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Erros que você comete ao tentar acalmar o cachorro dos fogos de artifício

Postado por Cão Cidadão em 05/jan/2018 -

Com os fogos de artifício, comuns para celebrar a chegada do Ano Novo, ressurge também um medo conhecido dos tutores de cães: como acalmar o pet?

Agressividade, medo, latidos e até mesmo fugas são algumas das reações que podem tomar conta dos animais de estimação ao barulho dos fogos e, embora sem saber, a atitude dos tutores pode mais prejudicar que ajudá-los.

Confira alguns dos erros mais comuns cometidos pelos tutores na tentativa de acalmar o animal, de acordo com informações de Adriana Gandolfi, adestradora e franqueada do Cão Cidadão, em Curitiba:

Prender o cachorro?
Jamais prenda ou segure o cão. Deixe ele livre para fazer o que sentir melhor e não se preocupe: na maior parte das vezes, o cachorro prefere se esconder em lugares que se assemelham a tocas. “Dentro de armário, embaixo da cama, embaixo da mesa. Se a pessoa tentar segurar, pode deixá-los mais nervosos e estressados”, explica a especialista.

Feche as cortinas
Para diminuir o brilho dos fogos, feche as cortinas e acenda a luz do ambiente. Isso fará com que o animal se distraia. Da mesma forma, deixe um rádio ou a televisão ligada — algum barulho que o cachorro já esteja acostumado.

Não tire o animal do seu esconderijo

Se o cachorro achar um lugar escondido para ficar, não tente tirá-lo de lá. “Nem, principalmente, fale: ‘caaalma, não fica assiim’. Isso só vai aumentar o estresse do animal, porque ele sente a nossa tensão”, diz Adriana. Tente passar segurança para o cachorro, como se nada estivesse acontecendo.

Não dê bronca no cachorro

Além de não adiantar, gritar ou ficar bravo com o cachorro só vai deixá-lo mais estressado e intensificar os latidos/agressividade. “Deixa ele latir. Com o adestramento, podemos dessensibilizar aos poucos, mas isso precisa de tempo”, reforça a adestradora.

Colocar dois cães juntos pode ajudar, ou não
Depende da proximidade e familiaridade que um cão tem com o outro. Se não forem tão conhecidos um do outro, o medo ou agressividade de um pode ser transferido ao seguinte e isso pode gerar acidentes. “Tem que ser cachorros que convivam há bastante tempo e não só pegar o cachorro da prima e colocar junto com o seu para ver se um acalma o outro”, diz Adriana, que sugere, ainda, que os tutores façam um teste antes do Ano Novo.

“A pessoa tem que testar isso antes, meio que forjar uma situação, mas tudo sob controle, com alguém supervisionando”, completa.

Medicação? Só com médico veterinário

Medicar o cachorro pode ser uma solução, em alguns casos. Mas, para tanto, é preciso sempre a orientação de um médico veterinário e lembrar que o medicamento pode levar tempo para fazer efeito.

Fonte: Gazeta do Povo

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