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O que fazer quando o amigo partir? – Portal do Dog

Postado por Cão Cidadão em 08/nov/2017 -

“Gostaria de ajuda para saber o que fazer quando meu Kevin virar estrelinha. Geralmente eu vejo meus amigos chamarem o veterinário e eles levam. O que é feito? Tem funerária? É caro? E se não tiver grana na hora? Me orientem, por favor. Meu Kevin corre muito ainda, sobe no muro, pois adora ficar sentado nele vendo o movimento. A noite sai para correr, dorme comigo na cama há 17 anos. É minha vida! Tenho ainda mais dois cães adotados, a Darah, de 9 anos, que parece Pit Bull, e agora achei um na rua que é a cópia do Marley. Inclusive, coloquei esse nome nele. Como não sei mexer, vou mandar as fotos depois. Escolha a minha pergunta, por favor, pois não vejo nada sobre a morte de cães.”

Por Cintia Suzuki, adestradora e franqueada da Cão Cidadão

Olá, Vera Lúcia. Tudo bem?

Que bacana! O Kevin tem 17 anos? Que privilégio ter a companhia deste pequeno por tantos anos. Vera, assim como nós, os cães também envelhecem e, infelizmente, a velhice chega primeiro para eles. A energia já não é a mesma de quando filhote, mas a alegria de poder estar em sua companhia e o amor por você continuam os mesmos.

Os cães envelhecem como nós. Os dentes caem, o humor muda (ficam menos pacientes e se irritam mais facilmente), as manias surgem, a mobilidade já não é a mesma, os sentidos começam a falhar e a vitalidade dos órgãos já não são como antes.

Talvez a surdez e a cegueira se façam presentes, e para que ele atenda ao seu chamado pode ser preciso estimulá-lo de forma mais acentuada. Nesta fase, as visitas ao veterinário devem ser mais frequentes, para a realização de check-up de rotina e para o monitoramento de qualquer alteração.

Procure atender às necessidades dos velhinhos. Observe dificuldades na hora da alimentação (que podem indicar incômodo ou dor na mastigação), otimize a disposição dos móveis da casa para facilitar o deslocamento e o acesso às áreas seguras e confortáveis, e redobre os cuidados com a alimentação. Disponibilize ambientes mais reservados e tranquilos, quentinhos e de superfícies macias, caso seu velhinho prefira descansar e ficar mais sossegado.

Apesar de todos os cuidados, inevitavelmente, um dia eles partem. É um momento delicado e que muitas vezes nos pegam de surpresa, nos deixando sem saber quais providências tomar.

Após a partida do pequeno, a opção mais responsável e respeitosa é a cremação. Além de ser uma maneira de se despedir do amigo, é também a opção sanitária mais recomendável, evitando a contaminação do solo e a propagação de doenças.

Talvez a surdez e a cegueira se façam presentes, e para que ele atenda ao seu chamado pode ser preciso estimulá-lo de forma mais acentuada. Nesta fase, as visitas ao veterinário devem ser mais frequentes, para a realização de check-up de rotina e para o monitoramento de qualquer alteração.

Procure atender às necessidades dos velhinhos. Observe dificuldades na hora da alimentação (que podem indicar incômodo ou dor na mastigação), otimize a disposição dos móveis da casa para facilitar o deslocamento e o acesso às áreas seguras e confortáveis, e redobre os cuidados com a alimentação. Disponibilize ambientes mais reservados e tranquilos, quentinhos e de superfícies macias, caso seu velhinho prefira descansar e ficar mais sossegado.

Apesar de todos os cuidados, inevitavelmente, um dia eles partem. É um momento delicado e que muitas vezes nos pegam de surpresa, nos deixando sem saber quais providências tomar.

Após a partida do pequeno, a opção mais responsável e respeitosa é a cremação. Além de ser uma maneira de se despedir do amigo, é também a opção sanitária mais recomendável, evitando a contaminação do solo e a propagação de doenças.

Fonte: Portal do Dog

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