
O especialista em comportamento animal, Alexandre Rossi, deu uma entrevista sobre o assunto ao site Globo Rural. Na matéria, ele indica que oficializar a guarda compartilhada é válido porque já foi comprovado que os animais possuem sensibilidade e afeto significativos.
Segundo Alexandre, a decisão deve ser baseada no bem-estar dos pets, pois eles são capazes de perceber nossas emoções. Por mais que não entendam a complexidade da separação, há muitos animais que se comportam de uma maneira não habitual, por perceberem que seus donos estão diferentes.
“Quando existe uma convivência muito próxima, o animal percebe sutilezas no comportamento dos membros de seu grupo. E isso vai definir o modo como o bicho vai reagir diante de cada situação”, informou o especialista na matéria.
Mas, em alguns casos, a separação do animal acaba se tornando um problema de saúde durante o divórcio. Há pessoas que entram em depressão devido ao distanciamento do animalzinho. “A psicologia considera normal sofrer por um bicho na mesma proporção que sofremos na perda de uma pessoa querida da família”, completa Alexandre.