Alexandre Rossi na ClickerExpo 2018

noticias_interna-alexandre-rossiO zootecnista e especialista em comportamento animal Alexandre Rossi foi conferir a ClickerExpo, na Califórnia, Estados Unidos. O evento foi realizado de 19 a 21 de janeiro e contou com a presença de especialistas do mundo inteiro na técnica do reforço positivo por meio do uso do clicker.

Esta técnica nada mais é do que uma forma rápida e simples de mostrar ao pet que ele acertou e receberá uma recompensa.

Se trata de um som distinto, que pode ser emitido pela boca, com um apito ultrassônico, com um estalo de metal, entre outros. Essa técnica, se bem utilizada, ajuda o cão a entender o que o seu dono quer com mais clareza e, assim, o incentiva a reagir e a obedecer o comando com mais rapidez.

Segundo Alexandre, trata-se de uma oportunidade para conhecer as últimas tendências em treinamento de pets.

Na página do Facebook do Alexandre Rossi (veja aqui) você pode ler um pouco mais sobre as novidades da ClickerExpo.

Sobre a técnica

O reforço positivo valoriza as atitudes corretas dos pets. O objetivo é melhorar a relação entre o dono e o bicho de estimação, respeitando os limites de cada um. Nenhum tipo de violência é admitido, pois, além de serem reprováveis, ações negativas não resolvem absolutamente nada e podem fazer com que o animal desenvolva uma personalidade agressiva. As recompensas, ao contrário, estimulam o aprendizado.

 

Últimas vagas para o curso de Adestramento Inteligente

Você tenoticias_interna-curso-aim vontade de aprender sobre adestramento e comportamento animal? Então, participe do curso de Adestramento Inteligente da Cão Cidadão que será realizado no dia 20 de janeiro, sábado, em São Paulo.

O curso é destinado aos donos que querem melhorar o seu relacionamento com o bichinho de estimação e também a profissionais que desejam aprofundar os seus conhecimentos em comportamento animal.

Ainda temos algumas vagas! Saiba mais, aqui.

Método de Adestramento Inteligente

Criado pelo zootecnista e especialista em comportamento animal  Alexandre Rossi, o método de Adestramento Inteligente é  baseado em reforços positivos, ou seja, valoriza as atitudes corretas do pet, recompensando-o com algum petisco, carinho ou brincadeira.

É importante lembrar que nenhum tipo de violência é permitido durante o treinamento, pois além de não ajudar, esse tratamento pode incentivar um comportamento agressivo do pet.

 

Convivência entre cães agressivos e crianças

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Por Camila Mello, adestradora e franqueada da Cão Cidadão.

“Olá! Tenho um cachorro da raça Poodle. Ele é um pouco agressivo e já atacou e mordeu a minha mãe, minha irmã, eu, a minha tia e primas.

Ele é bastante ciumento e ataca a pessoa de repente, principalmente quando são desconhecidas e chegam em casa. Ele late muito e logo quer atacar a pessoa. Temos que prendê-lo. Ele também não gosta muito de crianças, pelo fato de não ter convivido com elas (acredito eu).

Eu estou grávida e logo terei o bebê, e tenho muito medo de como será a reação dele com a criança. O que devo fazer?”

Oi, Andreyssa. Tudo bem?

Seu relato não foge muito do usual, quando tratamos de comportamento animal. Os pets são parte da nossa família e por isso os tratamos como filhos.

Sendo parte agora da matilha humana, seu cão pode estar tendo comportamentos de líder desta matilha e agindo dessa forma para proteger a sua família, e também o seu território.

O Pompom pode, de fato, não ter passado pela fase de sociabilização corretamente, e isso pode causar a ele alguma estranheza ou receio em determinadas situações.

Sendo seu pet ainda um cão jovem, é importante iniciar o quanto antes treinos para modificar esses comportamentos que, às vezes, podem ter sido reforçados pelos donos sem que vocês tivessem percebido, ainda mais agora com a chegada do bebê.

Esse treino se caracteriza em tornar a presença de visitas, crianças e parentes prazerosa e positiva para o Pompom. Ele deverá entender que em vez de ser privado da presença de todos por ter tido um mau comportamento, poderá permanecer no ambiente se ficar calmo.

Ademais, é preciso que ele entenda que os líderes da matilha são os humanos da casa, e não ele. Para isso, ele precisará aprender exercícios de limite e também alguns comandos básicos, como o “Senta” e o “Deita”.

Esses treinos vão mostrar ao cão que ele não precisa tomar a frente das situações desconfortáveis ou assustadoras, simplesmente por entender que você tomará conta desta situação.

Fonte: Portal do Dog.

Ano novo, vida nova: cinco dicas para trabalhar com adestramento

noticias_interna-5-dicasMuita gente pensa em investir em um negócio próprio e mudar o rumo da vida profissional, mas acaba desistindo pelos altos investimentos que normalmente são precisos nesses casos.

Mas nem sempre esse sonho precisa ficar arquivado. O modelo de franquia da Cão Cidadão, empresa de adestramento do zootecnista e especialista em comportamento animal Alexandre Rossi cabe no orçamento, pois requer um investimento inicial baixo e prevê rápido retorno financeiro, além de não necessitar de um espaço físico.

Se trabalhar com animais está nos planos, com certeza a proposta de negócio da Cão Cidadão vai interessar. São mais de 90 franqueados da empresa por todo o Brasil e todas essas franquias são móveis, ou seja, o adestrador atende na casa do cliente, agenda os horários mais viáveis e tem autonomia sobre seu trabalho.

E o melhor é que a Cão Cidadão não exige conhecimento prévio na área, uma vez que todo o treinamento é oferecido para o profissional após as etapas de avaliações iniciais de candidatos. Basta apenas que o interessado tenha vontade em aprender, aptidão e goste de lidar com animais e com o público no geral.

Ainda está em dúvida? Aí vão cinco motivos para você ser um adestrador da Cão Cidadão:

1. Investimento inicial baixo e retorno no curto prazo.
2. Horário flexível de atendimento, sendo possível exercer outras atividades fora do ramo.
3. Reuniões periódicas com toda a equipe, bem como workshops e treinamentos.
4. Suporte e desenvolvimento profissional permanentes, com contato com Alexandre Rossi, que é reconhecido internacionalmente.
5. Não é preciso ter um estabelecimento fixo.

Gostou? Então, inscreva-se no processo seletivo da franquia Cão Cidadão! Saiba mais aqui.

Medo de fogos: ajude o cachorro a superá-lo!

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O seu cãozinho tem medo de fogos e outros barulhos? Então, você precisa aproveitar-lo, pois as festas de Ano Novo estão chegando! Já parou para pensar em uma barulheira que vai ser? Fogos , rojões, bombas e demais barulhos para todos os lados. Quem vai sofrer com tudo isso? O cãozinho que tem medo , claro!

Com excesso de barulho, alguns cães entram em desespero. Eles babam, tremem e, algumas vezes, tentam entrar em locais pequenos demais ou até fogem da casa para proteger. Para ter uma ideia, o estresse do cãozinho pode ser tão grande que, no dia seguinte, alguns chegam a ficar perdidos ou até machucar seriamente. Por isso, é necessário tomar algumas precauções com o amigo.

Por que eles têm esse medo todo? 

Para os pets, barulhos altos podem significar perigo. Por isso, de maneira geral, eles tentam fugir de tais filhos. Estrondos passam uma ideia de que algo grande e poderoso pode se aproximar, como árvores caindo, relâmpagos, fogos etc. Dessa forma, a primeira coisa que eles tentam fazer é tentar se esconder ou fugir.

Porque? Antigamente, os antepassados ​​dos cães que mais fugiram desses filhos foram os que tiveram mais chances de sobreviver. Até mesmo dentro de nossas casas, um barulho alto pode significar perigo.

O que fazer para melhorar esse medo?

Primeiramente, é importante identificar quais são os filhos que mais assustam o animal de estimação – bombas, fogos de artifício , trovões, secadores, rojões etc. Depois disso, você pode começar um treino de dessensibilização com o animal de estimação. Grave o som do que causa medo e presença, aos poucos, ao animal. É importante que isso seja gradativo. Sempre respeite o limite dele!

Escolha os petiscos e brinquedos favoritos do cão e, enquanto solicita, recompense-os com petiscos e brinque-os, colocando ou não no mínimo para tocar. Nesse estágio, o cão mal deve ouvir o barulho e ficar concentrado em você. Quando perceber que o animal está bem tranquilo, ative um ponto na regulação do som. Faça tudo devagar e com paciência, pois um deles pode se recuperar todo o treino.

Seguro local 

Se você estiver procurando um lugar para ficar ou se esconder do barulho, pois ele tem medo de fogos ou outros barulhos, deixe que ele fique lá no lugar que escolher. Se possível, crie um espaço para que ele possa permanecer tranquilo, com janelas e portas fechadas para os filhos.

Um ambiente associado a uma pessoa que ele adora também pode impedir-lo mais seguro e confiante. Hábito de ouvir sons altos da TV, rádio ou mesmo música. Esses filhos podem ser usados ​​para “mascarar” os barulhos de fogos e trovões.

Assim como o CFMV (Conselho Federal de Medicina Veterinária), o Cão Cidadão defende que os fogos de artifício com padrões (barulho) sejam proibidos e gradualmente substituídos por fogos sem ruídos em todo o território nacional. Em muitos locais do país, isso já acontece. Os danos são muito sérios tanto para os animais quanto para os seres humanos. Os fogos visuais são uma ótima alternativa e trazem toda a beleza de luzes e núcleos e não produzem efeitos sonoros acima do volume recomendado

Caso preciso de suporte nesse processo, os especialistas do Cão Cidadão estão à disposição!

Expediente da Central de Atendimento no Natal

noticias_interna-centralInformamos a todos que no dia 25 de dezembro, segunda-feira, não haverá expediente na Central de Atendimento ao Cliente da Cão Cidadão, por conta do recesso de Natal.

O trabalho será retomado no dia 26 de dezembro, terça-feira, das 9h às 20h.

Em nosso site, você encontra informações completas sobre os serviços de adestramento, consultas de comportamento e eventos.

No entanto, caso tenha alguma dúvida, entre em contato pelo nosso formulário (clique aqui).

Curso ‘Passo a passo para educar filhotes de cães’

noticias_interna-curso-fA Cão Cidadão lançou recentemente o curso on-line “Passo a passo para educar filhotes de cães”, que foi gravado pelo zootecnista e especialista em comportamento animal, Alexandre Rossi.

O curso está dividido em nove módulos e aborda temas essenciais para estabelecer uma relação harmoniosa e feliz com o novo morador da casa. Como ensinar o cachorrinho a fazer as necessidades no local correto, por exemplo, é um dos assuntos tratados.

A primeira aula é gratuita! Clique aqui para visualizar o curso na íntegra.

Participe do Curso de Adestramento Inteligente

noticias_interna-aiSe você quer aprender mais sobre adestramento e comportamento animal e ainda se relacionar melhor com o pet, participe do Curso de Adestramento Inteligente da Cão Cidadão.

O encontro do dia 16 de dezembro já está com inscrições encerradas, porém, você pode se cadastrar e receber informações para as próximas turmas.

O curso possui uma linguagem didática, prática e objetiva, e é destinado tanto para tutores de animais quanto para profissionais da área que queiram ampliar seus conhecimentos.

Sobre o método

O método de Adestramento Inteligente foi criado por Alexandre Rossi, zootecnista e especialista em comportamento animal, e é baseado em reforços positivos, ou seja, valoriza as atitudes corretas do pet, recompensando-o com algum petisco, carinho ou brincadeira.

É importante lembrar que nenhum tipo de violência é permitido durante o treinamento, pois além de não ajudar, esse tratamento pode incentivar um comportamento agressivo do pet.

Participe! Saiba mais aqui.

Cão Cidadão no XXXV Encontro Anual de Etologia

noticias_internaO Grupo de Estudos Científicos da Cão Cidadão, o GEC, participou, entre os dias 15 e 18 de novembro, do XXXV Encontro Anual de Etologia, em Salvador (BA). O evento, considerado um dos mais importantes na área de comportamento animal da América Latina, foi sediado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).

O tema central “Adapte-se: a Etologia no mundo em mudanças” foi tratado por meio de minicursos, simpósios e plenárias. Além de participar destas atividades, o GEC apresentou, nos dias 16 e 17, os resultados parciais da pesquisa sobre “tecidos que os gatos preferem arranhar”.

A adestradora e franqueada da Cão Cidadão, Cássia Rabello, representou a Cão Cidadão no congresso. Para isso, contou com a participação de Claudia Terzian, ex-franqueada e membro do GEC, e de Caroline Maia, pesquisadora de Botucatu (SP) e uma das criadoras da pesquisa.

“Muitas pessoas se mostraram interessadas no conteúdo da nossa pesquisa, especialmente os tutores que convivem com os felinos e têm os sofás e móveis arranhados”, relata Cássia.

Pesquisa

A apresentação do GEC foi feita por meio de dois pôsteres. No primeiro foram demonstrados os resultados da pesquisa que o grupo realizou a partir das respostas de tutores de gatos para duas questões: “os donos que têm os móveis destruídos se incomodam com isso?” e “qual o tecido que mais reveste as mobílias das casas?”.

Para a primeira pergunta, a pesquisa indicou um empate entre os tutores que se incomodam e os que não se incomodam com a arranhaduras nos móveis de casa. “Foi surpreendente, pois imaginávamos que a maioria responderia que se incomoda com este hábito dos felinos”, conta Cássia.

Já no segundo pôster, o grupo falou sobre a coleta de dados feita em uma ONG, em que foram testados quatro tecidos de revestimento de mobílias para avaliar a preferência dos bichanos, sendo dois considerados mais resistentes a arranhadura de gatos e outros dois mais comumente encontrado nas casas. Nessa pesquisa, apenas cinco gatos arranharam os tecidos, então, a preferência foi individual.

“O encontro foi muito bom, pois propiciou a troca de informação e conhecimento durante as apresentações, além de reforçar a marca Cão Cidadão”, avalia a adestradora.

A coleta de dados ainda foi realizada em mais duas ONG’s e está sendo analisada pelo GEC. Os resultados serão divulgados em breve.