-se que a recompensa é algo que vá deixar seu animal bem focado. Pode ser petiscos ou um brinquedo, assim ficará mais fácil associar uma coisa gostosa a um som que incomoda.

Aos poucos vá aumentando o som, porém, se você ver que o pet está incomodado, retroceda o treino, abaixe o volume e vá aumentando novamente a medida que ele se sentir confortável.

Esse treino vale também para o aspirador de pó e secador. Comece ligando os aparelhos em outro cômodo, de forma que o som fique um pouco abafado. Neste momento, recompense o cão e aproxime ele, aos poucos, ao som até que ele perca totalmente o medo.

No caso de situações como medo de carros, podemos levar o cão até o carro, se ele se sentir confortável perto do veículo, vá recompensando-o, mas se notar um desconforto, se afaste e vá gradualmente se aproximando até que seu cão fique confortável com a situação novamente. Depois, abra a porta do carro e deixe seu cão entrar e sair no tempo dele, lembrando sempre de recompensá-lo quando perceber que o animal está confortável com o veículo. Após, ligue o carro e deixe que o amigo se acostume com o barulho e movimento que o automóvel faz.

Comece a dar voltas pequenas no quarteirão e, aos poucos, vá aumentando o trajeto e mudando os percursos, sempre recompensando o animal.

Outra observação muito importante: verifique se o seu melhor amigo está seguro no carro, seja com um cinto de segurança próprio para cães ou em uma caixa de transporte bem presa ao banco.

Os medos de veterinário e pet shop também podem ser contornados com o treino de dessensibilização.

Se o cão tem apenas um desconforto em relação ao local, podemos levá-lo repetidas vezes lá e sempre associar essas visitas com uma recompensa gostosa. Com a repetição, aos poucos ele acostumará e não terá mais problemas.

Se o caso for mais grave, o treino deverá ser feito com mais cautela e com muita paciência.

Comece a fazer atividades que o cão goste perto do local onde fica o pet shop, mas, lembre-se: o treino precisa ser gradativo, fique a uma distância que o cão não fique apreensivo e nem inseguro e comece a recompensá-lo. À medida que seu cão se mostrar relaxado, comece a se aproximar do local até que você consiga ficar dentro do pet shop com seu amigo calmo e tranquilo.

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Cães e o medo dos fogos das festas juninas

Photo credit: Jessica Keating Photography / Foter / CC BY-ND
Photo credit: Jessica Keating Photography / Foter / CC BY-ND

O mês de junho chegou e as comemorações também! Nessa época, as festas juninas se espalham pelo país: os festejos são formados por grandes festas, repletas de comidas típicas e, também, dos famosos fogos de artifício.

É nesse momento, no entanto, que muitos cãezinhos podem ficar assustados com o barulho dos rojões. Alguns, de tão desesperados que ficam, pois têm medo dos fogos, chegam a babar, a tremer e, algumas vezes, tentam até entrar em locais pequenos demais ou fugir para se proteger.

Essa costuma ser uma situação bastante estressante para o animal que tem medo e também para o dono, que muitas vezes não sabe como lidar com esse comportamento.

Como ajudar o pet?

É possível minimizar esse medo com algumas dicas, muito cuidado e paciência. É importante se antecipar às situações, ou seja, não espere a final do campeonato ou a quermesse do seu bairro ser realizada para iniciar o treino como o bichinho.

Você pode começar pelo que chamamos de treino de dessensibilização. Grave o som de fogos e comece a tocá-lo para o animal em um volume baixo, enquanto ele brinca ou se alimenta, por exemplo. Vá aumentando o som aos poucos, sempre que perceber que o pet permanece tranquilo com a situação. A ideia aqui não é assustá-lo, então, bastante cuidado!

Esse trabalho é importante porque a associação do som dos fogos com algo agradável vai ajudar a minimizar o medo. Agora, se perceber que ele está agitado e com medo, retroceda o treinamento. Nada de avançar os limites do bichinho! Também é fundamental recompensar o peludo a cada etapa ultrapassada. Você pode elogiar bastante o comportamento calmo dele, dar petiscos ou oferecer o brinquedo que ele tanto gosta.

Local seguro

Se o cãozinho procurar um lugar para ficar ou se esconder do barulho dos fogos, deixe que ele permaneça no lugar que ele escolheu. Você também pode criar um espaço para que ele possa permanecer tranquilo, com janelas e portas vedadas, para abafar os sons dos rojões.

Um ambiente associado a uma pessoa de quem ele gosta também pode deixá-lo mais seguro e confiante. Deixar a TV ou o rádio ligado pode ser uma dica interessante para dias de barulhos intensos, porque esses ruídos ajudarão a abafar o som dos fogos.

Conte sempre com um profissional especializado em comportamento animal para ajudá-lo nesse processo!

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Como agir com cães medrosos

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Photo credit: garyt70 / Foter / CC BY

Têm cachorros que não suportam ouvir o barulho da chuva, outros que se apavoram ao serem atendidos por veterinários. Afinal, qual é a melhor forma de lidar com os ditos “cães medrosos”?

É importante reforçar que esse medo pode surgir por diversas razões: o animal pode não ter tido uma boa sociabilização quando filhote, ou seja, não ter sido apresentado a diversos sons, cheiros, pessoas e outros animais da forma adequada; ele também pode ter passado por alguma espécie de trauma.

De qualquer forma, é fundamental que o dono tenha paciência com o bichinho. Com algumas dicas, é possível minimizar esse medo ou mesmo superá-lo. Confira!

Medo de água

Os cães que têm medo de água sempre se esquivam de uma piscina, uma mangueira, da chuva e de qualquer outra situação semelhante. No caso dos banhos, o dono pode molhar um pouquinho o chão e incentivar que o cão se aproxime, sempre respeitando os limites dele. Toda vez que ele chegar próximo ao local, ofereça um petisco e elogie bastante.

O objetivo é acostumá-lo gradativamente à água, primeiro com a aproximação, depois molhando as patinhas, até que, após algumas repetições, quando o animal estiver mais à vontade, você possa começar a molhá-lo mais para cima. Se em alguma etapa ele recuar, retroceda o treino até a fase em que ele esteja confortável. Quando o cão estiver tranquilo para tomar o banho todo, não demore muito tempo: os primeiros devem ser bem básicos e, com o tempo, você poderá demorar um pouco mais.

Medo de barulhos

Para os pets, barulhos altos podem ser sinônimos de perigo, e é por isso que eles geralmente tentam fugir desses sons. O primeiro passo é identificar o som que mais amedronta seu cão – trovão, música alta, trovão? – e iniciar um treino de dessensibilização. Você pode, por exemplo, gravar esse ruído que causa medo e apresentá-lo de forma gradativa ao pet.

Separe os petiscos e os brinquedos favoritos do animal e, enquanto você brinca com ele, pode colocar o som no mínimo para tocar. Quando ele estiver tranquilo, você pode aumentar o volume gradativamente, até que ele se acostume. Em algumas situações, como festas e finais de campeonato de futebol, em que os fogos de artifício são utilizados de maneira mais intensa, o barulho prolongado pode deixar os cães atordoados.

Nesses casos, além das dicas acima, o ideal é criar um espaço para que ele permaneça tranquilo, com janelas e portas vedadas para abafar os sons. Se ele escolher um local para se esconder dos barulhos, respeite o espaço do animal e não o retire de lá, pois, nesse espaço ele está se sentindo mais seguro das “ameaças”.

Medo de veterinário

O cão que tem medo de veterinário e de ser manejado durante as consultas deve ser introduzido ao ambiente de maneira gradativa. Na primeira visita ao profissional, tente acalmá-lo, oferecendo carinhos e petiscos. Você também pode usar a massagem como aliada, porque animais que já estão acostumados com esse contato, tendem a não estranhar a avaliação do veterinário. Outra dica é usar o comando “fingir de morto”, que é se deitar na posição lateral, para fazer com que a consulta aconteça sem estresse.

Se precisar de suporte profissional, nossa equipe de especialistas está à disposição! Acesse Serviços, para saber como podemos ajudá-lo!

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Vai ter jogo e meu pet tem medo de fogos: e agora?

 Photo credit: ironypoisoning / Foter / CC BY-SA
Photo credit: ironypoisoning / Foter / CC BY-SA

Por Tarsis Ramão, adestradora da equipe Cão Cidadão.

Entenda por que, para alguns cães, certos barulhos podem ser tão aterrorizantes e aprenda como amenizar esse problema.

Tá chegando a hora do tão esperado Mundial de Futebol no Brasil. Tudo pronto para a torcida, menos para seu cão que, em dia de jogos ou de grandes comemorações, se comporta de forma um tanto estranha. Baba, treme, fica ofegante e quase sempre tenta se esconder em um espaço em que ele não cabe.

Essa reação, em princípio esquisita, pode ser porque seu cão tem medo dos grandes barulhos causados nesses dias. Muitos cãezinhos também reagem assim nos dias de chuva, com os ruídos dos trovões.

Diferentemente do que muitos imaginam, um comportamento aflito diante de fogos ou trovões não se deve a uma possível dor de ouvido. Apesar da ótima audição, os cães se assustam porque associam o barulho à aproximação de perigo.

Estrondos passam a ideia de que algo grande e poderoso se aproxima, por isso, mesmo dentro de casa, muitos cães se sentem ameaçados.

Medo de fogos

Em situações em que o susto é muito grande, o cão pode acabar desenvolvendo um trauma. Nesses casos, mesmo ruídos mais brandos podem deixá-lo em pânico, porque estão associados com o susto inicial. Há casos em que a umidade do ar, o vento e a mudança da luminosidade são associados com o perigo de barulhos altos. Ou seja, antes mesmo de a tempestade começar, o cão já pode estar sofrendo.

Como ajudar seu cãozinho?

Esse realmente é um problema que pode ser difícil de resolver, mas não desanime! Algumas atitudes e treinamento podem amenizar e até mesmo curar o medo que seu animal de estimação tem de certos barulhos.

Um local seguro e agradável

Se o seu cão procura um lugar para se abrigar quando está com medo, permita que ele fique lá. Além disso, se possível, crie um espaço para ele ficar nesses dias, com janelas e portas vedadas para abafar o som externo.

Se esse lugar for seu quarto, ótimo! Um ambiente associado a uma pessoa que ele adora pode ajudar seu amigo a se sentir mais seguro. Habitue-o a ouvir sons altos da TV, rádio ou música mesmo. Esses sons podem ser usados para “mascarar” os barulhos de fogos e trovões. Brincar e divertir o seu cão nesse ambiente, também em dias sem barulhos, pode ajudá-lo a associar o local com sensações agradáveis.

Não demonstre medo

Abaixar, pegar no colo e tentar protegê-lo nos momentos de aflição, ao contrário do que muitos imaginam, não é uma boa solução. Sua postura corporal significa muito para os cães e, quando você agacha, pode transmitir a ele que também está com medo do perigo que se aproxima. Diante de um estrondo, mantenha-se em pé e caminhe firme, falando naturalmente com o seu cão.

Ajude-o a se acostumar aos poucos

Para que seu pet aprenda a lidar com barulhos que o assustam é preciso que ele faça associações positivas com esses momentos. Quando ouvir um barulho parecido com o que o assusta, comemore com ele: dê petiscos, elogie-o, faça carinho ou brinque com ele.

Você pode simular ocasiões parecidas com as de tensão, gravando sons que o desagradam e os reproduzindo em momentos agradáveis, aumentando o volume de forma gradativa, para não assustá-lo, respeitando seus limites.

Aos poucos, ele pode associar o barulho, que antes representava perigo, a situações muito prazerosas.

Converse com seu veterinário!

Em alguns casos, o uso de medicamentos pode ser indicado paralelamente ao treinamento. Consulte seu veterinário, para que ele receite um remédio para ajudar a tranquilizar o seu cão em dias barulhentos, evitando novos traumas.

Fonte: Pet Center Marginal.

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Cães medrosos: como ajudá-los?

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O seu cãozinho é daqueles que tem medo de tudo? Basta ouvir fogos de artifício que tenta se esconder ou late sem parar? Sabia que, com alguns treinos de dessensibilização, é possível ajudar e acabar aos poucos com o medo dele?

Primeiro, é importante esclarecer que, quando apresentamos o filhote a diversos sons, barulhos, objetos e pessoas, as chances de que ele desenvolva medo são bem menores. É o que chamamos de sociabilização: acostumar os cães, dos dois aos quatro meses de vida, com coisas diferentes, com as quais eles vão conviver para o resto da vida, sempre fazendo associações positivas com petiscos, brincadeiras ou carinhos.

Como fazer a sociabilização?

Antes de tudo, é preciso iniciar o treino definindo quais sons assustam o pet – bombas, fogos, trovões, secador etc. Após essa definição, controle esse estímulo. Grave o som que o assusta, para que você comece o treino de dessensibilização com o pet. Escolha os petiscos e brinquedos favoritos do cão e, enquanto pede comandos, recompense-o com os petiscos e brinque com ele, colocando o som no mínimo para tocar.

Nesse estágio, o cão mal deve ouvir o barulho e ficar concentrado em você. Quando perceber que o pet está bem tranquilo, aumente um ponto na regulagem do som. Faça tudo bem gradual, pois um susto nessa etapa pode retroceder o treino todo. Continue, até que possa colocar o som audível e o cão ainda esteja brincando e se divertindo.

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