Normalmente, os cachorros adoram passear. É só o dono pegar a coleira que o pet já se anima todinho, começa a correr desesperado pelo quintal e não vê a hora de ir para a rua.
Mas, o que fazer quando o cão não suporta o passeio?
Esse comportamento pode estar associado, por exemplo, ao peso do pet. Se ele estiver acima do peso, pode não querer fazer exercícios e nem sair para passear.
Outro motivo pode ser, em parte, em função de uma timidez ou medo. Para cães mais reservados, sair de casa pode ser um grande desafio por causa dos barulhos, pessoas e até outros animais.
Você pode ajudá-lo a gostar dessa prática! Com algumas dicas e repetições, será possível tornar os passeios uma atividade divertida para o animal e dono.
Uma boa massagem é sempre bem-vinda, seja no cãozinho ou no bichano. Sabia que existem várias vantagens em acostumar o pet a receber uma boa massagem?
Além de deixar o bichinho relaxado, ela pode ajudar os donos a descobrirem, por exemplo, possíveis problemas e alterações no pet, como uma dor ou sensibilidade e, assim, é possível prevenir que possíveis problemas se agravem.
Como começar?
Cão
Faça a massagem em um lugar calmo, em um horário que você não esteja com pressa. O carinho que o seu cachorro já está acostumado e que ele tanto gosta deve virar uma massagem investigativa.
Aos poucos, apalpe as patas, orelhas, cabeça, rabinho, sinta a pele, ossos e verifique os dentes. Com a frequência, você vai aprender a identificar os pontos que o seu cachorro gosta de receber massagem e se algum deles está mais sensível ou possui alguma alteração na pele.
Gato
Não é preciso ser um profissional para fazer massagem no gatinho. Seguindo algumas dicas, você poderá praticar em seu animal. Primeiramente, não o force a aceitar uma massagem mais prolongada do que ele está disposto a receber ou exija que ele continue deitado contra a vontade! Não há problema se, no início, você dividir a massagem em várias sessões, até conseguir que o gato seja massageado por inteiro.
Por Katia de Martino, adestradora da equipe Cão Cidadão.
Primeiramente, precisamos saber qual é o tipo de deficiência que seu cão tem, para nos adequarmos a ele. Isso é, os cães, como todos os outros animais, têm vários tipos de sentido, como audição, visão, olfato, tato, etc. E, se ele tem deficiência em algum sentido, usamos outro para poder nos comunicar.
Se seu cão for cego, por exemplo, use o sentido da audição e tato. Como fazer isso? Bom, vamos pensar que você tem uma piscina em casa e tem medo de que ele caia nela: podemos colocar algum tipo de piso ao redor da piscina (emborrachado, com alguma textura diferente), por o animal em uma guia longa, brincar e falar com ele em qualquer lugar que não seja nesse piso.
Na hora em que ele pisar nesse local, o corrigimos falando um “NÃO” e seguramos a guia. Com o tempo e muito treinamento, toda vez que seu cão pisar lá, entenderá que não pode ir além.
E se for um cão surdo?Usamos o sentido da visão. Criamos gestos, com os quais ele entenderá como “sim” ou “não”. Algo como “polegar para cima: positivo; polegar para baixo: negativo”.
Agora, se seu companheiro, ao invés de ter quatro patas, tiver três, não se preocupe. A adaptação dele será excelente e viverá como se tivesse quatro patas.
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